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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>Surge a Liga de Trabalhadores pelo Socialismo</title>
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		<dc:date>2008-06-16T13:25:52Z</dc:date>
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		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A Primeira Confer&#234;ncia Nacional da JIR-FT votou o lan&#231;amento da Liga de Trabalhadores pelo Socialismo (LTS)&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Venezuela-107" rel="tag"&gt;Venezuela&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;No s&#225;bado, dia 31/05, se realizou em Caracas a Primeira Conferencia Nacional da Juventud de Izquierda Revolucionaria - Fra&#231;&#227;o Trotskista (JIR-FT). Nesta confer&#234;ncia, participaram trabalhadores das lutas fabris mais emblem&#225;ticas e destacadas que tem se desenvolvido no &#250;ltimo per&#237;odo, como os trabalhadores da SIDOR, que acabam de obter um primeiro triunfo contra a transnacional Ternium (do grupo argentino Techint), e que arrancaram do governo Ch&#225;vez sua nacionaliza&#231;&#227;o, companheiros da f&#225;brica Sanit&#225;rios Maracay, que h&#225; mais de um ano v&#234;m lutando pela nacionaliza&#231;&#227;o da empresa e pelo controle oper&#225;rio, e que apesar dos golpes do governo nacional continuam em p&#233; na luta. Tamb&#233;m participaram companheiros da petroleira estatal PDVSA, oper&#225;rios da Universidade Central da Venezuela (UCV), trabalhadores da administra&#231;&#227;o p&#250;blica nacional e jovens estudantes da Universidade que se destacaram no enfrentamento &#227; rea&#231;&#227;o e ao imperialismo como o golpe de abril de 2002 e a paralisa&#231;&#227;o de sabotagem com uma pol&#237;tica independente do chavismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A confer&#234;ncia teve como norte a conforma&#231;&#227;o de uma nova liga revolucion&#225;ria como parte da ofensiva pela constru&#231;&#227;o de um forte partido oper&#225;rio revolucion&#225;rio no pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As discuss&#245;es centrais giraram em torno da situa&#231;&#227;o internacional - a atual crise econ&#244;mica que sacode a principal pot&#234;ncia mundial, os Estados Unidos, e seu processo de decad&#234;ncia, a situa&#231;&#227;o pol&#237;tica na Europa, em que se observam tend&#234;ncias &#227; direitiza&#231;&#227;o, ainda que n&#227;o de forma homog&#234;nea; a luta de classes em v&#225;rios pa&#237;ses, constatando uma din&#226;mica de lutas da classe oper&#225;ria, ainda que majoritariamente como lutas econ&#244;micas e n&#227;o como p&#243;lo pol&#237;tico. Tamb&#233;m se abordou a discuss&#227;o sobre a situa&#231;&#227;o nas regi&#245;es mais convulsionadas como Oriente M&#233;dio, em que se concentram as principais tens&#245;es mundiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A situa&#231;&#227;o da Am&#233;rica Latina ocupou um lugar destacado nos debates pelas novas tend&#234;ncias que tem emergido desde o come&#231;o do s&#233;culo, com processos revolucion&#225;rios como na Bol&#237;via, jornadas revolucion&#225;rias na Argentina ou as mesmo as mobiliza&#231;&#245;es que derrotaram ao golpe pr&#243;-imperialista e todas as tentativas da rea&#231;&#227;o interna na Venezuela, entre outras, e que depois, t&#234;m aberto espa&#231;o ao surgimento de todo tipo de governos, sejam do car&#225;ter nacionalista burgu&#234;s como Ch&#225;vez, ou do chamado &#8220;progressismo&#8221; na Argentina ou o pr&#243;prio governo com caracter&#237;sticas de frente popular de Evo Morales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A confer&#234;ncia discutiu com profundidade a situa&#231;&#227;o pol&#237;tica nacional com base nas Teses Nacionais apresentadas, e que partem do processo pol&#237;tico aberto no pa&#237;s desde o Caracazo at&#233; nossos dias. Discutiu o atual rumo do governo de Ch&#225;vez e os sintomas de esgotamento pol&#237;tico que come&#231;am a expressar-se, com tamb&#233;m os elementos da crise de &#8220;autoridade&#8221; do mesmo frente &#225;s massas exploradas que se evidenciou no resultado do referendum de 2/12/2007 depois de quase 10 anos de governo. Debateu-se sobre as novas lutas oper&#225;rias que tem se desenvolvido e as que come&#231;am a emergir, transformando aos trabalhadores no setor mais din&#226;mico atualmente, como foi no caso de SIDOR; e os processos, ainda que pequenos, de experi&#234;ncia pol&#237;tica com Ch&#225;vez. Na confer&#234;ncia partimos da necessidade de reivindicar abertamente uma posi&#231;&#227;o pol&#237;tica de princ&#237;pios, oper&#225;ria e socialista frente ao governo de Ch&#225;vez, sustentando a necessidade de por de p&#233; um partido oper&#225;rio revolucion&#225;rio, independente do chavismo, sustentando que somente a classe oper&#225;ria, sob seu pr&#243;prio programa e encabe&#231;ando o conjunto dos explorados, pode levar at&#233; o final a luta contra a burguesia e o imperialismo, pela liberta&#231;&#227;o nacional e pelo socialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste marco se abordou o debate das estrat&#233;gias de diferentes organiza&#231;&#245;es frente ao processo pol&#237;tico atual, algumas correntes que, ainda que utilizando a linguagem do trotskismo, se soma ao projeto de Ch&#225;vez, como &#233; o caso de Marea Socialista (ligado ao MST argentino) integrante do PSUV. Outras que vem adotando uma pol&#237;tica ziguezagueante frente ao chavismo como os impulsionadores da rec&#233;m-criada Unidad de Izquierda Socialista (ligada a IS da Argentina), que se somaram &#227; campanha &#8220;pelos 10 milh&#245;es de votos&#8221; a favor de Ch&#225;vez; e pequenos grupos como UST (ligado ao PSTU do Brasil), que apoiou nas presidenciais o voto em Ch&#225;vez e depois chamou a votar pelo N&#195;O junto &#227; oposi&#231;&#227;o burguesa no referendo da reforma constitucional e chegou ao descalabro de considerar progressiva as marchas da rea&#231;&#227;o