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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>&#8220;Damos um passo &#224; luta pol&#237;tica&#8221;: o sindicalismo combativo com Del Ca&#241;o</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Damos-um-passo-a-luta-politica-o-sindicalismo-combativo-com-Del-Cano</link>
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		<dc:date>2015-07-27T07:00:00Z</dc:date>
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		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>FIT Argentina</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O pr&#233;-candidato a presidente da Chapa 1A da Frente de Izquierda se reuniu &#8211; junto a Christian Castillo &#8211; com mais de 250 delegados e lutadores oper&#225;rios da zona norte da Grande Buenos Aires. Lear, MadyGraf, Kraft, Fate, Stani, Siderca, SUTEBA, Pepsico, Kromberg, WorldColor, todos reivindicaram seu salto &#8220;das lutas sindicais &#227; pol&#237;tica&#8221;.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/FIT-Argentina" rel="tag"&gt;FIT Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton9142-7eba9.jpg?1695922945' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;O pr&#233;-candidato a presidente da Chapa 1A da Frente de Izquierda se reuniu &#8211; junto a Christian Castillo &#8211; com mais de 250 delegados e lutadores oper&#225;rios da zona norte da Grande Buenos Aires. Lear, MadyGraf, Kraft, Fate, Stani, Siderca, SUTEBA, Pepsico, Kromberg, WorldColor, todos reivindicaram seu salto &#8220;das lutas sindicais &#227; pol&#237;tica&#8221;. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O hor&#225;rio n&#227;o era casual: deviam esperar a sa&#237;da de muitas f&#225;bricas. O lugar menos: estavam a poucos metros da Autopista panamericana, esse fio que percorre a zona industrial mais importante do pa&#237;s. Tampouco as cores: casacos azuis de trabalho, de logos famosos e coloridos, se mesclavam com aventais. E como n&#227;o iriam se misturar, se primeiro se fizeram &#8220;companheiros&#8221; nos conflitos sindicais da zona e depois &#8220;pegaram o salto &#224; luta pol&#237;tica&#8221; - como chamam eles &#8211; na mesma chapa da Frente de Izquierda?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta quinta-feira, dia 23, Nicol&#225;s del Ca&#241;o esteve presente na regi&#227;o de Pacheco, munic&#237;pio de Tigre. Ali se juntaram mais de 250 delegados e trabalhadores da Primeira Se&#231;&#227;o da Grande Buenos Aires, para contar a seus companheiros e &#227; imprensa da regi&#227;o por que s&#227;o candidatos e porque impulsionam a Chapa 1A da Frente de Izquierda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gabriela Macauda, Secretaria Adjunta do SUTEBA Tigre, n&#227;o podia ter pintado melhor o cen&#225;rio melhor em que se colocavam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Dou boas vindas a Tigre. Ao tigre do delta norte e aos countries, mas tamb&#233;m &#225;s Tunas e aos bairros inundados. Ao Tigre dos monop&#243;lios como For e Volkswagen, mas tamb&#233;m dos Indomables e dos trabalhadores da 60. Ao tigre que viu surgir o sindicalismo combativo dos &#250;ltimos anos, e hoje est&#227;o dando um passo &#227; Frente e est&#227;o construindo uma esquerda pol&#237;tica da classe oper&#225;ria. Desejo boas vindas ao Tigre de Massa e Scioli, que viu centenas de docentes subirem a Panamericana em defesa de seu sal&#225;rio e da educa&#231;&#227;o p&#250;blica. As mulheres que juntas mostramos, com as companheiras de Kromberg, Kraft, Pepsico e com as comiss&#245;es de MadyGraf, Lear e agora a 60, que n&#227;o estamos dispostas a renegar nossos direitos&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aplauso foi sincero e extendido. E foi continuado porque uma delega&#231;&#227;o de trabalhadores da Linha 60 havia se aproximado para contar seu conflito e receber a solidariedade dos presentes. V&#225;rios deles haviam visto os motoristas cortarem a Panamericana nessa mesma manh&#227;, em defesa de seus postos de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Martin Yerbe contou que &#8220;nosso conflito leva j&#225; 28 dias. Sabemos que est&#227;o sempre conosco, se os agradecemos&#8221;, e convidou a seguir apoiando o conflito e o fundo de greve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma mesa de luxo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesa estavam Nicol&#225;s del Ca&#241;o, Christian Castillo, Javier Hermosilla e Rub&#233;n Matu, acompanhados por reconhecidos lutadores e &#8211; a maioria &#8211; flamejantes candidatos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jorge &#8220;loco&#8221; Medina, trabalhador da MadyGraf, foi o encarregado de apresent&#225;-los. &#8220;Catalina Balaguer delegada da Pepsico, Dami&#225;n Gonz&#225;lez da Lear, Julieta Gonz&#225;lez da SUTEBA Escobar, D&#233;bora Espinoza da Kromberg, Victor Ottoboni da Fate, Roberto Amador da Gestamp, Guillermo Betancourt da Siderca, Javier Aparicio da VW, Ramiro Mart&#237;nez e Roberto Leguizam&#243;n da Printpack, Gabriel Vargas da Stani, Sandro Salazar, Juan Sepulveda, Rene Cordova, Carlos Lescano e Anahi Almada da MadyGraf, Nancy Mendez, Alicia Ciciro, Elizabeth Campod&#243;nico e Facundo Pilarche, professores, Damian Gauna e Juan Centuri&#243;n da Kraft, Damian Alshuk da General Mills, Gabriela Macauda da SUTEBA Tigre, Maximiliano Zuaznabar da WorldColor, Ezequiel P&#233;rez de Procter. Todos n&#243;s formamos parte do que se chamou sindicalismo de base, enfretando a burocracia e as patronais. Hoje estamos dando um passo a mais. J&#225; demonstramos que n&#227;o precisamos dos patr&#245;es para produzir; tampouco precisamos dos representantes dos pat&#245;es para que fa&#231;am pol&#237;tica por n&#243;s. Por isso impulsionamos uma esquerda dos trabalhadores&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Este esp&#237;rito atravessou muitas das interven&#231;&#245;es dos candidatos oper&#225;rios.&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ruben Matu, o delegado de Lear que quer ser deputado, tomou a palavra. &#8220;Nos chamaram indom&#225;veis porque n&#227;o puderam nos quebrar. Queremos levar essas mesmas lutas que damos nas f&#225;bricas ao terreno eleitoral, pol&#237;tico. A&#237; est&#227;o os Daer e Pignanelli apoiando aos Scioli, como outos a Massa e Macri. N&#243;s que vivemos nos bairros populares n&#227;o temos esgotos, n&#227;o temos asfalto, n&#227;o temos moradia. Por isso nos colocamos de p&#233;, queremos indom&#225;veis tamb&#233;m na Legislatura, e expressas a voz dos trabalhadores, das mulheres e da juventude&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maxi Zuaznabar da WorldColor contou da luta que deram contra o fechamento e agora em defesa dos postos de trabalho. &#8220;Hoje a f&#225;brica est&#225; produzindo sob controle oper&#225;rio. Queremos a expropria&#231;&#227;o e estatiza&#231;&#227;o, e amanh&#227; realizaremos um corte para impulsionar nossas demandas. Sou candidato porque n&#227;o apenas queremos ser a voz de nossos companheiros, mas dos 20.000 trabalhadores do Parque Industrial, a maioria precarizados&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Javier Hermosilla, referente hist&#243;rico de Kraft, reconheceu que &#8220;me entusiasma muito ser candidato, mas sobretudo que muitos companheiros da f&#225;bricas tamb&#233;m o sejam, ou militem na campanha. Estamos indo onde os pol&#237;ticos patronais n&#227;o chegam, aos bairros pobres de Tigre, San Mart&#237;n e Malvinas Argentinas. Somos n&#243;s que vamos enfrentar os candidatos do ajuste, e os dirigentes burocr&#225;ticos que os apoiam. Somos delegados e decidimos dar um passo &#227; pol&#237;tica, com a Chapa 1 da Frente de Izquierda e um programa anticapitalista e socialista&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&#233;m tomou a palavra Julieta Gonz&#225;lez, profressora e militantes da Convergencia Socialista, que comp&#245;e a Lista 1. Ressaltou que Ram&#243;n Cortes, um dos condenados &#227; pris&#227;o perp&#233;tua pela luta petroleira de Las Heras era um candidato da FIT nessa lista. &#8220;Estamos aqui porque queremos que a Frente de Izquierda n&#227;o apenas seja uma ferramente para as elei&#231;&#245;es, mas como ocorreu nesses dias em Cresta Roja, a transformemos em uma ferramenta para a luta&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#8220;O discurso de Scioli se choca com a realidade da Prov&#237;ncia&#8221;&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Christian Castillo, candidato a governador, come&#231;ou pedindo um aplauso &#8220;para um companheiro de grande tradi&#231;&#227;o, lutador contra as privatiza&#231;&#245;es, Jos&#233; Montes&#8221;. Tamb&#233;m pediu para Edgardo Moyano, advogado de muitos dos delegados combativos da regi&#227;o e aos militantes da Converg&#234;ncia Socialista, que s&#227;o parte da Lista 1A.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois colocou que &#8220;o discurso de campanha de Scioli se choca com a realidade de uma prov&#237;ncia onde 1,5 milh&#245;es de pessoas tem que viver em condi&#231;&#245;es prec&#225;rias, a precariedade trabalhista est&#225; em todos os lados mas sobretudo afeta a juventude, onde a educa&#231;&#227;o e a sa&#250;de p&#250;blica est&#227;o aos frangalhos&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Castillo ent&#227;o deu n&#250;meros mais concretos ao que chamou &#8220;uma chapa de luxo&#8221;: &#8220;s&#227;o 1500 candidatos, 40% deles oper&#225;rios industriais, 60% mulheres, mais de 200 professores nas chapas, lutadores pelos direitos humanos como Myriam Bregman, Alejandrina Barry e Mar&#237;a Victoria Moyano. Trabalhadores que v&#227;o enfrentar uma casta pol&#237;tica, que recebem fortunas para governar &#227; servi&#231;o dos empres&#225;rios. Isso &#233; um grande orgulho para n&#243;s&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&#233;m dos candidatos, estavam presentes muitos trabalhadores que sem ser parte das chapas militam nos comit&#234;s de campanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao encerrar sua interven&#231;&#227;o, Castillo se referiu a um dos temas &#8220;candentes&#8221; desses dias. A proposta de um debate p&#250;blico entre os principais candidatos de ambas as chapas da Frente de Izquierda. &#8220;Insistimos at&#233; o &#250;ltimo momento em uma chapa unificada, com os melhores companheiros. Acreditamos que cometeram um erro; Nico vinha de obter 17% dos votos e ganhar o kirchnerismo em Mendoza. Nossas ideias s&#227;o o futuro, o devir, por isso queremos debater publicamente, frente a milh&#245;es de pessoas, qual &#233; a melhor alternativa para renovar e fortalecer a Frente de Izquierda&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ideias pelas quais vale a pena lutar&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nicol&#225;s del Ca&#241;o tomou a palavra para fechar a atividade. Contou que est&#225; percorrendo o pa&#237;s, e &#8220;estar aqui com tantos lutadores que integram nossa chapa, &#233; o mesmo que vemos em cada lugar que visitamos&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ent&#227;o colocou sua vis&#227;o de alguns dos temas pol&#237;ticos mais destacados dos &#250;ltimos dias. &#8220; Cristina Kirchner e a CGT ofocial festejaram o aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo para 6 mil pesos, quando o custo familiar est&#225; calculado em 14 mil pesos. Nesta semana tamb&#233;m esteve em discuss&#227;o o d&#243;lar. J&#225; escutamos dizer que iriam aplicar uma desvaloriza&#231;&#227;o, e terminaram fanzendo isso, afetando o bolso dos trabalhadores. O que estamos vendo &#233; uma antecipa&#231;&#227;o, em parcelas, do que vem depois: o aprofundamento do ajuste. Scioli, Macri e Massa n&#227;o podem dizer qual &#233; seu verdadeiro plano&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Del Ca&#241;o retomou a quest&#227;o das internas na Frente de Izquierda, e a proposta de debate &#227; chapa encabe&#231;ada por Jorge Altamira. &#8220;A vig&#234;ncia das ideias anticapitalistas e socialistas, pelas quais lutaram muitos companheiros de tradi&#231;&#227;o, como ao meu lado tenho Jos&#233; Montes e Christian Castillo, hoje se expressam nessa gera&#231;&#227;o de lutadores como os que est&#227;o aqui, como tamb&#233;m Ra&#250;l Godoy, oper&#225;rio de Zanon em Neuqu&#233;n ou Alejandro Vilca, coletor de lixo em Jujuy. Acreditamos que os companheiros da Chapa 2 n&#227;o estejam se propondo a que a esquerda d&#234; um novo salto, que &#233; do que precisam os trabalhadores. Por isso estamos propondo um debate, em televis&#227;o, para o milh&#227;o e meio de trabalhadores. Queremos debater como vamos colocar de p&#233; e fortalecer a &#250;nica ferramente pol&#237;tica que tem a classe trabalhadora para enfrentar o ajusta, e para preparar a luta por um governo dos trabalhadores, nossos objetivos de fundo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A interven&#231;&#227;o de Nicol&#225;s era seguida com muita aten&#231;&#227;o. Todos os que estavam presentes valorizam a Frente de Izquierda como uma ferramente pol&#237;tica dos trabalhadores, das mulheres e da juventude. Mas tamb&#233;m querem ser parte da discuss&#227;o sobre qual caminho deve-se seguir para construir uma esquerda oper&#225;ria com for&#231;a militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesa j&#225; estava chegando ao seu fim. A mesa foi invadida. Todos queriam estar na foto. A imagem final refletiria muitas das palavras que foram ditas esta tarde. Outras seguiam ressoando, como as que disse Del Ca&#241;o ao finalizar: &#8220;&#233; um orgulho para todos que depois de jornadas estenuantantes, tantos companheiros dediquem seu tempo a convencer outros trabalhadores e familiar que pelas ideias da Frente de Izquierda vale a pena lutar&#8221;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Buitres, patotas y caranchos</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Buitres-patotas-y-caranchos</link>