interna estudantil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, a Conferencia Nacional resolveu o lan&#231;amento de uma nova organiza&#231;&#227;o, que adotou o nome de Liga de Trabajadores por el Socialismo (Liga de Trabalhadores pelo Socialismo - LTS), expressando a fus&#227;o de trabalhadores de diversas tradi&#231;&#245;es e experi&#234;ncias pol&#237;ticas com uma camada de jovens que nos &#250;ltimos anos vem lutando com punhos cerrados por uma pol&#237;tica independente da classe oper&#225;ria e dos setores explorados e oprimidos. Ao mesmo tempo se votou que a nova organiza&#231;&#227;o &#233; parte integrante da Fra&#231;&#227;o Trotskista - Quarta Internacional, pelo que se adotaram como pr&#243;prias as elabora&#231;&#245;es te&#243;rico-pol&#237;ticas e program&#225;ticas que vem sustentando como organiza&#231;&#227;o internacional, resolvendo tamb&#233;m manter a JIR como juventude da LTS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nascente LTS n&#227;o se considera o partido revolucion&#225;rio da Venezuela, mas sim uma liga marxista revolucion&#225;ria que luta conseq&#252;entemente por sua constru&#231;&#227;o. Por isso, lutamos para forjar toda uma camada de trabalhadores e estudantes, como verdadeiros estrategistas da revolu&#231;&#227;o, que saibam se ligar aos processos que est&#227;o se desenvolvendo no pa&#237;s, e nos mais agudos que vir&#227;o, assentando as bases para a constru&#231;&#227;o de um poderoso partido oper&#225;rio revolucion&#225;rio, sustentando firmemente que somente um governo dos trabalhadores e do povo pobre, baseado nas organiza&#231;&#245;es das massas e defendido pelas mil&#237;cias dos trabalhadores, ir&#225; at&#233; o final na resolu&#231;&#227;o dos graves problemas que atingem as massas exploradas da Venezuela e na luta pelo socialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Traduzido por Felipe Lomonaco&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="en">
		<title>First National Conference of the JIR-FT</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/First-National-Conference-of-the-JIR-FT</link>
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		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Toward the building of a new revolutionary workers' league in Venezuela...&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;The &lt;a href=&#034;http://www.jir.org.ve&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Juventud de Izquierda Revolucionaria, - Fracci&#243;n Trotskista (JIR-FT)&lt;/a&gt; will hold its First National Conference by the end of May. After recent years in the fight to develop a revolutionary workers' and socialist tendency, the Juventud de Izquierda Revoluionaria is entering a new phase of construction. Alongside workers from different factories of the country, like Sidor, Sanitarios Maracay, PDVSA, workers from the University and public sector institutions, and student youth, will carry out this First National Conference with the aim of launching a new revolutionary workers' league on the way to building a powerful workers' revolutionary party in the country. Workers from different political traditions and experiences are joining a layer of youths that in recent have been raising and vigorously fighting for political independence of the working class and all the exploited and oppressed sectors.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ch&#225;vez speaks in the name of a &#8220;revolution,&#8221; but none exists. In spite of his denunciations of the oligarchy and the &#8220;anti-imperialist&#8221; tone of his speeches, in all these years of governing and in spite of the enormous workers' and popular mobilization that defeated all the offensives by pro-imperialist reactionaries, he did not touch the property and the power of the bourgeoisie, not even that belonging to the sectors most ferociously in favor of a coup. The land continues in the hands of the large estate owners, and the country, in spite of its huge wealth in oil, has failed to overcome poverty, unemployment, low wages, and the extreme shortage of housing. He has not touched the essential positions of the Venezuelan landowners and capitalists, and has made partners of the transnational corporations through the mixed enterprises, as in the oil sector and other branches of the economy. What we are witnessing, in the case of the transnational corporations and the so-called nationalizations, rather than an &#8220;advance to socialism,&#8221; is a partial recovery for the state sphere of sectors of the economy that were sold off cheaply during the privatizing wave of the 1990's, taking advantage of today's extremely high oil income. In that it resembles the plan implemented in the 1970's, but with the condition that it is not a total return, since the transnational corporations remain with their lucrative businesses, keeping big stock packages, that reach 40% in some cases. Because of this content, and because these are not expropriations without compensation or payment, we call these government measures &#8220;pseudo-nationalizations.&#8221; Furthermore, these measures in no way involve any social liberation of workers, who continue to be subordinate and exploited, in the framework of &#8220;national development&#8221; that Ch&#225;vez is hawking.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The program needed to defeat the bourgeoisie and imperialism is the opposite of the one Ch&#225;vez is raising. There is no possibility of guaranteeing even a genuine expansion of the democratic rights and freedoms of the masses, without upsetting bourgeois ownership and breaking with imperialism. Without the expropriation of the big economic groups - and of the big agricultural landowners - there can be no end of the bleeding of the nation, caused by imperialist exploitation and existing social inequality, contrary to the claims of the calls to achieve a &#8221;fairer distribution of wealth.&#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As revolutionary socialists, who call for confronting, together with the masses, every attack by reactionaries and imperialism, we maintain that it is impossible to give Ch&#225;vez political support and that the working class must intervene with independent class politics. To get mobilized and organized, it is necessary to raise revolutionary politics independently of the tutelage of Ch&#225;vez' politics. To cement worker and popular unity and fight for a solution to confront the old regime and Ch&#225;vez' project, the working class must raise a program that includes radical democratic demands and intends to break all the political pacts that tie Venezuela to imperialism. That sweeps away repressive forces like the national armed forces and the police, that aims at dissolving the state security organs, as well as the hated Guardia Nacional and replaces them with real workers' and popular militias, a profound urban reform and an agrarian revolution.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;For this reason, now more than ever, the working class needs to intervene independently, with its own methods, by raising an anti-imperialist and anti-capitalist program to lead the poor and the ranks of the army, to prepare the certain confrontation between the masses' illusions and the Bonapartist intentions of Ch&#225;vez' government. This policy must be linked to the strategy of promoting the self-organization of the workers and the development of organs of direct democracy for the struggle for councils of workers and the poor of the city and countryside, supported by workers' and popular militias. The development of this strategy of self-organization of the workers and of workers' and popular militias will allow the workers and the people increasingly to connect the resolution of their democratic demands to the struggle for power, and will be a means of separating the workers and the people from the influence of Ch&#225;vez' politics and from the reformists. The working class must raise a program that solves the most pressing needs of the popular masses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Only a plan led by the working class, breaking all the chains that bind us to imperialism, will be able to move forward towards real national independence, by developing an economy for the benefit of direct producers. Only the workers, who have nothing to lose, will be able to lead the country to real national liberation, not bourgeois nationalist leaders, however left-wing they depict themselves, or however much deceptive rhetoric they declaim against the evils to which the capitalist system condemns us. For that reason, we affirm that, facing the serious situation in which the fate of the working class and of the country is at risk, the workers need to forge their own solution. Only a government of workers and the poor, based on the organizations of the masses and defended by workers' militias, will go all the way to solve the serious problems that afflict the workers and the poor of Venezuela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Therefore, we state that the point of departure for any consistent struggle is to raise openly a principled, working-class and socialist political position, that can only mean the political independence of the workers, against Ch&#225;vez' government. Unity of action against reactionary attacks cannot mean giving him political support; even when achieving unity of action in cases of reactionary attacks, it is a matter of the working class fighting with their own methods against reactionaries. Unfortunately, most of the left, including some who claim to be from the Trotskyist movement, like Marea Socialista, and the CMR, give him their support, fostering illusions in the possibility of &#8220;exerting pressure&#8221; to make him &#8220;move forward&#8221; toward &#8220;socialism&#8221;; other sectors, like the recently-constituted Unidad Socialista de Izquierda (USI), which had been following a zig-zag policy, joining the campaign for &#8220;10 million votes&#8221; for Ch&#225;vez in the 2006 presidential elections, or the small group connected to the PSTU, that joined the presidential elections to vote for Ch&#225;vez and then, in the Constitutional Reform referendum proposed by him in 2007, called for voting &#8220;no,&#8221; like the entire bourgeois opposition. With this, they only contribute to complicating the workers' experiment with Chavez' politics, and complicating the political differentiation of the workers' and people's vanguard, and of the workers generally.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Therefore, it is necessary to set up a revolutionary workers' party, independent of Ch&#225;vez' politics, since only the working class, under its own program and at the head of the oppressed nation, can lead the struggle against the bourgeoisie and imperialism, for national liberation and socialism, to its conclusion. The struggle for a revolutionary workers' regroupment is essential, in order to go all the way in the fight against bourgeois and imperialist reactionaries and to overcome the limitations of Ch&#225;vez' leadership, completely incapable of advancing towards social and national liberation. In this First National Conference, where we will found a new workers' revolutionary league, we will be discussing the fact that the revolutionary party that must be built has to seek to express the most advanced tendencies of the working class at each moment, trying to overcome the divisions that are encouraged by the ruling class and the union bureaucracies. It can do this because its program proceeds from the most accomplished understanding possible of the general tendencies of capitalist development and its contradictions and from the fact that it tries to condense the best of the experiments made by the working class internationally in the fight for its social emancipation, so that the class will not have to begin at zero with every new struggle.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;All these main strategic questions are what we will address at this First National Conference.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Translation by Yosef M.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