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		<dc:date>2014-09-11T23:30:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar, Pablo Anino</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Lear Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;EL VIDEO recorri&#243; el mundo. Un comandante de Gendarmer&#237;a nacional corr&#237;a por la ruta Panamericana, y se arrojaba sobre el auto de un manifestante. Un hombre canoso, supuesto testigo del hecho, empezaba a gritar &#243;rdenes militares.&lt;br class='autobr' /&gt;
El ingenio popular los bautiz&#243; &#8220;los gendarmes caranchos&#8221;. En pocos d&#237;as inspiraron videojuegos, posters de pel&#237;culas, relatos futbol&#237;sticos.&lt;br class='autobr' /&gt;
La escena, rodada en una caravana solidaria por los obreros de Lear, tuvo como protagonistas estelares al gendarme Juan Alberto Torales, y al militar infiltrado Roberto Galeano. Todo dirigido por el Secretario de Seguridad Sergio Berni, hombre de confianza de la Presidenta.&lt;br class='autobr' /&gt;
El caso provoc&#243; una crisis pol&#237;tica en el gobierno. Pero adem&#225;s expres&#243; el creciente protagonismo social y pol&#237;tico de la izquierda.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Lear-Argentina" rel="tag"&gt;Lear Argentina&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH112/arton8440-a9919.jpg?1695922945' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='112' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Acceda a los art&#237;culos de &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/La-Verdad-Obrera-No-586&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;La Verdad Obrera&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;EL VIDEO recorri&#243; el mundo. Un comandante de Gendarmer&#237;a nacional corr&#237;a por la ruta Panamericana, y se arrojaba sobre el auto de un manifestante. Un hombre canoso, supuesto testigo del hecho, empezaba a gritar &#243;rdenes militares.&lt;br class='autobr' /&gt;
El ingenio popular los bautiz&#243; &#8220;los gendarmes caranchos&#8221;. En pocos d&#237;as inspiraron videojuegos, posters de pel&#237;culas, relatos futbol&#237;sticos.&lt;br class='autobr' /&gt;
La escena, rodada en una caravana solidaria por los obreros de Lear, tuvo como protagonistas estelares al gendarme Juan Alberto Torales, y al militar infiltrado Roberto Galeano. Todo dirigido por el Secretario de Seguridad Sergio Berni, hombre de confianza de la Presidenta.&lt;br class='autobr' /&gt;
El caso provoc&#243; una crisis pol&#237;tica en el gobierno. Pero adem&#225;s expres&#243; el creciente protagonismo social y pol&#237;tico de la izquierda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un complicado equilibrio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ya nadie duda del deterioro de la econom&#237;a. La devaluaci&#243;n, los tarifazos y los topes salariales empujaron al enfriamiento. La crisis de la deuda, la inflaci&#243;n, las suspensiones y el temor por el desempleo, confirman la recesi&#243;n. Se palpa en la calle, aunque no estamos ante una crisis generalizada ni una oleada de despidos. Por eso la burocracia sindical a&#250;n puede contener la bronca que se va acumulando.&lt;br class='autobr' /&gt;
En ese escenario recesivo, el &#8220;arbitraje&#8221; que propone el gobierno es golpeado por ambos lados. Por derecha, los empresarios critican medidas limitadas como la Ley de Abastecimiento, y mantienen tironeos, como el sector automotriz que &#8220;encanuta autos&#8221; o los sojeros que no liquidan d&#243;lares. Aunque administra la suba del d&#243;lar y niega que vaya a devaluar, el gobierno puede repetir la historia de enero cediendo a las presiones de los especuladores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por izquierda, luchas emblem&#225;ticas contra los despidos, como las de Lear y Donnelley, han recibido un enorme apoyo. Se suma ahora el repudio al accionar de la Gendarmer&#237;a y las patotas del SMATA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los intentos bonapartistas tienen, en todo caso, los l&#237;mites que impone el fin de ciclo: cuando las acciones oficiales se pasan de la raya, se producen crisis como las de estos d&#237;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El Papa Francisco, consciente de la crisis, convoc&#243; a la Presidenta al Vaticano. &#8220;Hay que cuidar a Cristina&#8221;, repite a quienes lo visitan. Los gestos buscan que la transici&#243;n hacia 2015 sea ordenada. Las internas en el PJ y en la coalici&#243;n del gobierno amenazan que todo sea m&#225;s complicado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Un pago nada soberano&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La aprobaci&#243;n de la Ley de Pago Soberano dej&#243; claro que el lema &#8220;patria o buitres&#8221; es solo para la tribuna. George Soros y David Mart&#237;nez Guzm&#225;n son solo algunos de los multimillonarios que se beneficiar&#225;n con la nueva ley. Son especuladores profesionales, tan buitres como los que litigan en Nueva York. Con esa ley tambi&#233;n saldr&#225;n airosos los bancos que operan en el pa&#237;s, que tienen $73 mil millones en bonos. La foto de los patriotas se completa con la J.P. Morgan (ahora &#8220;la gloriosa JP&#8221; en los pasillos oficiales), Citibank y otros grandes bancos imperialistas que tienen la cartera llena de t&#237;tulos del Estado argentino. Ellos son la &#8220;patria&#8221; en el relato oficial.&lt;br class='autobr' /&gt;
No est&#225; claro que la nueva ley destrabe la encrucijada en que el juez Griesa meti&#243; al gobierno. Como plante&#243; Nicol&#225;s Del Ca&#241;o, rechazamos el pago a todos los especuladores. Este planteo nos diferencia tambi&#233;n de la oposici&#243;n patronal, a&#250;n m&#225;s cipaya que el oficialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Con la Ley de Pago Soberano, la Ley de Abastecimiento y la discusi&#243;n con las automotrices, el gobierno quiere mostrarse tomando decisiones que mejoren la situaci&#243;n econ&#243;mica, pero termina desnudando la impotencia de sus medidas ante una recesi&#243;n que avanza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Protagonismo social y pol&#237;tico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El esc&#225;ndalo de los gendarmes caranchos no fue ning&#250;n &#8220;hallazgo medi&#225;tico&#8221;. Durante semanas, los abogados del CeProDH y del PTS denunciaron que en las acciones solidarias con los despedidos de Lear, los trabajadores y militantes sufrieron atropellos por parte de la Gendarmer&#237;a: causas armadas, la brutal detenci&#243;n de una nieta recuperada, infiltraci&#243;n de miembros de las fuerzas de seguridad, violaci&#243;n de los fueros de los diputados Nicol&#225;s del Ca&#241;o y Christian Castillo (del PTS-FIT).&lt;br class='autobr' /&gt;
El caso de Torales y Galeano produjo una crisis pol&#237;tica al gobierno. Pero adem&#225;s, brind&#243; un dato objetivo de la pol&#237;tica nacional: el protagonismo social y pol&#237;tico de la izquierda clasista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes del cierre de esta edici&#243;n, otro hecho de trascendencia pol&#237;tica nacional confirm&#243; este fen&#243;meno. En la C&#225;mara de Diputados, Nicol&#225;s del Ca&#241;o denunciaba la gravedad que implicaba que no le permitieran ejercer sus derechos como legislador, participando de movilizaciones de trabajadores. &#8220;Berni pas&#243; de las palabras a los hechos. Primero amenaz&#243; y despu&#233;s nos mand&#243; a la Gendarmer&#237;a para impedir que ejerzamos nuestro mandato&#8221;, dijo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero lo m&#225;s notable fue que el oficialismo hab&#237;a reservado el palco preferencial para una nutrida patota del SMATA. Los enviados de Ricardo Pignanelli, que parece transitar el camino de Jos&#233; Pedraza, se dedicaron a insultar y hostigar al diputado del PTS-FIT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El hecho hab&#237;a sido facilitado por el Presidente de la C&#225;mara, el kirchnerista Juli&#225;n Dom&#237;nguez. Justo en el mismo momento, y movido por los mismos intereses, el gerente de Lear liberaba a otros miembros de la Lista Verde para golpear a los delegados combativos en la planta. No quedan dudas que la burocracia sindical se propone como fuerza de choque de las patronales y el peronismo en el poder, como en otros momentos hist&#243;ricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El hecho gener&#243; el repudio de los bloques opositores, y tuvo amplia repercusi&#243;n. La izquierda clasista volvi&#243; a exponer la alianza del gobierno &#8220;nacional y popular&#8221; y la burocracia sindical, y su defensa constante de las libertades democr&#225;ticas y las luchas de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En estos transcendentes hechos, en la calle y el parlamento, ha resaltado la figura emergente de Nicol&#225;s del Ca&#241;o, joven diputado de nuestro partido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por una izquierda de los trabajadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El sindicalismo combativo ha emergido como defensor consecuente de los puestos de trabajo y las conquistas obreras. La izquierda est&#225; claramente ligada a esos procesos, que tiene como ejemplos m&#225;s avanzados a Lear y Donnelley. Unos, mostrando c&#243;mo luchar duramente contra los despidos y las persecuciones. Otros, que ante el cierre patronal la salida es la ocupaci&#243;n y puesta en producci&#243;n bajo gesti&#243;n obrera.&lt;br class='autobr' /&gt;
El PTS tiene el orgullo que ser parte de esos conflictos, con delegados y militantes que comparten el puesto de lucha junto a compa&#241;eros independientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para apoyar a estas peleas, a los ferroviarios del Sarmiento atacados por Randazzo, a los despedidos de Felfort, Calsa, Shell y Honda y a todos los que enfrentan ataques, es necesario reunir y movilizar al sindicalismo combativo y la izquierda. Para seguir exigiendo a las centrales sindicales que rompan su subordinaci&#243;n al gobierno y a las patronales (Cal&#243;, Yasky) o a sus fuerzas pol&#237;ticas opositoras (Moyano, Barrionuevo), reclamando la convocatoria a un paro nacional activo de 36 horas, y un plan de lucha contra los despidos y suspensiones, el impuesto al salario y por la reapertura de las paritarias. Para impulsar un gran encuentro nacional unitario de todas las corrientes combativas y clasistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero este protagonismo de la izquierda, que enfrenta al poder pol&#237;tico y protagoniza duros conflictos, tenemos que transformarlo en un salto en militancia e influencia pol&#237;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde el lugar conquistado, queremos llegar a los centenares de miles que buscan una salida por izquierda ante el fin del ciclo kirchnerista. Con ese objetivo, la semana pr&#243;xima lanzaremos Izquierda Diario, una iniciativa del PTS abierta a la izquierda. Ser&#225; un diario de informaci&#243;n y opini&#243;n, con los m&#225;s diversos temas y el punto de vista de la izquierda, con corresponsales en 15 pa&#237;ses y m&#225;s de 30 ciudades argentinas (ver contratapa).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto a la publicaci&#243;n quincenal y masiva de La Verdad Obrera para llegar a los lugares de trabajo y facultades, y la revista de pol&#237;tica y cultura Ideas de Izquierda, ser&#225; parte de una revoluci&#243;n de nuestro &#8220;sistema de publicaciones&#8221;, con la ambici&#243;n de recrear un &#8220;leninismo del siglo XXI&#8221;. Queremos utilizar los mejores recursos para que avance la influencia de la izquierda revolucionaria entre los trabajadores y la juventud, hacia la emergencia del gran partido de trabajadores revolucionario que necesitamos para vencer.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>A la derecha de Berni, la pared</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/A-la-derecha-de-Berni-la-pared</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/A-la-derecha-de-Berni-la-pared</guid>