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		<title>Primera Conferencia Nacional de la JIR-FT</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Primera-Conferencia-Nacional-de-la-JIR-FT</link>
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		<dc:date>2008-05-20T12:20:12Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Hacia la construcci&#243;n de una nueva liga obrera revolucionaria...&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Para fines de mayo, la &lt;a href='https://www.estrategiainternacional.org/http/www.jir.org.ve'&gt;Juventud de Izquierda Revolucionaria - Fracci&#243;n Trotskista (JIR-FT)&lt;/a&gt; realiza su 1&#170; Conferencia Nacional. Tras los &#250;ltimos a&#241;os en la batalla por desarrollar un corriente revolucionaria obrera y socialista, la Juventud de Izquierda Revolucionaria entra en una nueva fase de construcci&#243;n. Junto a trabajadores de diversas f&#225;bricas del pa&#237;s como Sidor, Sanitarios Maracay, Pdvsa, trabajadores de la Universidad y de dependencias p&#250;blicas, y j&#243;venes estudiantes, realiza esta 1&#170; Conferencia Nacional con el objetivo de lanzar una nueva liga obrera revolucionaria en el camino de la construcci&#243;n de un potente partido obrero revolucionario en el pa&#237;s. Trabajadores de diversas tradiciones y experiencias pol&#237;ticas se unen a una camada de j&#243;venes que en los &#250;ltimos a&#241;os han venido levantando y peleando a brazo partido por una pol&#237;tica independiente de la clase obrera y todos los sectores explotados y oprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ch&#225;vez habla en nombre de una &#8220;revoluci&#243;n&#8221;, pero no hay tal. A pesar de sus denuncias contra la oligarqu&#237;a y el tono &#8220;antiimperialista&#8221; en sus discursos, en todos estos a&#241;os de gobierno y pese a la enorme movilizaci&#243;n obrera y popular que derrot&#243; todas las ofensivas de la reacci&#243;n proimperialista, no toc&#243; la propiedad y el poder de la burgues&#237;a, ni siquiera de los sectores m&#225;s ferozmente golpistas. La tierra sigue en manos de los latifundistas y el pa&#237;s, a pesar de sus ingentes riquezas petroleras, no ha superado la pobreza, el desempleo, los bajos salarios y la gran carencia de viviendas. No ha tocado las posiciones fundamentales de los terratenientes y capitalistas venezolanos, y ha constituido en socias a las transnacionales v&#237;a las empresas mixtas como en el sector del petrolero y otras ramas de la econom&#237;a. Lo que estamos presenciando, en el caso de las transnacionales, y las llamadas nacionalizaciones, m&#225;s que un &#8220;avance al socialismo&#8221;, es una recuperaci&#243;n parcial para la &#243;rbita estatal de sectores de la econom&#237;a que fueron rematados durante la ola privatizadora de los a&#241;os '90, aprovechando los alt&#237;simos ingresos petroleros de hoy. En eso se parece al plan implementando en los setenta, pero con la salvedad de que no se trata de una reversi&#243;n total, ya que las transnacionales se quedan con sus lucrativos negocios, manteniendo importantes paquetes accionarios, que llegan en algunos casos al 40%. Por este contenido y porque no se trata de expropiaciones sin indemnizaciones ni pago, es que llamamos a estas medidas del gobierno &#8220;seudonacionalizaciones&#8221;. M&#225;s a&#250;n, estas medidas en nada implican liberaci&#243;n social alguna de los trabajadores, que siguen subordinados y explotados, en el marco del &#8220;desarrollo nacional&#8221; que pregona Ch&#225;vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El programa que se necesita para derrotar a la burgues&#237;a y el imperialismo es opuesto al que levanta Ch&#225;vez. Sin afectar la propiedad de la burgues&#237;a y romper con el imperialismo no hay posibilidad de garantizar siquiera una ampliaci&#243;n genuina de los derechos y libertades democr&#225;ticas de las masas. El fin de la sangr&#237;a nacional provocada por la explotaci&#243;n imperialista y de la desigualdad social existente no puede darse sin la expropiaci&#243;n de los grandes grupos econ&#243;micos -y de los grandes propietarios agr&#237;colas-, al rev&#233;s de lo que pretenden los llamados a lograr una &#8220;distribuci&#243;n m&#225;s equitativa de la riqueza&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los socialistas revolucionarios, que llamamos a enfrentar junto a las masas todo ataque de la reacci&#243;n y el imperialismo, sostenemos que no se puede dar apoyo pol&#237;tico a Ch&#225;vez, y que la clase obrera debe intervenir con una pol&#237;tica de clase, independiente. Es necesario levantar una pol&#237;tica revolucionaria para movilizarse y organizarse en forma independiente de la tutela del chavismo. Para soldar la unidad obrera y popular y luchar por una salida que enfrente al viejo r&#233;gimen y el proyecto de Ch&#225;vez, la clase obrera tiene que levantar un programa que incluya las demandas democr&#225;ticas radicales, que contemple la ruptura de todos los pactos pol&#237;ticos que atan a Venezuela al imperialismo. Que barra con las fuerzas represoras como las FAN y la polic&#237;a, que apunte a la disoluci&#243;n de los organismos de seguridad del Estado, as&#237; como tambi&#233;n la odiada Guardia Nacional y las reemplace por verdaderas milicias obreras y populares, una profunda reforma urbana y una revoluci&#243;n agraria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso, la clase obrera, hoy m&#225;s que nunca, necesita intervenir en forma independiente con sus m&#233;todos levantando un programa antiimperialista y anticapitalista para acaudillar al pueblo pobre y la base del ej&#233;rcito para preparar el seguro enfrentamiento entre las ilusiones de las masas y las pretensiones bonapartistas del gobierno de Ch&#225;vez. Esta pol&#237;tica debe estar ligada a la estrategia de impulsar la autoorganizaci&#243;n de los trabajadores, y el desarrollo de los organismos de democracia directa para la lucha por consejos obreros y de los pobres de la ciudad y el campo, apoyados en milicias obreras y populares. El desarrollo de esta estrategia de autoorganizaci&#243;n de los trabajadores y de milicias obreras y populares, les permitir&#225; a los trabajadores y el pueblo ligar crecientemente la resoluci&#243;n de sus demandas democr&#225;ticas a la lucha por el poder, y ser&#225; un instrumento para separar a los trabajadores y el pueblo de la influencia del chavismo y los reformistas. La clase trabajadora debe levantar un programa que d&#233; salida a las necesidades m&#225;s agobiantes de las masas populares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&#243;lo un proyecto liderado por la clase trabajadora, rompiendo todas las cadenas que nos atan al imperialismo, podr&#225; dar pasos adelante hacia una verdadera independencia nacional desarrollando una econom&#237;a en beneficio de los productores directos. S&#243;lo los trabajadores, que no tienen nada que perder, ser&#225;n capaces de llevar al pa&#237;s a la verdadera liberaci&#243;n nacional, y no caudillos burgueses nacionalistas por muy de izquierda que se pinten o por mucha ret&#243;rica petardista que declamen contra los males a que nos condena el sistema capitalista. Por eso afirmamos que ante la grave situaci&#243;n en la que se juega el destino de la clase obrera y del pa&#237;s, los trabajadores necesitan forjar su propia salida. S&#243;lo un gobierno de los trabajadores y del pueblo pobre, basado en las organizaciones de las masas y defendido por las milicias de los trabajadores, ir&#225; hasta el final en la resoluci&#243;n de los graves problemas que aquejan a los trabajadores y el pueblo pobre de Venezuela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso afirmamos que el punto de partida de toda lucha consecuente es plantear abiertamente una posici&#243;n pol&#237;tica de principios, obrera y socialista, que no puede ser otra que la independencia pol&#237;tica de los trabajadores frente al gobierno de Ch&#225;vez. Unidad de acci&#243;n contra los ataques de la reacci&#243;n no puede significar darle apoyo pol&#237;tico, incluso al hacer unidad de acci&#243;n en casos de ataques de la reacci&#243;n, se trata de luchar contra esta con los m&#233;todos propios de la clase trabajadora. Desgraciadamente la mayor parte de la izquierda, incluyendo algunos que se dicen del movimiento trotskista como Marea Socialista, la CMR, le dan su apoyo, alimentando ilusiones en la posibilidad de &#034;presionar&#034; para hacerlo &#8220;avanzar&#8221; hacia el &#8220;socialismo&#034;, u otros sectores como la reci&#233;n constituida Unidad Socialista de Izquierda (USI) que ha venido teniendo una pol&#237;tica zigzagueante, sum&#225;ndose a la campa&#241;a de los &#8220;10 millones de votos&#8221; de Ch&#225;vez en las presidenciales de 2006, o el peque&#241;o grupo ligado al PSTU que se sum&#243; en las presidenciales al voto por Ch&#225;vez y luego llam&#243; a votar por el NO como toda la oposici&#243;n burguesa en el referendo de la Reforma Constitucional propuesta por este en 2007. Con esto s&#243;lo contribuyen a dificultar la experiencia de los trabajadores con el chavismo y la diferenciaci&#243;n pol&#237;tica de la vanguardia obrera y popular, y de los trabajadores en general.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso es necesario poner en pie un partido obrero revolucionario, independiente del chavismo, pues s&#243;lo la clase obrera, bajo su propio programa y encabezando a la naci&#243;n oprimida, puede llevar hasta el final la lucha contra la burgues&#237;a y el imperialismo, la liberaci&#243;n nacional y el socialismo. La lucha por un reagrupamiento obrero revolucionario, es esencial para ir hasta el final en la lucha contra la reacci&#243;n burguesa e imperialista y superar las limitaciones de la direcci&#243;n chavista, absolutamente incapaz de avanzar hacia la liberaci&#243;n social y nacional. En esta 1&#170; Conferencia Nacional, en donde fundaremos una nueva liga obrera revolucionaria, estaremos discutiendo que el partido revolucionario que es necesario construir tiene que buscar expresar en cada momento las tendencias m&#225;s avanzadas de la clase trabajadora, tratando de superar las divisiones que son alentadas por la clase dominante y las burocracias sindicales. Puede realizar esto porque su programa parte de una comprensi&#243;n lo m&#225;s acabada posible de las tendencias generales del desarrollo capitalista y sus contradicciones y de que intenta condensar lo mejor de las experiencias realizadas internacionalmente por la clase obrera en la lucha por su emancipaci&#243;n social, de forma tal de no tener que empezar de cero ante cada nueva lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Son este conjunto de cuestiones estrat&#233;gicas de primer orden que abordaremos en esta 1&#170; Conferencia Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Os trabalhadores de Sidor novamente em greve de 72 horas.</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Os-trabalhadores-de-Sidor-novamente-em-greve-de-72-horas</link>