		<dc:date>2014-09-04T23:30:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>FIT Argentina</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Lear Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Al cierre de esta edici&#243;n, un elegido de la Presidenta, el corrupto Amado Boudou, encabezaba la votaci&#243;n de la &#8220;Ley de Pago Soberano&#8221;. El Senado, de mayor&#237;a oficialista, aprobaba cambiar la sede de pago de la deuda emitida bajo legislaci&#243;n norteamericana. El oficialismo hab&#237;a modificado el proyecto para acercar posiciones con la oposici&#243;n. Entre ellas, la incorporaci&#243;n de Par&#237;s como sede de pago. El gobierno quiere aprobar la ley cuanto antes, para continuar el canje pagando los u$s 200 millones que vencen a fines de septiembre, evitando que se agraven el default y la crisis de la deuda.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH75/arton8404-cd6b2.jpg?1695922945' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='75' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Al cierre de esta edici&#243;n, un elegido de la Presidenta, el corrupto Amado Boudou, encabezaba la votaci&#243;n de la &#8220;Ley de Pago Soberano&#8221;. El Senado, de mayor&#237;a oficialista, aprobaba cambiar la sede de pago de la deuda emitida bajo legislaci&#243;n norteamericana. El oficialismo hab&#237;a modificado el proyecto para acercar posiciones con la oposici&#243;n. Entre ellas, la incorporaci&#243;n de Par&#237;s como sede de pago. El gobierno quiere aprobar la ley cuanto antes, para continuar el canje pagando los u$s 200 millones que vencen a fines de septiembre, evitando que se agraven el default y la crisis de la deuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despu&#233;s de poner U$s 190 mil millones en una d&#233;cada, no quieren perder la categor&#237;a de &#8216;pagadores seriales'. &lt;br class='autobr' /&gt;
Mientras tanto, la deuda externa sigue pesando sobre las espaldas del pueblo. Por eso los diputados del Frente de Izquierda denunciaron el proyecto que llegar&#225; a la C&#225;mara Baja la pr&#243;xima semana. Nicol&#225;s del Ca&#241;o (PTS-FIT) anticip&#243; su rechazo y la propuesta de una consulta popular para que el pueblo decida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La agenda Berni&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas semanas, otro elegido de la Presidenta se encarg&#243; de desmentir el relato. Sergio Berni comand&#243; el desalojo en Villa Lugano; acus&#243; a los inmigrantes de delincuentes; recorri&#243; la Panamericana, por cielo y tierra, como un Rambo anti-obrero. &lt;br class='autobr' /&gt;
Cristina decidi&#243; poner a Berni en el centro de la escena. El teniente se ha convertido en un superministro, medi&#225;tico, de discurso derechista. Ataca a los diputados de izquierda, a los delegados combativos, reprime los cortes de ruta y las familias sin techo. Si para las multinacionales extranjeras trabaja servicialmente, a los inmigrantes pobres los pone en la mira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Con esta pol&#237;tica, el gobierno tiene dos objetivos: mostrar dureza ante los reclamos que lo arrinconan por izquierda, como aquellos trabajadores que enfrentan los despidos. Y disputarle a la derecha, a Massa y Macri, sus banderas m&#225;s preciadas. &lt;br class='autobr' /&gt;
Tanto bastonazo y xenofobia ha generado nuevos roces dentro del kirchnerismo. Est&#225;n los seguidores de Berni y los que &#8211; como Verbitsky y algunos movimientos sociales &#8211; critican las medidas m&#225;s derechistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Turbulencias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El giro que ha pegado el gobierno no puede entenderse sin la continuidad de la recesi&#243;n econ&#243;mica. Nada ayuda. La crisis de la deuda agudiza la falta de d&#243;lares y suma presiones devaluatorias. Brasil no levanta, el precio de la soja tampoco. En las &#250;ltimas horas, el Banco Central orden&#243; a los bancos a desprenderse de m&#225;s d&#243;lares.&lt;br class='autobr' /&gt;
La primavera del gobierno con &#8216;los que se la llevan en pala' (como bromea Cristina con los empresarios) est&#225; atravesada por algunos nubarrones. Las reformas en la Ley de Abastecimiento &#8211; que s&#243;lo implica algunos controles a las empresas &#8211; generaron un rechazo casi unitario de las grandes c&#225;maras empresarias. &#8220;Este Gobierno me hace acordar a la dictadura y a la obediencia debida&#8221; dijo con dureza y cinismo el jefe de la Uni&#243;n Industrial Argentina. A su turno, la Presidenta acus&#243; a las automotrices de &#8220;encanutar autos&#8221;. A pesar de los est&#237;mulos oficiales para sostener las ventas r&#233;cord de 2013, el apetito del sector llev&#243; a nuevos roces con el gobierno. Esos roces no le impidieron al gobierno sostener con la Gendarmer&#237;a y el Ministerio de Trabajo la cruzada contra los mec&#225;nicos de Lear. Esta semana se cumplen 100 d&#237;as de lucha, y los trabajadores despedidos ilegalmente siguen reclamando sus puestos de trabajo, mientras los delegados trabajan enjaulados. Incre&#237;ble. Vergonzoso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tampoco los roces les impiden ponerse de acuerdo sobre quienes descargar&#225;n la crisis. Los ataques, por ahora, son limitados: despidos puntuales, aunque amenazan con masivos; aumentos de tarifas; la inflaci&#243;n que no afloja; el impuesto al salario se mantiene. Es que tienen un problema: los planes de los empresarios y el gobierno para &#8220;corregir el modelo&#8221; chocan con las aspiraciones de los trabajadores y las clases medias empobrecidas. No quieren retroceder de lo conquistado estos a&#241;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quieren &#8220;parar&#8221; a los que paran&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ante esta situaci&#243;n, el paro del 28A tiene un enorme valor. Los asientos vac&#237;os de los colectivos y los piquetes de la izquierda y el sindicalismo combativo fueron un mensaje certero. El tercer paro nacional bajo el gobierno de Cristina Kirchner y el segundo en pocos meses, confirmaron el malestar en amplios sectores obreros, que no esperan nuevas &#8220;reformas&#8221; de este gobierno. Este fen&#243;meno, si contin&#250;an los ataques, puede anticipar un ascenso en las luchas de la clase trabajadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La Presidenta y la CGT oficialista tomaron nota del proceso. Por eso se reunieron el &#250;ltimo lunes. All&#237; la Jefa de Estado aconsej&#243; a esos dirigentes &#8216;sabios y prudentes':&#8220;si no los paran, van por ustedes&#8221; les dijo. El mensaje va mucho m&#225;s all&#225; de Moyano y Barrionuevo, que en &#250;ltima instancia se postulan para ser los Pignanelli y los Cal&#243; de las otras variantes peronista para 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es que el paro, adem&#225;s de ese amplio malestar, mostr&#243; que el proceso del sindicalismo combativo y la izquierda en el movimiento obrero contin&#250;an. Porque somos la oposici&#243;n m&#225;s dura a los planes de patronales, el gobierno y la burocracia sindical. &#191;Sino qui&#233;n? La bandera de &#8220;familias en la calle, nunca m&#225;s&#8221;, enarbolada por la enorme lucha de los obreros de Lear y Donnelley, ha despertado la simpat&#237;a de los millones que empiezan a temer por sus puestos de trabajo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Una izquierda de los trabajadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La &#250;ltima etapa del gobierno de Cristina Kirchner estar&#225; atravesada por la necesidad de un ajuste que permita sostener &#8220;el modelo&#8221;, y la decisi&#243;n del pueblo trabajador de enfrentar los ataques a sus condiciones de vida y trabajo. &lt;br class='autobr' /&gt;
Massa, Scioli, Macri, Cobos, y todos los pol&#237;ticos patronales que se proponen como recambio, acuerdan con ese plan.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra todas estas variantes que se preparan para descargar la crisis sobre los trabajadores, los avances dados por una vanguardia obrera ligada a la izquierda clasista son una enorme oportunidad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por un lado, para que pongamos en pie un polo alternativo a la burocracia sindical, que luego del paro volvi&#243; a la tregua. Ser&#237;a un impulso para los conflictos en curso, y para que impongamos un plan de lucha por todos los reclamos obreros. Insistimos con la propuesta de un encuentro unitario de todas las tendencias del sindicalismo combativo y la izquierda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero adem&#225;s, nos permiten mejores condiciones para dar nuevos pasos en la construcci&#243;n de un partido de trabajadores, revolucionario. Podemos partir de la influencia lograda por el Frente de Izquierda y los Trabajadores, y sus 1,2 millones de votos, y de la experiencia que est&#225;n haciendo amplios sectores con el kirchnerismo y las distintas variantes patronales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El PTS ha sido protagonista, junto a compa&#241;eros independientes, de los procesos m&#225;s importantes de lucha de clases de los &#250;ltimos meses, como Lear y Donnelley. Hoy se nos presentan nuevos desaf&#237;os. Dentro de pocos d&#237;as, el 16 de septiembre, lanzaremos La Izquierda Diario, el primer diario digital de la izquierda. Con corresponsal&#237;as en todo el pa&#237;s y el mundo. Con noticias y actualizaciones permanentes sobre la pol&#237;tica, la econom&#237;a, el mundo obrero, la cultura y hasta los deportes. Con opiniones y an&#225;lisis con el punto de vista de la izquierda, para dar batalla a los grandes medios y su agenda. Tambi&#233;n este mes, nuestro peri&#243;dico La Verdad Obrera comenzar&#225; una nueva etapa. Con tiradas masivas y colectas, buscar&#225; extender nuestra influencia en nuevos gremios y estructuras de trabajadores. Y seguimos impulsando la revista te&#243;rico-pol&#237;tica Ideas de Izquierda, junto a destacados intelectuales que no pertenecen a nuestro partido pero que reivindican el programa y la perspectiva del Frente de Izquierda y los Trabajadores.&lt;br class='autobr' /&gt;
Son grandes apuestas para ampliar la difusi&#243;n de nuestras ideas y conquistar una corriente de influencia pol&#237;tica de decenas de miles de trabajadores y estudiantes.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Por un paro activo de 36 horas, con las banderas de Lear y de Donnelley</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Por-un-paro-activo-de-36-horas-con-las-banderas-de-Lear-y-de-Donnelley</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Por-un-paro-activo-de-36-horas-con-las-banderas-de-Lear-y-de-Donnelley</guid>
		<dc:date>2014-08-21T16:29:11Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Lear Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En su anuncio de la Ley de Pago Soberano del martes 19, Cristina Kirchner dijo la palabra &#8220;buitres&#8221; 11 veces.&lt;br class='autobr' /&gt;
Ese mismo martes, los delegados de base de la multinacional buitre Lear lograron ingresar a la f&#225;brica, convertida en un campo de concentraci&#243;n. Un ej&#233;rcito de polic&#237;as y gendarmes custodiaban a los &#8220;peligrosos&#8221; despedidos y sus familias. En su helic&#243;ptero sobrevolaba el flamante &#8220;Ministro de Trabajo&#8221; nacional y popular, el teniente Sergio &#8216;carapintada' Berni. Adentro, otros polic&#237;as y agentes privados buscaban impedir el ingreso de la comisi&#243;n interna a las l&#237;neas. El cuarto gremial hab&#237;a sido desguazado. La patota del SMATA completaba el cuadro: con la venia de la empresa, amenazaba a los leg&#237;timos representantes obreros.&lt;br class='autobr' /&gt;
Las im&#225;genes no son m&#225;s que un reflejo del devenir del gobierno kirchnerista en su &#250;ltima etapa.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Lear-Argentina" rel="tag"&gt;Lear Argentina&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton8327-6ea8c.jpg?1695922945' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Acceda a &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/La-Verdad-Obrera-No-583&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;La Verdad Obrera N&#176; 583&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En su anuncio de la Ley de Pago Soberano del martes 19, Cristina Kirchner dijo la palabra &#8220;buitres&#8221; 11 veces.&lt;br class='autobr' /&gt;