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		<dc:date>2008-04-02T00:00:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A semana Santa significou apenas uma pequena tr&#233;gua, j&#225; que junto &#225;s paralisa&#231;&#245;es, se organizam jornadas de protestos...&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;No momento em que escrevemos este artigo, os trabalhadores de Sidor novamente se encontram em paralisa&#231;&#227;o por 72 horas, iniciado no dia 25/3 as 11 da noite at&#233; as 7 da manh&#227; de 29, depois de haver realizado uma paralisa&#231;&#227;o por 24 horas no dia 24/3. A semana Santa significou apenas uma pequena tr&#233;gua, j&#225; que junto &#225;s paralisa&#231;&#245;es, se organizam jornadas de protestos na cidade de Puerto Ordaz para esta semana, onde se encontra a f&#225;brica. Mas a novidade tamb&#233;m &#233; que a luta dos trabalhadores sidoristas tem contagiado a outros setores oper&#225;rios das industrias b&#225;sicas da regi&#227;o: os trabalhadores de alum&#237;nio das plantas da Alcasa Venalun e Carbonorca tem iniciado jornadas de luta com paralisa&#231;&#245;es inclusive.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que mostraram as &#250;ltimas paralisa&#231;&#245;es em Sidor &#233; que a forte mobiliza&#231;&#227;o que se vem desenvolvendo pela base entre os trabalhadores, que inclusive em diversas situa&#231;&#245;es tem ultrapassado &#227; dire&#231;&#227;o do pr&#243;prio sindicato sidorista. Assim ocorreu a recente paralisa&#231;&#227;o do 24/3, quando numa massiva assembl&#233;ia resolveram ir &#227; greve com a presen&#231;a apenas de quatro delegados sindicais e sem nenhum diretor do sindicato, que n&#227;o pode mais que acatar o votado pelos trabalhadores. O mesmo aconteceu com a greve do 13/3, por tr&#225;s do fracasso das reuni&#245;es do dia anterior entre a empresa Ternium Sidor (do gupo argentino Techint) e o Sutiss (Sindicato dos trabalhadores), quando os oper&#225;rios resolveram paralisar toda a f&#225;brica, antes de que o pr&#243;prio Sindicato a indicasse formalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atual paralisa&#231;&#227;o de 72hs teve tamb&#233;m como motivo de fundo a morte de um oper&#225;rio de 51 anos. Este lament&#225;vel ocorrido aconteceu por cerca das 6 da tarde de ter&#231;a dia 25, quando o companheiro trabalhava e foi vitima de um infarto fulminante e n&#227;o pode ser atendido, j&#225; que a ambul&#224;&#162;ncia da transnacional n&#227;o contava com os elementos necess&#225;rios. Quando souberam da noticia, os trabalhadores paralisaram a f&#225;brica em protesto, a&#231;&#227;o ratificada por uma assembl&#233;ia &#225;s 11 da noite no port&#227;o 3 da empresa. N&#227;o h&#225; que se esquecer a selvagem repress&#227;o que sofreram os trabalhadores sidoristas no dia 13/3 passado, com dezenas de feridos, inclusive alguns &#227; bala, e foram detidos mais de 50 trabalhadores. Uma repress&#227;o como n&#227;o se havia visto em d&#233;cadas na f&#225;brica. A responsabilidade desta repress&#227;o n&#227;o recai somente no governador do estado Bol&#237;var ou do Comandante da Guarda Nacional, mas tamb&#233;m sob o pr&#243;prio Chavez, e seu antioper&#225;rio ministro do trabalho, Jose Ramon Rivero. O governo nacional, com esta selvagem repress&#227;o, como o fez - em menor escala - com os trabalhadores de Sanit&#225;rios do Marcay, busca disciplinar aos trabalhadores e se p&#245;em abertamente do lado da transnacional Techint contra os oper&#225;rios, mostrando a verdadeiro face do &#8220;socialismo com empres&#225;rios&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente a isso, a raiva dos trabalhadores se fez sentir novamente ao ver como seus companheiros detidos eram transfreridos em algemas como se fossem criminosos e alta periculosidade. Mas gra&#231;as a mobiliza&#231;&#227;o dos sidoristas, trabalhadores de outras f&#225;bricas e familiares, e da grande solidariedade a sua justa luta, todos os oper&#225;rios de Sidor detidos foram libertados em 16/3.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto transcorre esta paralisa&#231;&#227;o, novas jornadas de protestos est&#227;o se organiza&#231;&#227;o, desde marchas por Puerto Ordas, festivais culturais com renomados artistas nacional, at&#233; um encontro nacional de sindicatos e de organiza&#231;&#245;es oper&#225;rias e populares para discutir o apoio ativo a esta importante luta. Nesse sentido, os trabalhadores sidoristas n&#227;o descartam a greve indefinida frente &#227; negativa da transnacional Ternium-SIDOR, que se nega a melhorar substancialmente as condi&#231;&#245;es salariais, a seguran&#231;a laboral na empresa, o passe na f&#225;brica permanente dos terceirizados e uma conven&#231;&#227;o coletiva justa. Ao mesmo tempo, que tem resolvido continuar exigindo a re-estatiza&#231;&#227;o da f&#225;brica sob controle dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A solidariedade com os trabalhadores sidoristas deve passar de palavras a atos, come&#231;ando por respaldar os oper&#225;rios que enfrentam o regimaede escravid&#227;o de Sidor, a quem o governo de Ch&#225;vez tem dado as costas, inclusive reprimindo eles, se colocando ao lado da transnacional Techint que tem como advogados o governo dos Kirchner da Argentina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#201; necess&#225;rio convocar com urg&#234;ncia uma paralisa&#231;&#227;o ativa regional de todas as f&#225;bricas, empresas e oficinas do estado Bol&#237;var em apoio as demandas dos trabalhadores sidoristas e contra a selvagem repress&#227;o que sofreram, ao mesmo tempo que se redobra a solidariedade internacional e nacional com os oper&#225;rios de Sidor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro nacional de trabalhadores, setores populares, campesinos e estudantes, que est&#225; sendo organizado desde CCURA para abril, deve servir para unificar e estender as lutas, organizar a mobiliza&#231;&#227;o nacional para conquistar nossas demandas, que nestes nove anos de governo de Ch&#225;vez se t&#234;m visto postergadas. N&#227;o h&#225; tempo a perder!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Traduzido por Felipe Lomonaco&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Nueva huelga por 72 horas y movilizaciones</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Nueva-huelga-por-72-horas-y-movilizaciones</link>