Ese mismo martes, los delegados de base de la multinacional buitre Lear lograron ingresar a la f&#225;brica, convertida en un campo de concentraci&#243;n. Un ej&#233;rcito de polic&#237;as y gendarmes custodiaban a los &#8220;peligrosos&#8221; despedidos y sus familias. En su helic&#243;ptero sobrevolaba el flamante &#8220;Ministro de Trabajo&#8221; nacional y popular, el teniente Sergio &#8216;carapintada' Berni. Adentro, otros polic&#237;as y agentes privados buscaban impedir el ingreso de la comisi&#243;n interna a las l&#237;neas. El cuarto gremial hab&#237;a sido desguazado. La patota del SMATA completaba el cuadro: con la venia de la empresa, amenazaba a los leg&#237;timos representantes obreros.&lt;br class='autobr' /&gt;
Las im&#225;genes no son m&#225;s que un reflejo del devenir del gobierno kirchnerista en su &#250;ltima etapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Intento bonapartista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En los &#250;ltimos d&#237;as, la Presidenta busc&#243; &#8220;pegar por izquierda&#8221;. Critic&#243; al juez Griesa y a quienes quieren pagar ahora a los buitres que no entraron al canje (ver p&#225;gina 3). Denunci&#243; a los empresarios de Donnelley (aunque luego retroceder&#237;a), y les record&#243; a las patronales que rige la Ley de Abastecimiento (aunque no sea m&#225;s que un control superficial de sus negocios).&lt;br class='autobr' /&gt;
Mientras tanto, sigue pegando por derecha, como muestra el creciente peso de Berni o el caso de Lear.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En ese marco la Presidenta acudi&#243; a la cadena nacional dos veces en pocos d&#237;as. Fue la realidad la que oblig&#243; a exagerar arengas y anunciar medidas. La crisis de la deuda, la recesi&#243;n econ&#243;mica, el surgimiento de luchas duras con fuerte presencia de la izquierda, han obligado al gobierno a colocarse en el centro de la escena.&lt;br class='autobr' /&gt;
Acude entonces a formas bonapartistas de gobernar: ponerse &#8220;por encima&#8221; de las clases sociales, pegando &#8220;por derecha&#8221; y &#8220;por izquierda&#8221;, para tratar de mantener un equilibrio y contener la crisis. Como en todo arbitraje bonapartista, favorece a los poderosos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero, m&#225;s all&#225; de la grandilocuencia del relato y los anuncios, no deja de ser el bonapartismo de un gobierno en su fin de ciclo. Por eso tiene sus rasgos de aventura: no puede descartarse que la cuesti&#243;n de la deuda termine en una crisis superior. O que la resistencia obrera supere los l&#237;mites que le impone la burocracia, y vayamos a momentos de mayor conflictividad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resistencia creciente&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ni los dibujos oficiales pueden negar el avance de la recesi&#243;n, que convive con una persistente inflaci&#243;n. El mismo Indec reconoce el deterioro del &#8220;mercado laboral&#8221; en el primer semestre. Si bien los despidos a&#250;n no son masivos, en los lugares de trabajo se palpa que los tiempos venideros no ser&#225;n sencillos. Es esa situaci&#243;n la que permite que aquellos sectores obreros que enfrentan la p&#233;rdida de puestos de trabajo despierten la simpat&#237;a de cientos de miles de trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Y mientras los empresarios buscan despegarse de los &#8220;costos de la recesi&#243;n&#8221; y la burocracia sindical se convierte en una &#8220;agencia de suspensiones y despidos&#8221;, las luchas de Lear y Donnelley son la avanzada de una creciente resistencia al intento de ajustar al pueblo trabajador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Lear, los obreros hace m&#225;s de 3 meses vienen luchando contra las suspensiones, los despidos, la persecuci&#243;n de los activistas y la destituci&#243;n de sus leg&#237;timos delegados. Su lema &#8220;Familias en la calle nunca m&#225;s&#8221; se est&#225; convirtiendo en una bandera para toda la clase obrera (ver p&#225;g 6). En las &#250;ltimas semanas se ha sumado la gr&#225;fica Donnelley, donde sus trabajadores decidieron enfrentar el cierre fraudulento gestionando ellos mismos la planta. Es un desaf&#237;o enorme el que tienen por delante, pero tambi&#233;n es enorme la experiencia sindical y pol&#237;tica que han hecho estos a&#241;os. Con esa convicci&#243;n dicen: &#8220;Peleamos para que esta empresa sea expropiada, estatizada y gestionada por nosotros mismos. Es rentable y puede ofrecerle importantes servicios a la comunidad, imprimiendo libros, manuales escolares&#8221;. Los gr&#225;ficos abrazan orgullosos la tradici&#243;n de los ceramistas de Zanon, con el valor de que la nueva experiencia se desarrolla en la estrat&#233;gica Zona Norte del Gran Buenos Aires (ver p&#225;g 6).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo, la amenaza a los puestos de trabajo y el hecho de que las paritarias vayan quedando por detr&#225;s de la inflaci&#243;n gradualmente, explican que no estemos frente a un ascenso extendido de las luchas obreras. Hay importantes huelgas por salario, sobre todo en sectores estatales como los docentes universitarios tucumanos o los maestros salte&#241;os, pero de conjunto las burocracias sindicales logran mantener la pasividad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un polo independiente para preparar un verdadero paro activo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero los obreros de Donnelley y Lear han dado un paso m&#225;s. Han tomado la posta de darle nuevo impulso a la organizaci&#243;n de la vanguardia obrera. Este s&#225;bado 16, frente a la emblem&#225;tica Ford, realizaron un important&#237;simo Encuentro que no solo vot&#243; resoluciones de apoyo a las luchas y acord&#243; avanzar en la coordinaci&#243;n, sino que destac&#243; la exigencia a las centrales sindicales para que pongan fecha a un paro nacional activo de 36 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto a los sectores combativos, podemos mostrar un polo alternativo a la burocracia sindical el pr&#243;ximo paro. Como el 20N y el 10A, habr&#225; que realizar asambleas para prepararlo. Proponiendo piquetes y movilizaciones conjuntas para mostrar nuestra fuerza, y un programa que supere los reclamos limitados que levantan las CGT y CTA opositoras. Que plantee el apoyo a las luchas en curso (Donnelley, Lear, EmFer, TATSA, Shell, Honda, Calsa, docentes), la prohibici&#243;n de despidos y suspensiones, la eliminaci&#243;n del impuesto al salario y la pelea por un salario igual a la canasta familiar, actualizado por la inflaci&#243;n real. Que enfrente la precarizaci&#243;n laboral y exija el pase a planta de contratados y tercerizados. Y rechace el pago de la deuda externa usuraria.&lt;br class='autobr' /&gt;
En las jornadas de paro y movilizaci&#243;n previstas para fin de mes, los obreros de Donnelley y Lear ser&#225;n protagonistas. Como plantearon en el Encuentro, su palabra debe tener un lugar destacado en toda movilizaci&#243;n que se proponga ser combativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A la izquierda no est&#225; la pared&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero estos d&#237;as hubo m&#225;s discursos para la tribuna. &#8220;Para los que me quieran correr por izquierda, les notifico que a mi izquierda, &#191;saben qu&#233; hay? La pared nada m&#225;s, viste&#8221;. Quiz&#225; la met&#225;fora sea un gui&#241;o a los muchachos de Gerardo &#8220;Batall&#243;n 601&#8221; Mart&#237;nez (UOCRA), que escuchaban a la Presidenta en Casa de Gobierno. Sus palabras sal&#237;an al cruce de un hecho indiscutible de los &#250;ltimos meses. La izquierda clasista es quien ha aparecido ante los ojos de millones como un actor fundamental en las luchas contra los despidos. A la pregunta &#191;qui&#233;n levanta consecuentemente una cuesti&#243;n tan sentida como &#8220;familias en la calle nunca m&#225;s&#8221;?, se podr&#237;a responder &#8220;nosotros, la izquierda&#8221;. El gobierno &#8220;del empleo y los derechos humanos&#8221; aparece garantizando los despidos con los gendarmes de Berni y las patotas de Pignanelli.&lt;br class='autobr' /&gt;
El PTS tiene el orgullo de tener una responsabilidad central en este fen&#243;meno. Junto a compa&#241;eros independientes, somos la principal corriente de la izquierda clasista en las comisiones internas que protagonizan estas hist&#243;ricas luchas. El apoyo m&#225;s consecuente a todas las acciones y al fondo de lucha de los obreros de Lear y el apoyo a la gesti&#243;n obrera en Donnelley, son parte de nuestra militancia cotidiana. Y as&#237; seguir&#225; siendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero adem&#225;s en esta etapa, el gran reconocimiento y simpat&#237;a que han conquistado estas luchas y la izquierda obrera nos tiene que permitir dar nuevos pasos en la construcci&#243;n de un partido de trabajadores, revolucionario, que se prepare para evitar que el fin de ciclo del kirchnerismo sea canalizado por variantes que descarguen la crisis sobre los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En estas semanas vamos a lanzar el primer diario digital de la izquierda argentina, entre otras iniciativas que votamos en nuestro reciente Congreso, con el fin de influir con nuestro programa e ideolog&#237;a en las franjas crecientes de la clase trabajadora y la juventud que avanzan hacia la izquierda.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Argentina: Chantajes contra el pueblo trabajador</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Chantajes-contra-el-pueblo-trabajador</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Chantajes-contra-el-pueblo-trabajador</guid>
		<dc:date>2014-08-07T16:37:49Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Lear Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En estos d&#237;as, el gobierno sigue sus &#8216;tironeos' con los fondos buitres. Discursea para la tribuna pero deja correr que banqueros y grandes empresarios (antes &#8216;las corporaciones') negocien la compra de parte de la deuda a los buitres. Hasta se anotaron en la &#8216;patriada' la gloriosa JP&#8230; Morgan y los popes de la banca internacional. Pero el acuerdo no llega. Scalabrini Ortiz, el pensador m&#225;s citado por el kirchnerismo, dec&#237;a que &#8220;estos asuntos de econom&#237;a y finanzas son tan simples. Cuando usted no entiende una cosa, pregunte hasta que la entienda. Si no la entiende es que est&#225;n tratando de robarlo&#8221;. Todos, cuando se apagan los flashes, est&#225;n de acuerdo con seguir el saqueo de la deuda.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton8247-37b8d.jpg?1695922945' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/La-Verdad-Obrera-No-581&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.pts.org.ar/La-Verdad-Obrera-No-581&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;En estos d&#237;as, el gobierno sigue sus &#8216;tironeos' con los fondos buitres. Discursea para la tribuna pero deja correr que banqueros y grandes empresarios (antes &#8216;las corporaciones') negocien la compra de parte de la deuda a los buitres. Hasta se anotaron en la &#8216;patriada' la gloriosa JP&#8230; Morgan y los popes de la banca internacional. Pero el acuerdo no llega. Scalabrini Ortiz, el pensador m&#225;s citado por el kirchnerismo, dec&#237;a que &#8220;estos asuntos de econom&#237;a y finanzas son tan simples. Cuando usted no entiende una cosa, pregunte hasta que la entienda. Si no la entiende es que est&#225;n tratando de robarlo&#8221;. Todos, cuando se apagan los flashes, est&#225;n de acuerdo con seguir el saqueo de la deuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero por si esta opci&#243;n fracasa, el gobierno intenta ganar tiempo hasta enero, momento en que vence la cl&#225;usula Rufo por la cual no puede hacer una mejor oferta a los buitres que la realizada a la que entraron a los canjes. Si lo hace enfrentar&#237;a una andana de juicios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El escenario est&#225; abierto, pero la crisis de la deuda se agrava. El plan de volver a endeudarse para reactivar la econom&#237;a qued&#243; postergado. Entonces, los que ayer auguraban un &#8216;final feliz' y &#8216;nuevos negocios', hoy son los primeros en pronosticar tormentas. &#8220;Imaginar que pueda haber inversi&#243;n hoy es casi un disparate&#8221; sentencia M&#233;ndez, el jefe de la Uni&#243;n Industrial Argentina; &#8220;un arreglo es cada d&#237;a m&#225;s lejano, los mercados y la econom&#237;a sufrir&#225;n&#8221; dice ahora &#225;mbito Financiero. En un contexto recesivo, con escasez de d&#243;lares e inestabilidad econ&#243;mica, las presiones devaluatorias pueden traer nuevos golpes a la econom&#237;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#191;Qui&#233;n paga?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los datos matan el relato. El sector privado est&#225; creando menos puestos que los necesarios para absorver a los nuevos trabajadores que buscan incorporarse al mercado laboral. Encima, 43 de cada 100 nuevos puestos son informales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los sectores m&#225;s afectados, se sabe, son los mec&#225;nicos. &#8220;12.200 fueron suspendidos y 880 despedidos, se les termin&#243; el contrato o recibieron jubilaciones anticipadas&#8221;, dice el oficialista SMATA. Otro oficialista, Cal&#243;, reconoci&#243; 10.000 suspensiones en la UOM, y en el comercio la toma de empleados est&#225; paralizada desde febrero. En la construcci&#243;n hay casi un 5% menos de puestos registrados que en igual mes de 2013. Los bur&#243;cratas de Balcarce 50 hablan como si fueran encuestadores, cuando en realidad son los grandes responsables de que los trabajadores no puedan responder a los ataques (casi siempre acordados con ellos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La ca&#237;da del consumo ya se est&#225; notando, sobre todo en el interior&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ante ese panorama recesivo y la crisis de la deuda, las declaraciones de los empresarios y funcionarios funcionan como un chantaje ante cualquier reclamo obrero. El jefe de gabinete Capitanich aclar&#243; que no habr&#225; ni reapertura de paritarias, ni cambios en el impuesto al salario. Y est&#225; visto el rol que viene jugando el gobierno en las luchas contra los despidos: aval&#243; los despidos en Gestamp, el vaciamiento en Emfer, y el ataque a los trabajadores de Lear, estos dos &#250;ltimos con represiones.&lt;br class='autobr' /&gt;
Esta pol&#237;tica del gobierno no har&#225; m&#225;s que profundizar la ruptura de sectores de la clase obrera que se expres&#243; con el paro del 20 de noviembre de 2012, y nuevamente este 10 de abril.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El logro de una lucha de d&#233;cadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El otro hecho que conmovi&#243; esta semana fue la aparici&#243;n del nieto de Estela de Carlotto (ver p&#225;gina 4). La lucha por la restituci&#243;n de los nietos apropiados durante la dictadura es un sentimiento que abrazan millones de personas, que acompa&#241;an desde hace d&#233;cadas la causa de las Abuelas y repudian la impunidad de los genocidas. A todos ellos pertenece el logro de la aparici&#243;n de Guido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El gobierno, que quiere capitalizar este triunfo de la lucha democr&#225;tica, se niega a abrir los archivos de la dictadura que permitir&#237;an encontrar a los 400 nietos que siguen sin saber su identidad. Y adem&#225;s juzgar a los apropiadores. Pero el gobierno garantiza que contin&#250;e esa impunidad. Por eso el represor Milani manda el Ej&#233;rcito, la Gendarmer&#237;a esp&#237;a a los luchadores y junto a la Federal reprime las luchas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lear: un conflicto testigo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En ese panorama de recesi&#243;n, la lucha de los combativos obreros de Lear se ha transformado es el s&#237;mbolo de la lucha contra los despidos. Y tambi&#233;n en la muestra m&#225;s clara de la comuni&#243;n del gobierno &#8220;progresista&#8221; con las multinacionales buitres y las patotas sindicales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estos d&#237;as, la alianza anti-obrera sufri&#243; un nuevo rev&#233;s, cuando luego de doce resoluciones favorables a los trabajadores, el Ministerio de Trabajo anunci&#243; que cumplir&#237;a las &#243;rdenes de reinstalaci&#243;n de los delegados. &#8220;&#161;Ya era hora!&#8221;, como dijo el delegado Rub&#233;n Matu. Es que ya eran doce las resoluciones judiciales a favor de los trabajadores. Pero como tambi&#233;n marcaba Matu, en el comunicado difundido por el ministerio, nada dec&#237;a de los que siguen despedidos: &#8220;estas familias est&#225;n peleando a&#250;n por sus puestos de trabajo y no vamos a permitir que pierdan el empleo&#8221;. La asamblea obrera respondi&#243; &#8220;Todos adentro&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero cada conquista de los trabajadores, es seguida por un nuevo intento de la multinacional y la burocracia de quebrar la lucha. A la salida de esta edici&#243;n, los portones de la f&#225;brica estaban cerrados y la f&#225;brica segu&#237;a militarizada. El lock-out buitre quiere evitar el ingreso de los delegados y seguir dejando familias en la calle. El nuevo chantaje deja expuesta la &#250;ltima maniobra del ministerio: demor&#243; el cumplimiento de la orden judicial para que la patronal y el SMATA organicen el lock-out.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero los despedidos siguen firmes. Durante la semana continuaron con los piquetes y la difusi&#243;n de su conflicto, que ya ha conquistado un enorme apoyo popular. Ese apoyo sostiene la fuerza de los trabajadores, lo mismo que la unidad con otros sectores combativos del movimiento obrero y de la izquierda clasista. Nuestro partido, el PTS, ha estado en la primera fila, aportando fuerza militante y propuestas para responder a cada uno de los ataques y para que la lucha se convierta en una causa nacional. La militancia del fondo de huelga, junto con nuestras compa&#241;eras y compa&#241;eros de decenas de agrupaciones clasistas, creemos que ha sido y seguir&#225; siendo fundamental para esta batalla.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este viernes, estaremos junto a todas las organizaciones que apoyan a los obreros de Lear, en la quinta jornada nacional de lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hace falta un paro nacional activo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Si la situaci&#243;n econ&#243;mica se vuelve m&#225;s cr&#237;tica, el gobierno y los empresarios intentar&#225;n descargar la crisis sobre el pueblo trabajador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso la primera tarea es rodear de solidaridad cada lucha contra los despidos, las suspensiones, los vaciamientos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los diputados del PTS-FIT Nicol&#225;s del Ca&#241;o y Christian Castillo ya presentaron proyectos en el Congreso y la Legislatura bonaerense para que se proh&#237;ban los despidos y suspensiones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El sindicalismo combativo tiene que jugarse por estas luchas, para que nadie pelee solo. Y exigirle a las centrales sindicales opositoras que abandonen la tregua y dejen de postergar el paro activo de 36 horas que necesitamos para frenar el ajuste. Ser&#225; la &#250;nica manera de conquistar todos los reclamos obreros: que se reparta el trabajo sin afectar el salario, reapertura de las paritarias, reajuste de salarios de acuerdo a la inflaci&#243;n real, eliminaci&#243;n del impuesto al salario, 82% para los jubilados. Y rechazar el pago de la deuda que saquea al pa&#237;s en beneficio del imperialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que la crisis la paguen los capitalistas.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Con los obreros, s&#237;; con los buitres, no</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Con-los-obreros-si-con-los-buitres-no</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Con-los-obreros-si-con-los-buitres-no</guid>
		<dc:date>2014-06-26T21:11:51Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar, Pablo Anino</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>FIT Argentina</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Tras la pirotecnia verbal, el gobierno se rindi&#243; ante el juez de Nueva York y se prepara para negociar con los fondos buitre. Thomas Griesa design&#243; a Daniel Pollack como mediador, un abogado &#8220;con fuertes ra&#237;ces en la comunidad inversora de Wall Street&#8221; (La Naci&#243;n, 23/6). La &#8220;estrategia&#8221; oficial seguir&#225; regida por abogados yanquis del estudio Cleary, Gottlieb Steen &amp; Hamilton. La pol&#237;ca de dormir con el enemigo ya la hab&#237;an usado los K mientras cursaba la apelaci&#243;n ante la Corte estadounidense, confi&#225;ndole la tarea a Paul Clement, un ex funcionario de George W. Bush.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/FIT-Argentina" rel="tag"&gt;FIT Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH111/arton8056-2a840.jpg?1695922945' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='111' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Tras la pirotecnia verbal, el gobierno se rindi&#243; ante el juez de Nueva York y se prepara para negociar con los fondos buitre. Thomas Griesa design&#243; a Daniel Pollack como mediador, un abogado &#8220;con fuertes ra&#237;ces en la comunidad inversora de Wall Street&#8221; (La Naci&#243;n, 23/6). La &#8220;estrategia&#8221; oficial seguir&#225; regida por abogados yanquis del estudio Cleary, Gottlieb Steen &amp; Hamilton. La pol&#237;ca de dormir con el enemigo ya la hab&#237;an usado los K mientras cursaba la apelaci&#243;n ante la Corte estadounidense, confi&#225;ndole la tarea a Paul Clement, un ex funcionario de George W. Bush.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Supuestamente su intervenci&#243;n favorecer&#237;a a Argentina. Los resultados est&#225;n a la vista. Hasta en los &#8220;detalles&#8221; se nota la pleites&#237;a &#8220;nacional y popular&#8221; al imperialismo. Ellos ponen la cancha, la pelota, los &#225;rbitros y hasta los jugadores que deber&#237;an defender los colores nacionales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un ministro en aprietos en Nueva York&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Axel Kicillof aprovech&#243; una invitaci&#243;n de &#250;ltimo momento y viaj&#243; a Nueva York a defender la postura del gobierno argentino frente al &#8220;G77 + China&#8221; (el grupo de los &#8220;pa&#237;ses en desarrollo&#8221; -semicoloniales y dependientes- dentro de la ONU). La semana pasada proclam&#243; que los buitres &#8220;no pasar&#225;n&#8221;. Pero en la capital mundial de las finanzas su relato fue menos &#233;pico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para el Financial Times el fallo de Griesa es una extorsi&#243;n contra Argentina. La Conferencia de Naciones Unidas sobre el Comercio y el Desarrollo (UNCTAD) alert&#243; sobre las consecuencias en futuras reestructuraciones. A favor de Argentina, se pronunciaron la CELAC, la UNASUR y los pa&#237;ses latinoamericanos. Incluso previamente el gobierno de Barack Obama, Francia y hasta el FMI se manifestaron contra los buitres. Estas &#8220;solidaridades&#8221; no hablan de una causa com&#250;n del mundo con nuestro pa&#237;s. M&#225;s bien lo que se devel&#243;, adem&#225;s de la p&#233;rdida de soberan&#237;a que implica la deuda externa, es la ausencia de mecanismos consensuados para reestructurar deudas, inscriptas en la situaci&#243;n. Es que la crisis mundial sigue, aunque est&#233; relativamente contenida por la intervenci&#243;n estatal para salvar a los bancos y hundir a los trabajadores. Lo que reclama el stablishment son reglas claras para organizar el banquete carro&#241;ero de los buitres. El kirchnerismo intenta usar este lobby internacional y el viaje del ministro para alivianar la derrota ante los buitres y &#8220;maquillar&#8221; un poco la entregada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contrarreloj&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Si no se establece nuevamente el &#8220;stay&#8221; (cautelar) para suspender el fallo de Griesa, el 30 de junio Argentina habr&#225; incumplido con la parte de la deuda que se paga en Nueva York. Un mes despu&#233;s entrar&#237;a en default t&#233;cnico, frustrando la vuelta a los &#8220;mercados&#8221; para conseguir d&#243;lares que permitan salir de la recesi&#243;n econ&#243;mica por la escasez de divisas. &#8220;Pedimos no tener que resolver esto en tres d&#237;as&#8221;, rog&#243; Kicillof en Nueva York. El gobierno qued&#243; preso de las reglas y jurisdicciones de pago aceptadas por Lavagna y Kirchner, por De la R&#250;a y todos los gobiernos anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los trascendidos son muchos. Desde que Goldman Sachs se ofreci&#243; como intermediario proponi&#233;ndole al gobierno una operaci&#243;n como la hecha con Repsol, hasta que hay un principio de acuerdo (seg&#250;n Aldo Pignanelli, ex presidente del BCRA con Duhalde), hasta la visi&#243;n opuesta seg&#250;n la cual los fondos buitre podr&#237;an jugarse a imponer el default, cobrar un seguro especulativo y a la vez seguir el litigio para cobrar los bonos (P&#225;gina 12, 21/6). Aunque el gobierno argentino quiere negociar, &#8220;patriada&#8221; en la que es acompa&#241;ado por toda la oposici&#243;n patronal de Massa, FAUNEN y Macri, no est&#225; descartado que los buitres impongan condiciones imposibles que lleven al cese de pagos el 30 de junio. Todas las alternativas est&#225;n abiertas. Las negociaciones no estar&#225;n exentas de tensiones que repercutan sobre la econom&#237;a con nuevos cimbronazos, corridas cambiarias o devaluaciones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ataque a los luchadores y a la izquierda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero los capitales imperialistas se fijaron otro objetivo. Como dicen los trabajadores de Lear y Donnelley: &#8220;Nos atacan los patrones buitres&#8221;. Las multinacionales yanquis est&#225;n montando una ofensiva contra los trabajadores y su organizaci&#243;n. Lear Corporation, que factur&#243; a nivel global U$S1.800 millones, primero suspendi&#243; a 300 trabajadores en la planta de Pacheco, ahora suspende a 200 pero sin pagarles. El Ministerio de Trabajo dijo que eso es ilegal, pero la patronal las mantiene. &#191;El SMATA? Ya demostr&#243; en VW y Gestamp que su compromiso es con los empresarios y no con los trabajadores en lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;RR Donnelley, la gr&#225;fica l&#237;der en el mundo, present&#243; un preventivo de crisis y pretende despedir 123 trabajadores de su planta de Gar&#237;n. &#191;Crisis en una empresa que en 2013 declar&#243; ganancias por U$S218 millones a nivel mundial y lidera el mercado editorial del pa&#237;s?