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		<dc:date>2008-03-28T00:00:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;La semana santa, signific&#243; apenas una peque&#241;a tregua, junto a los paros se organizan nuevas jornadas de protestas...&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Jueves 27 de marzo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Con una nutrida participaci&#243;n obrera y popular se expreso en las calles la lucha de los trabajadores de Sidor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde la ma&#241;ana de hoy jueves 27 de marzo, los obreros de Sidor, junto a trabajadores de otras f&#225;bricas como Alcasa y organizaciones sindicales, movimientos sociales, consejos comunales, familiares, marcharon por las principales calles de Puerto Ordaz. Cerca de 4.000 personas, desde muy temprano se comenzaron a aglomerar en el cruce de la 45, en san F&#233;lix, en la populosa zona de Guayana, para marchar por la contrataci&#243;n colectiva de SIDOR y su reestatizaci&#243;n controlada por los trabajadores.La marcha termino en la Plaza Bol&#237;var pero haciendo el llamado en seguir en pie de lucha hasta alcanzar los objetivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la marcha, los trabajadores entonaban las consignas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Por la nacionalizaci&#243;n de SIDOR!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Fuera la Trasnacional Explotadora!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Por un contrato colectivo Digno!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Aqu&#237; esta el refer&#233;ndum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lea tambi&#233;n:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href=&#034;http://www.jir.org.ve/article.php3?id_article=531&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Producto de la movilizaci&#243;n se liberaron a los sidoristas&lt;br class='autobr' /&gt;
Redoblar la lucha por el triunfo de los trabajadores de Sidor!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href=&#034;http://www.ft-ci.org/article.php3?id_article=1185&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Declaraci&#243;n de la JIR: Por el triunfo de la huelga en Sidor&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;En momentos en que escribimos este art&#237;culo, los trabajadores de Sidor nuevamente se encuentran en un paro por 72 horas, iniciado el 25/3 a las 11 de la noche hasta las 7 de la ma&#241;ana del 29, luego de haber realizado una paralizaci&#243;n por 24 horas el 24/3. La semana santa, signific&#243; apenas una peque&#241;a tregua, ya que junto a los paros, se organizan jornadas de protestas en la ciudad de Puerto Ordaz para esta semana, donde se encuentra ubicada la f&#225;brica. Pero lo novedoso tambi&#233;n, es que la lucha de los trabajadores sidoristas ha contagiado a otros sectores obreros de las industrias b&#225;sicas de la regi&#243;n: los trabajadores del aluminio de las plantas Alcasa, Venalun y Carbonorca han iniciado jornadas de lucha con paralizaciones incluidas.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo que mostraron las &#250;ltimas paralizaciones en Sidor, es el fuerte empuje que se viene desarrollando por abajo entre los trabajadores, que incluso en diversas situaciones han sobrepasado a la directiva del propio sindicato sidorista. As&#237; ocurri&#243; el reciente paro del 24/3, cuando en una masiva asamblea resolvieron irse a la huelga con la presencia apenas de cuatro delegados sindicales y sin ning&#250;n directivo del sindicato, que no pudo m&#225;s que acatar lo votado por los trabajadores. Lo mismo hab&#237;a pasado con la huelga del 13/3, tras el fracaso de la reuniones del d&#237;a anterior entre la empresa Ternium Sidor (del grupo argentino Techint) y el Sutiss (Sindicato de los trabajadores), cuando los obreros resolvieron paralizar toda la f&#225;brica, antes de que el propio Sindicato lo indicara formalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El actual paro de 72 horas tuvo tambi&#233;n como motivo de fondo la muerte de un obrero de 51 a&#241;os. Este lamentable hecho sucedi&#243; cerca de las 6 de la tarde del martes 25, cuando el compa&#241;ero trabajaba y fue v&#237;ctima de un infarto fulminante y no pudo ser asistido, ya que la ambulancia de la transnacional no contaba con los elementos necesarios. Apenas conocida la noticia, los trabajadores paralizaron la planta en protesta, acci&#243;n ratificada por una asamblea a las 11 de la noche en el port&#243;n 3 de la empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No hay que olvidar la salvaje represi&#243;n que sufrieron los trabajadores sidoristas el pasado 13/3, con decenas de heridos con perdigones, incluso algunos de bala, y fueron detenidos m&#225;s de 50 trabajadores. Una represi&#243;n como no se hab&#237;a visto en d&#233;cadas en la f&#225;brica. La responsabilidad de esta represi&#243;n no cae s&#243;lo en el gobernador del estado Bol&#237;var o del Comandante de la Guardia Nacional, sino que es responsabilidad del propio gobierno de Ch&#225;vez, y de su antiobrero Ministro de Trabajo, Jos&#233; Ram&#243;n Rivero. El gobierno nacional, con esta salvaje represi&#243;n, como hizo -en menor escala- con los trabajadores de Sanitarios Maracay, busca disciplinar a los trabajadores y se pone abiertamente del lado de la transnacional Techint contra los obreros, mostrando el verdadero rostro del &#8220;socialismo con empresarios&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente a esto, la rabia de los trabajadores se hizo sentir nuevamente al ver c&#243;mo sus compa&#241;eros detenidos eran trasladados esposados como si fueran criminales de alta peligrosidad. Pero producto de la movilizaci&#243;n de los sidoristas, trabajadores de otras f&#225;bricas y familiares, y de la gran solidaridad a su justa lucha, todos los obreros de Sidor detenidos fueron liberados el 16/3.