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las empresas yanquis quieren ganar m&#225;s echando trabajadores, declarando una crisis que jam&#225;s podr&#237;an demostrar. Pero no es casual. Con los buitres marcando el ritmo de la situaci&#243;n pol&#237;tica, el gobierno y las multinacionales han decidido lanzar una ofensiva contra los trabajadores y la izquierda. Atacan all&#237; donde tiene peso el sindicalismo combativo y de izquierda, en este caso en la Zona Norte. A los que fueron parte del Encuentro Sindical Combativo de Atlanta y luego destacaron en el paro del 10 de abril una expresi&#243;n independiente de la burocracia. Los que participaron del encuentro regional que se realiz&#243; en esa zona y m&#225;s tarde participaron de los piquetes y movilizaron para apoyar a Gestamp en su lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Est&#225; por verse si pueden avanzar con su ofensiva. Primero, porque los trabajadores han mostrado que van a ofrecer resistencia. Y adem&#225;s, porque tambi&#233;n hay bronca en los gremios donde tiene peso la burocracia oficialista, como se vio en telef&#243;nicos, en la alimentaci&#243;n y antes se hab&#237;a visto en las huelgas docentes de todo el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La burocracia opositora, mientras tanto, mantiene la tregua. Los Moyano no pueden ser m&#225;s oportunistas: Hugo dice que el pago de la deuda se descargar&#225; sobre los trabajadores, pero su hijo Pablo sale a decir que hay que negociar con los buitres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los ataques tambi&#233;n llegaron a los legisladores que apoyan estas luchas y denuncian los negociados con el imperialismo. En C&#243;rdoba, Mendoza y Salta atacan a los legisladores del FIT, amenaz&#225;ndolos con sanciones. Rechacemos tambi&#233;n esta ofensiva y defendamos las bancas del Frente de Izquierda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Con los obreros de Lear y Donnelley, contra los buitres&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hagamos nuestra la denuncia de los trabajadores: &#8220;Las multinacionales yanquis quieren el hambre de nuestros hijos para garantizar sus abultadas ganancias&#8221;.&lt;br class='autobr' /&gt;
El PTS vot&#243; en su XIV Congreso una campa&#241;a de apoyo a los obreros de Lear y Donnelley y a todos los que luchan contra los despidos, las suspensiones y en defensa del salario. Este jueves 26 nos concentramos en Callao y Corrientes a las 16 hs, para marchar luego a las 18hs hasta la C&#225;mara de Comercio Norteamericana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El Congreso reiter&#243; el llamado a profundizar el camino iniciado en el Encuentro Sindical Combativo de Atlanta, convocando a un nuevo Encuentro Nacional, masivo y unitario. Creemos que esa ser&#225; la forma de pararle la mano a los empresarios, al gobierno, los partidos patronales y la burocracia oficialista, levantando una alternativa a la burocracia opositora de Moyano y compa&#241;&#237;a. Insistimos en convocar a todas las corrientes clasistas y combativas, como el PO, a sumarse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las consecuencias de un nuevo acuerdo con los &#8220;buitres&#8221; volver&#225;n a ser pagadas por el pueblo trabajador. Por eso decimos: no al pago de la deuda, abajo los acuerdos con el capital financiero imperialista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis de la deuda, incluyendo el pago al Club de Par&#237;s y todos los acuerdos con el capital imperialista, no deben ser debatidos a espaldas del pueblo. Por eso planteamos: consulta popular vinculante y movilizaci&#243;n de masas contra la entrega nacional.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Escuela de marines</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Escuela-de-marines</link>
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		<dc:date>2012-12-20T05:01:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>EE.UU.</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica del Norte</dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En Estados Unidos hay 270 millones de armas en manos de particulares. La mitad de los hogares las tienen. La crisis dispar&#243; el negocio. As&#237; se convirti&#243; en una de las pocas industrias que cre&#243; empleos, y tuvo ganancias millonarias.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_3287 spip_documents'&gt;
&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L400xH195/arton5965-e3097.jpg?1692695478' width='400' height='195' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Lucho Aguilar&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sadiqual&#225; Naim escuch&#243; el ladrido de los perros y despert&#243;. La noche en Kandahar era cerrada, pero esa luz endemoniada lo ceg&#243;. Entonces escuch&#243; los gritos de sus hermanos. &#8220;Somos ni&#241;os, somos ni&#241;os&#8221;. Primero los disparos, luego el silencio. Sadiquel&#225; corri&#243;, desesperado, a esconderse tras la cortina. No pudo aguantar el llanto y el marine apenas fall&#243;: de un tiro le lacer&#243; la oreja. Con 13 a&#241;os, fue el que llev&#243; la mejor parte. Hayi Mohamed Naim tuvo que enterrar a 4 de sus hijos en el polvo de Afganist&#225;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vanessa Bajraliu volvi&#243; a escuchar los ruidos afuera del aula y mir&#243; a la maestra, que decidi&#243; asomarse al pasillo. Explosiones y gritos, cada vez m&#225;s cerca. Le dijeron que iban a salir, pero ten&#237;an que cerrar los ojos. &#8220;Cerrar los ojos y abrazarse&#8221;. Los ruidos segu&#237;an y Vanessa entonces abri&#243; los ojos. Montones de polic&#237;as corr&#237;an por los pasillos. Parec&#237;an los de la tele, llenos de armas y chalecos, cascos y escudos. Ella corri&#243; con lo que ten&#237;a, un vestido rosa y unas botas nuevas. Abrazada a sus compa&#241;eros de grado lleg&#243; a la puerta de su escuela, en Newtown.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cazadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Una noche, en marzo de este a&#241;o, el marine Robert Bales sali&#243; a cazar. En dos poblados de Afganist&#225;n, a sangre fr&#237;a, mat&#243; a 16 civiles, 9 de ellos ni&#241;os. Bales era uno de los soldados &#8220;modelo&#8221; surgido de la base de Fort Leavenworth. Uno de los miles que invaden Afganist&#225;n (e Irak) desde hace m&#225;s de una d&#233;cada. Gracias a Bales y sus marines, Afganist&#225;n tiene la tasa de mortalidad infantil m&#225;s alta del mundo. Uno de cada cuatro ni&#241;os muere antes de alcanzar los cinco a&#241;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La semana que pas&#243;, Adam Lanza, de 20 a&#241;os, sali&#243; a cazar. Entr&#243; con un rifle y pistolas autom&#225;ticas a la escuela donde su madre era docente, en Newtown. No escuch&#243; ni s&#250;plicas ni plegarias. Mat&#243; a 20 ni&#241;as y ni&#241;os, y a 6 profesoras del colegio. Como Bales, sus disparos fueron certeros, ensordecedores. Bang bang. Lanza entr&#243; as&#237; en la &#8220;gloriosa&#8221; p&#225;gina de los tiradores de Columbine, de la Universidad de Virginia, del estreno de Batman.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El crimen y la industria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Estados Unidos hay 270 millones de armas en manos de particulares. La mitad de los hogares las tienen. La crisis dispar&#243; el negocio. Desde 2008 se gestionaron m&#225;s de 50 millones de permisos para portar pistolas y rifles. Una industria fenomenal. La empresa Ruger creci&#243; un 86% en los &#250;ltimos cuatro a&#241;os. Lo mismo la Smith &amp; Wheson. As&#237; se convirti&#243; en una de las pocas industrias que cre&#243; empleos, y tuvo ganancias millonarias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cualquiera puede comprar armas, pero si sos afroamericano ser&#225;s apuntado como un asesino en potencia. Este a&#241;o la polic&#237;a fue denunciada por varios casos de gatillo f&#225;cil contra esa comunidad. Otros millones de armas est&#225;n en manos del Ej&#233;rcito y las fuerzas de seguridad, las grandes responsables de la industria armamentista. Mientras la sociedad norteamericana se conmueve por las masacres en escuelas, permite que se utilicen t&#233;cnicas cada vez m&#225;s sofisticadas para asesinar personas all&#237; donde EEUU dice &#8220;defender intereses nacionales&#8221; o &#8220;luchar contra el terrorismo&#8221;. All&#237; pululan los aviones no tripulados, el f&#243;sforo blanco, y los misiles infalibles que tambi&#233;n arrasan con familias enteras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesar de tantos pertrechos de guerra, el grupo SWAT y toda su bosta entrenada para matar tard&#243; una hora en entrar al lugar donde se comet&#237;a la masacre. &#8220;Debemos proteger a los miembros de la fuerza&#8221;. Una ni&#241;a de 6 a&#241;os fue m&#225;s valiente y fingi&#243; estar muerta para evitar al asesino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dos caras de la misma moneda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A 5 a&#241;os de iniciada la crisis, en el segundo mandato del dem&#243;crata Obama, la tasa de desempleo para los menores de 25 a&#241;os supera el 16%. El costo de asistir a la educaci&#243;n superior se hace inaccesible para millones de j&#243;venes, lo mismo que la atenci&#243;n de salud (f&#237;sica y mental). Los responsables de las masacres de Connecticut, Oregon, Virginia, y Colorado ten&#237;an 20, 22, 23 y 24 a&#241;os, respectivamente. La filosof&#237;a del &#233;xito constante, y las frustraciones que viven los j&#243;venes en una sociedad que no tiene nada para ofrecerles, se profundizan en medio de una crisis sin precedentes. La mitad de las diez masacres m&#225;s espantosas de la historia norteamericana ocurrieron desde 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La misma crisis que hace crecer la polarizaci&#243;n pol&#237;tica y social, con el aumento de los cr&#237;menes de odio, la expansi&#243;n de grupos racistas y xen&#243;fobos, de las &#8220;milicias de frontera&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los Bales y los Lanza son dos caras de la misma moneda: una inmensa &#8220;escuela de marines&#8221;, que invaden pueblos enteros, y son noticia por las masacres en sus escuelas y cines. Y esa pol&#237;tica imperialista y militarista se expresa tambi&#233;n en la costumbre de usar armas para resolver cualquier problema. En defensa de tus intereses el otro se convierte en un enemigo al que ten&#233;s que eliminar. Sea Sadiquel&#225; o Vanessa. Cada masacre, cada bombardeo, hacen m&#225;s indiscutible la falta de perspectivas de un sistema social en decadencia. Hasta que no lo derribemos, el capitalismo seguir&#225; haciendo del planeta un lugar &#8220;inseguro&#8221;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Abajo las causas de la Panamericana</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Abajo-las-causas-de-la-Panamericana</link>
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		<dc:date>2011-11-03T16:00:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Contra los trabajadores de Kraft, PepsiCo, el sindicalismo de base y las organizaciones pol&#237;ticas que apoyaron los cortes y movilizaciones.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_2339 spip_documents'&gt;
&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L500xH300/Persec--19e23.jpg?1702831042' width='500' height='300' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra los trabajadores de Kraft, PepsiCo, el sindicalismo de base y las organizaciones pol&#237;ticas que apoyaron los cortes y movilizaciones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El 20 de agosto de 2009, dos d&#237;as despu&#233;s de los despidos masivos que efectu&#243; Kraft -Terrabusi, se hizo el primer corte de la Panamericana impulsado por una asamblea del turno noche, haci&#233;ndose as&#237; p&#250;blico lo que fue el principal conflicto fabril contra la crisis capitalista, una lucha testigo. Durante m&#225;s de tres meses de esta hist&#243;rica lucha se sucedieron las medidas que incluyeron 37 d&#237;as de paro y 11 cortes de ruta. Fue un conflicto enorme tras el cual quedaron fuera de la f&#225;brica 53 trabajadores, lo que se explica s&#243;lo por la firma de un acuerdo inconsulto por parte de la burocracia de Daer y la mayor&#237;a de la comisi&#243;n interna de ese momento. Desde el inicio del conflicto comenz&#243; a actuar la justicia penal. No s&#243;lo consiguieron el desalojo violento de la f&#225;brica sino que continuaron las causas contra los trabajadores y contra quienes los apoyaron.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los conflictos en 2010 y 2011 incluyeron nuevos cortes de ruta. El Juzgado Federal de Tres de Febrero (dependiente de la C&#225;mara Federal de San Mart&#237;n) a cargo del Juez Mariano Larrea, junto con el fiscal interviniente Paulo Starc, inici&#243; su cruzada por procesar a todo aquel trabajador y delegado que salga a protestar a la Panamericana. Hoy en d&#237;a el principal expediente por los cortes ya suma m&#225;s de 1.300 fojas y se investigan m&#225;s de 15 cortes entre el 2009 y el 2011. En ese expediente Hermosilla se encuentra procesado por 11 cortes, junto a Coria, Gentile, Norniella, Bogado, Penayo, Mar&#237;a Rosario, Ripoll y Pitrola (ver recuadro).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A la vez, un corte del 21 de octubre de 2010 en repudio al asesinato de Mariano Ferreyra que se hizo al mismo tiempo que un paro en la planta de Kraft, signific&#243; la apertura de nuevos expedientes en el mismo juzgado de Tres de Febrero y con el mismo fiscal. Esta vez ser&#237;an procesados Gentile, Coria y Norniella. Como si se tratara de un chiste ese d&#237;a tambi&#233;n se le inici&#243; una causa a la Gendarmer&#237;a... por negarse a reprimir y desalojar la ruta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Otras protestas tambi&#233;n derivaron en nuevos expedientes y causas: cuando los obreros de PepsiCo cortaron Panamericana contra el fraude laboral y por la efectivizaci&#243;n de los contratados, el Juzgado Federal de San Isidro a cargo de Conrado Bergesio (tambi&#233;n dependiente de la C&#225;mara Federal de San Mart&#237;n) proces&#243; a Leonardo Norniella y Catalina Balaguer por ese corte. La empresa, que viol&#243; la ley de forma obscena y tiene contratados por m&#225;s de un a&#241;o, no va a ser juzgada pese a ser la causante del conflicto. De la misma forma que Kraft no ir&#225; al banquillo de los acusados en ning&#250;n caso aunque fue la responsable de todo lo sucedido cuando decidi&#243; hacer despidos persecutorios. Por su parte, los obreros del Rioplatense y de Paty que cortaron rutas fueron procesados tambi&#233;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Solidaridad criminalizada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los delegados y dirigentes hicieron cortes en solidaridad con otras f&#225;bricas tambi&#233;n sufren procesos: Leo Norniella por apoyar los cortes de Kraft, Lorena Gentile de Kraft por el corte en repudio al asesinato de Mariano Ferreyra y solidarizarse con los obreros de Paty, N&#233;stor Pitrola y Vilma Ripoll por ser solidarios en los cortes de Kraft del 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carlos Zerrizuela, delegado del Frigor&#237;fico Rioplatense, y Hugo Costilla, de Paty, engrosan la lista de delegados procesados. Carlos Ruiz, ex delegado de CAT, junto con Diego Kondracki de la misma f&#225;brica, tienen otros procesos por cortar la ruta cuando Carlos fue despedido ilegalmente. Poco importa que una jueza haya resuelto su reincorporaci&#243;n demostrado el car&#225;cter persecutorio del despido. La empresa, seg&#250;n consta oficialmente en la causa, dijo que el despido de Ruiz buscaba que &#8220;no se infiltren los zurdos como en Kraft y PepsiCo&#8221;. Jorge Sobrado, ex detenido desaparecido y miembro del CeProDH, tiene tambi&#233;n proceso por ser parte de los cortes solidariamente y en el colmo de las persecuciones, se proces&#243; al abogado de los propios trabajadores, el Dr. Edgardo Moyano. Todos los cortes por el Despido de CAT (3 en total) se tramitan ante el Juzgado Federal n&#176; 1 de San Mart&#237;n a cargo de Daniel Guti&#233;rrez, que tambi&#233;n depende de la C&#225;mara de San Mart&#237;n, y la invistigaci&#243;n est&#225; a cargo del fiscal Starc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La fiscal&#237;a de Talar a cargo de la Dra. Capra convoc&#243; a declarar a casi 30 trabajadores de Kraft, incluyendo a muchos despedidos, por una presunta ocupaci&#243;n de la planta que termin&#243; de forma violenta el 25 de septiembre. Los cargos contra los obreros, estudiantes y militantes de las organizaciones solidarias que fueron detenidos ese d&#237;a siguen tambi&#233;n abiertas. Si no hay m&#225;s trabajadores procesados se debe a que la Justicia a&#250;n no llev&#243; adelante su propia resoluci&#243;n. Sucede que el juez Mariano Larrea resolvi&#243; en la &#8220;megacausa&#8221; citar personal de Recursos Humanos de Kraft para que identifique a los obreros que subieron a la Panamericana en defensa de sus derechos. &#161;Un gerente de Recursos Humanos identificando obreros de su f&#225;brica! No ser&#237;a la primera vez que las empresas colaborasen con las persecuciones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contra los delegados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto a estas causas penales, en los Tribunales Laborales de San Isidro las mismas patronales impulsan juicios de desafuero contra los delegados independientes. As&#237; est&#225;n abiertas las causas para desaforar al propio Hermosilla, a Julio T&#233;vez y Mar&#237;a Rosario de Kraft, a V&#237;ctor Ottoboni, Marcelo Gallardo y otros compa&#241;eros de FATE. Adem&#225;s Kraft impulsa denuncias penales contra Pamela Bulacio, Adri&#225;n Arga&#241;araz, Julio T&#233;vez y Elvio Baldasarri de la interna de Kraft, por lo que la mayor&#237;a de sus miembros se encuentran denunciados penalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la misma zona los trabajadores de la l&#237;nea 60 sufrieron ataques brutales por parte de una patota enviada por la empresa. Estos procesos son parte de los m&#225;s de 4.000 que en todo el pa&#237;s existen contra los luchadores y que llegaron al l&#237;mite de encarcelar por tres d&#237;as al dirigente Ferroviario Rub&#233;n Sobrero, mientras a&#250;n est&#225;n detenidos los trabajadores O&#241;ate, petrolero de Santa Cruz, y Olivera del Sitraic. Se impone una campa&#241;a unitaria y democr&#225;tica de todas las organizaciones obreras independientes, de los organismos de DD.HH. de todo el pa&#237;s y de los partido de izquierda y democr&#225;ticos para pararle la mano a las empresas, a la burocracia sindical y a la Justicia que quiere liquidar por esta v&#237;a la organizaci&#243;n democr&#225;tica de los trabajadores, de los que enfrentan a los bur&#243;cratas y no transan con los empresarios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;02-11-2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>&#8220;Responsabilidad y moderaci&#243;n&#8221;: el nuevo slogan K</title>
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		<dc:date>2011-02-03T18:30:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar, Ruth Werner</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;&#8220;Se es dirigente cuando se resuelven los conflictos. Algunos creen que cuanto m&#225;s duro se es, m&#225;s se est&#225; comprometido con el cambio. A veces me duele que muchos compa&#241;eros no se den cuenta que con sus acciones tensan la cuerda&#8221;.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_1510 spip_documents'&gt;
&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L267xH184/arton17020-d40d0-ff837.jpg?1693038414' width='267' height='184' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Se es dirigente cuando se resuelven los conflictos. Algunos creen que cuanto m&#225;s duro se es, m&#225;s se est&#225; comprometido con el cambio. A veces me duele que muchos compa&#241;eros no se den cuenta que con sus acciones tensan la cuerda&#8221;. Las palabras pertenecen a Cristina Fern&#225;ndez de Kirchner y fueron dirigidas a la CGT San Lorenzo, en el acto del martes 1&#176; de febrero en Santa Fe. El &#8220;socialista&#8221; Hermes Binner consent&#237;a desde el palco. El discurso vino acompa&#241;ado del decretazo de la conciliaci&#243;n obligatoria contra el conflicto que por m&#225;s de una semana mantuvo bloqueado el acceso a una decena de aceiteras del Gran Rosario. Los trabajadores ven&#237;an realizando medidas de fuerza en reclamo de un piso salarial de 5000 pesos y la equiparaci&#243;n con el sindicato m&#225;s importante del sector, que representa a los aceiteros. Tras el pedido de &#8220;moderaci&#243;n&#8221; y &#8220;mayor responsabilidad a los sindicatos en sus reclamos&#8221;, la CGT San Lorenzo levant&#243; las medidas acatando la orden de Ministerio de Trabajo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La presidenta hab&#237;a cerrado su discurso advirtiendo que &#8220;la verdadera defensa del modelo es permitir que el modelo siga funcionando&#8221;. &#191;Pero qu&#233; &#8220;modelo&#8221; propone defender realmente el gobierno &#8220;nacional&#8221; y &#8220;popular&#8221;?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Si tenemos en cuenta que las plantas aceiteras del Gran Rosario muelen 110.000 toneladas diarias de granos y la tonelada de soja cuesta 500 d&#243;lares, podemos advertir que las p&#233;rdidas son millonarias&#8221; se quejaba Alberto Jacobson, presidente de la C&#225;mara de Comercio e Industria de San Lorenzo, al referirse a los bloqueos. Justamente. En sus palabras puede leerse, si se quiere, toda una definici&#243;n del &#8220;modelo&#8221;. Empresarios que ganan millonadas mientras hay trabajadores de las grandes empresas aceiteras y cerealeras que cobran $1800 al mes, que est&#225;n tercerizados, sufren la mayor&#237;a de los accidentes de trabajo y no tienen derechos laborales y sindicales. El ataque a los obreros en lucha es prueba del doble discurso kirchnerista. El mismo gobierno que vocea contra los sojeros, se puso del lado de los pulpos exportadores de soja y aceite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Buena voluntad&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En las pr&#243;ximas semanas arrancan las negociaciones paritarias y con ellas la puja salarial. Las c&#225;maras empresarias nucleadas en el Grupo de los 6, se reunieron cuando todav&#237;a sonaban los ecos del discurso de la Presidenta. Y lanzaron: &#8220;no podemos dejar de manifestar nuestra preocupaci&#243;n ante expresiones de dirigentes sindicales que hacen p&#250;blicas, con inusual anticipaci&#243;n, lo que ser&#237;an sus pretensiones salariales. (&#8230;) La nueva escalada en el uso del m&#233;todo de acci&#243;n directa por parte de los sindicatos seguro estar&#225; en la mesa&#8221;. En la misma reuni&#243;n los l&#237;deres empresarios cuestionaron la designaci&#243;n de jueces laborales ligados a la CGT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As&#237;, el discurso de CFK fue toda una muestra de su &#8220;buena voluntad&#8221; ante el pedido de moderaci&#243;n en los reclamos salariales y de freno a la conflictividad que exigen las patronales. Una nueva marca del giro a la derecha de CFK que, prepar&#225;ndose para su reelecci&#243;n en los comicios de 2011, da otro signo de &#8220;seguridad&#8221; al establishment. Hay que sumarlo al pago de la deuda externa al Club de Par&#237;s, el respaldo al gobernador asesino Gildo Insfr&#225;n en Formosa luego de la brutal represi&#243;n que se llev&#243; la vida de los QOM de la Comunidad Primavera, la creaci&#243;n del Ministerio de Seguridad tras los hechos de Villa Soldati, y hasta la aceptaci&#243;n de hacer un r&#233;gimen penal para los menores (ver nota en p&#225;gina 7).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La apuesta de la derecha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El objetivo de debilitar la acci&#243;n directa y mermar el poder de los sindicatos, constituyen hoy dos puntos estrat&#233;gicos de la agenda de las grandes patronales. Eduardo Duhalde hizo de vocero de esta pol&#237;tica: &#8220;si llego a la Presidencia voy a cambiar cinco o seis leyes porque no podemos seguir pensando que los dirigentes gremiales de la educaci&#243;n son due&#241;os de la educaci&#243;n y los dirigentes gremiales de la salud son los due&#241;os de la salud (&#8230;) Hay que cambiar las normas donde hay sectores que han ido ganando derechos que perjudican a los argentinos&#8221; (Declaraciones hechas a Radio Brisas de Mar del Plata, 18/1/2011). D&#237;as despu&#233;s Felipe Sol&#225; repet&#237;a conceptos similares por televisi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoy los dardos apuntan directo al jefe de la CGT, convertido en blanco de los empresarios. No es que olviden que Hugo Moyano dio sobradas muestras de garantizar los techos salariales y la &#8220;gobernabilidad&#8221; (no hubo ninguna huelga general bajo el gobierno kirchnerista) pero cada vez miran con mayor recelo el juego propio del capo de la CGT, que saben, est&#225; basado en su capacidad de parar sectores estrat&#233;gicos de la econom&#237;a capitalista del pa&#237;s. Una expresi&#243;n distorsionada de la potencialidad y fuerza del movimiento obrero, algo que el m&#225;ximo bur&#243;crata de la CGT utiliza para favorecer sus privilegios corporativos y burocr&#225;ticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ante este escenario las patronales apuestan, de m&#225;xima, a fortalecer a un candidato opositor capaz de garantizar tras las pr&#243;ximas elecciones a un nuevo gobierno m&#225;s &#8220;propio&#8221; sin sindicatos fuertes o totalmente domesticados. Mientras pegan por derecha para fortalecer a los sectores m&#225;s conservadores al interior del gobierno K, como Scioli, enemigo del moyanismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A esta agenda de los empresarios y que vocifera el peronismo federal es a la que cede el kirchnerismo. Pero lo hace con un doble juego. Por un lado sostiene su alianza con la burocracia de Moyano -a quienes tras la muerte de Kirchner definieron como &#8220;la columna vertebral&#8221;- para mantener el control de los trabajadores. Mientras que por el otro, quiere demostrar que son ellos mismos, los kirchneristas, quienes pueden ponerle l&#237;mites al l&#237;der de la CGT. El pago de 1000 millones de pesos acumulados en el Fondo Solidario de Redistribuci&#243;n que se repartir&#225;n las obras sociales sindicales es una muestra de lo primero. El reciente discurso en Rosario contra los bloqueos en Santa Fe es un ejemplo de lo segundo. D&#237;as atr&#225;s Moyano hab&#237;a respaldado las medidas de fuerza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nuestra apuesta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El gran acuerdo que tienen las patronales, gobierno y oposici&#243;n, y la misma burocracia sindical, es en golpear al sindicalismo de base. Las tendencias a la acci&#243;n directa se han continuado durante todo el per&#237;odo kirchnerista y el intento de regimentar la acci&#243;n directa est&#225; a&#250;n lejos de imponerse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El duro conflicto de los tercerizados ferroviarios prendi&#243; nuevas alarmas. Los sectores m&#225;s explotados de la clase obrera enfrentaron a una de las burocracias m&#225;s podridas de la Argentina, aliada a los negocios del Estado y las privatizadas, y pusieron en la agenda nacional un reclamo que gener&#243; la simpat&#237;a de millones de trabajadores: el pase a planta y la igualdad de derechos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meses antes hab&#237;an sido los obreros de Kraft, Pepsico y Arcor quienes hab&#237;an roto el techo salarial con el &#8220;efecto 35 %&#8221; a trav&#233;s de los cortes de autopista y los paros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra estas y otras amenazas a las ganancias capitalistas y los privilegios de la burocracia es que se alzan los nuevos ataques. Desde los discursos contra la acci&#243;n directa de los &#250;ltimos d&#237;as, hasta la abierta criminalizaci&#243;n del derecho a la protesta que pesa sobre trabajadores ferroviarios, de Kraft y miles de procesados, incluido el intento de desafuero del delegado de base de Fate, V&#237;ctor Ottoboni (ver nota en p&#225;ginas centrales).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nuestros esfuerzos est&#225;n puestos en impulsar en el seno de la clase trabajadora una corriente clasista que se proponga recuperar a los sindicatos y las organizaciones de base de manos de la burocracia sindical. Para que no sigan maniatadas por dirigentes que s&#243;lo defienden sus privilegios y puedan desarrollar toda su potencialidad. Para defender a los delegados de base combativos atacados, para luchar en defensa de los contratados y la prepotencia patronal. Para pelear porque todos los trabajadores ganen un m&#237;nimo equivalente al costo de una canasta familiar, y por acabar con el trabajo en negro. Una corriente que luche para unir las fuerzas de los trabajadores con los sectores del pueblo pobre y oprimido, los que el gobierno y la derecha ahora quieren criminalizar.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>El aguante minero, el reality show burgu&#233;s</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/El-aguante-minero-el-reality-show-burgues</link>
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		<dc:date>2010-10-14T14:09:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Lucho Aguilar</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En total suman 4000 mil los mineros muertos cada a&#241;o. Enterrados en los socavones, envenenados por los gases t&#243;xicos, despatarrados por las explosiones, los noticieros no dicen una palabra de ellos. La burgues&#237;a y sus grandes cadenas televisivas se aprovechan del hero&#237;smo de los mineros chilenos y la alegr&#237;a del pueblo trabajador para montar un show medi&#225;tico que oculta la otra parte de la historia.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Minutos antes de que Florencio Avalos Silva emergiera de las entra&#241;as de la mina San Jos&#233;, las cadenas BBC, FOX y CNN levantaron su programaci&#243;n. Marcelo Tinelli interrumpi&#243; bailes y disputas. A partir de ese momento, 1000 millones de personas dejaron sus ojos clavados en los televisores que tra&#237;an las im&#225;genes desde Copiap&#243;. La final del &#250;ltimo Mundial &#8216;apenas' hab&#237;a convocado a 750 millones de televidentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La escenograf&#237;a, a esa altura, era conocida de memoria: la bandera de Chile y la sonrisa de campa&#241;a del presidente Sebasti&#225;n Pi&#241;era. Durante horas hubo que soportar los di&#225;logos - casi guionados - con su ministro Lawrence Golborne, ex gerente de la filial de la petrolera norteamericana Exxon Mobil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Golborne era quien se hab&#237;a tenido que guardar sus palabras a principios de agosto, cuando con l&#225;grimas de cocodrilo hab&#237;a sentenciado ante las c&#225;maras que &#8220;las probabilidades de encontrarlos con vida son bajas&#8221;. No contaba con la pericia y el oficio de los mineros, que hac&#237;a d&#237;as se las rebuscaban para sobrevivir, buscando escapes, racionando la comida y los medicamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Manos y pantallas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las manos de Pi&#241;era, cultivadas en el cheto barrio Las Condes, sostuvieron el mensaje de esperanza que recorri&#243; el mundo: &#8220;estamos vivos en el refugio; los 33&#8221;. Lo hab&#237;an escrito otras manos, curtidas, las de Jos&#233; Ojeda Vidal, conductor de maquinaria pesada. Mario G&#243;mez tambi&#233;n se las arregl&#243; para mandar la primera carta a las familias que hac&#237;an el aguante en el campamento, a pesar de haber perdido tres dedos con una carga de dinamita y sobrellevar una silicosis por trabajar en las minas desde los 12 a&#241;os. Tiene 63.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mil quinientos periodistas llegaron de todo el mundo para contar estas historias, y olvidar otras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde que comenz&#243; el operativo rescate, s&#243;lo en Chile murieron 8 mineros, en Los Pelambres, Collahuasi y 6 trabajadores en SQM tras una terrible explosi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tampoco los medios que llegaron desde Colombia dicen nada de la explosi&#243;n que se llev&#243; 70 mineros en Antioquia, hace pocas semanas. La CNN estadounidense olvida las 29 v&#237;ctimas de la mina de Virginia, y Televisa de M&#233;xico a los enterrados en Pasta de Conchos. Mientras comenzaba a bajar la c&#225;psula F&#233;nix, otros 9 mineros mor&#237;an en una explosi&#243;n en el noreste de China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En total suman 4000 mil los mineros muertos cada a&#241;o. Enterrados en los socavones, envenenados por los gases t&#243;xicos, despatarrados por las explosiones, los noticieros no dicen una palabra de ellos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La burgues&#237;a y sus grandes cadenas televisivas se aprovechan del hero&#237;smo de los mineros chilenos y la alegr&#237;a del pueblo trabajador para montar un show medi&#225;tico que oculta la otra parte de la historia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Piquetas y billetes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis capitalista acelera el saqueo de las multinacionales hasta lo m&#225;s hondo de la tierra, all&#237; donde los cerros &#8220;empiezan a llorar&#8221;, como dicen los mineros. Y m&#225;s, como ahora que el cobre y el oro aumentan sus valores ante la debilidad del d&#243;lar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;El salario del cobre&#8221;, hab&#237;a dicho Salvador Allende refiriendo el peso que ten&#237;a la miner&#237;a en Chile. Pero al salario del cobre se lo quedan las empresas privadas, que s&#243;lo en el primer semestre tuvieron ganancias por US$ 4.700 millones, casi lo mismo que en todo el a&#241;o anterior. Si en la &#233;poca de la nacionalizaci&#243;n, la participaci&#243;n de los obreros en la facturaci&#243;n era del 50 %, hoy es del 5 %.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Si 17 mil los trabajadores dependen de las empresas, otros 40 mil est&#225;n subcontratados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es lo que pasaba en la San Jos&#233;. &#8220;Por m&#225;s que el cerro crujiera, que avisara lo que ven&#237;a, en la empresa la orden - seg&#250;n este minero - era siempre la misma: producci&#243;n, producci&#243;n, producci&#243;n. Esta era la situaci&#243;n de los contratados, no la de los &#8220;contratistas&#8221; (los empleados tercerizados), que eran despedidos de inmediato si se negaban a trabajar en la zona m&#225;s cr&#237;tica&#8221; (P&#225;gina 12).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Al rescate&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para la puesta en escena, Pi&#241;era llam&#243; a toda la familia. &#8220;A metros de ah&#237;, su hermano, cantante, se paseaba abrazado con el payaso Rolly. Esto no cay&#243; muy bien en los familiares. &#8216;No s&#233; a qu&#233; lleg&#243; el hermano del presidente, creer&#225; que esto es un circo. Ninguno de los dos se quiere perder el show en que se ha trasformado esto&#8221;, dijo Jesica, cu&#241;ada de mineros&#8221; (P&#225;gina 12).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En medio de rezos y frases hechas, de himnos repetidos hasta el cansancio y conferencias &#8216;biling&#252;es', Pi&#241;era busc&#243; convertir la larga noche minera en el amanecer de un gobierno que ya cosech&#243; varios reclamos populares. Por eso el &#8216;operativo rescate' intent&#243; tapar el reclamo de los presos mapuches en huelga de hambre, de los que siguen abandonados tras el terremoto, de millones de chilenos que siguen &#8220;bajo tierra&#8221;. Y convertirlo en emblema de una &#8220;unidad nacional&#8221; que esconde lo que le toca a explotados y explotadores en esta historia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El protagonismo forzado de Pi&#241;era no puede ocultar que es parte de una clase social heredera de los asesinos de la masacre de Santa Mar&#237;a de Iquique y los matadores de los cordones industriales, que televisa el rescate de 33 mineros para seguir enterrando al resto de la clase obrera.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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