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mientras transcurre esta paralizaci&#243;n, nuevas jornadas de protestas se est&#225;n organizando, desde marchas por Puerto Ordaz, festivales culturales con renombrados artistas nacionales, hasta un encuentro nacional de sindicatos y de organizaciones obreras y populares para discutir el apoyo activo a esta importante lucha. Mientras tanto, los trabajadores sidoristas no descartan la huelga indefinida frente a la negativa de la transnacional Terniun-SIDOR, que se niega a mejorar sustancialmente las condiciones salariales, la seguridad laboral en la empresa, el pase a planta permanente de los tercerizados y una convenci&#243;n colectiva justa. Al mismo tiempo que han resuelto continuar exigiendo la reestatizaci&#243;n de la f&#225;brica bajo control de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La solidaridad con los trabajadores sidoristas debe pasar de las palabras a los hechos, empezando por respaldar a los obreros que enfrentan el r&#233;gimen de esclavitud de Sidor, a quienes el gobierno de Ch&#225;vez les ha dado la espalda, incluso reprimi&#233;ndolos, poni&#233;ndose del lado de la transnacional Techint que tiene como abogados al gobierno de los Kirchner de Argentina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es necesario convocar con urgencia un paro activo regional de todas las f&#225;bricas, empresas y oficinas del estado Bol&#237;var en apoyo a las demandas de los trabajadores sidoristas y contra la salvaje represi&#243;n que sufrieron, al mismo tiempo que se redobla la solidaridad internacional y nacional con los obreros de Sidor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El Encuentro Nacional de trabajadores, sectores populares, campesinos y estudiantes que se est&#225; organizando desde CCURA para abril debe servir para unificar y extender las luchas, organizar la movilizaci&#243;n nacional para conquistar nuestras demandas, que en estos nueve a&#241;os de gobierno de Ch&#225;vez se han visto postergadas. No hay tiempo que perder.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Frente a la inflaci&#243;n y el desabastecimiento</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Frente-a-la-inflacion-y-el-desabastecimiento</link>
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		<dc:date>2008-03-12T00:00:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>JIR (FT-CI), Max Trinidad Cer&#233;n</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>
&lt;p&gt;La reciente crisis regional abierta por el asesinato de los guerrilleros de las FARC por parte del gobierno de Uribe, tuvo lugar mientras en Venezuela se vive un aceleramiento de la inflaci&#243;n y de la falta de alimentos esenciales, expresando las consecuencias parad&#243;jicas que genera en el pa&#237;s la suba de las materias primas en el mercado mundial. Mientras la derecha venezolana tom&#243; como propias las acusaciones de Uribe contra Ch&#225;vez por sus v&#237;nculos con las FARC, el gobierno trat&#243; de utilizar (&#8230;)&lt;/p&gt;


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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Venezuela-107" rel="tag"&gt;Venezuela&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH64/arton1187-7218b.jpg?1695161536' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='64' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;La reciente crisis regional abierta por el asesinato de los guerrilleros de las FARC por parte del gobierno de Uribe, tuvo lugar mientras en Venezuela se vive un aceleramiento de la inflaci&#243;n y de la falta de alimentos esenciales, expresando las consecuencias parad&#243;jicas que genera en el pa&#237;s la suba de las materias primas en el mercado mundial. Mientras la derecha venezolana tom&#243; como propias las acusaciones de Uribe contra Ch&#225;vez por sus v&#237;nculos con las FARC, el gobierno trat&#243; de utilizar esa crisis para contener los cuestionamientos a una situaci&#243;n econ&#243;mica cada vez m&#225;s insoportable para los sectores populares.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El a&#241;o comenz&#243; con la noticia de una alta inflaci&#243;n anual en 2007, y un aumento generalizado de los precios de los productos b&#225;sicos. A pesar del crecimiento econ&#243;mico, la escasez se hace presente, la inflaci&#243;n comienza a acelerarse llegando al 22,5% en 2007 (hab&#237;a sido 14,4% en 2005 y 17% en 2006). A casi mes y medio que va del a&#241;o, la inflaci&#243;n se mantiene a un ritmo del 3,5%, y los productos de consumo popular como la leche, az&#250;car, harina de trigo, pan y aceite son algunos de los rubros con alzas de precios en los &#250;ltimos dos meses. Y m&#225;s a&#250;n, se ha desatado una escasez de los mismos llegando a cuentagotas a los hogares de los trabajadores y el pueblo, teniendo que hacer largas colas para intentar conseguirlos. A lo largo de 2007, los bienes que m&#225;s aumentaron fueron aquellos que m&#225;s consumen los sectores populares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin lugar a dudas, los empresarios son los primeros interesados en provocan la escasez con el consiguiente aumento de los precios en su b&#250;squeda rapaz de una mayor obtenci&#243;n de ganancias, como un mecanismo de presi&#243;n al gobierno contra el &#8220;control de precios&#8221;, produciendo menos en sus empresas o v&#237;a el acaparamiento. La inflaci&#243;n, se traduce en una notable p&#233;rdida de poder adquisitivo para los trabajadores y el pueblo pobre. Una vez m&#225;s ser&#225; el pueblo quien asumir&#225; una p&#233;rdida en su ya depauperado nivel de vida para cubrir los costos de los abusos de los especuladores y empresarios sin escr&#250;pulos. El gobierno ha respondido &#8220;positivamente&#8221;, pero no para el pueblo, sino aceptando el chantaje de los empresarios, liberando el precio de una gran cantidad de productos b&#225;sicos.&lt;br class='autobr' /&gt;
La idea del gobierno de que haciendo concesiones a los grandes empresarios se va a animar la producci&#243;n carece de total sentido, y s&#243;lo va en detrimento del pueblo, y a favor de la voracidad de los grandes capitalistas de la alimentaci&#243;n. Las medidas del gobierno no pasan de bravuconadas, cuando grita que expropiar&#225; o impondr&#225; penas de c&#225;rcel, si contin&#250;an con el acaparamiento y favoreciendo el desabastecimiento. Los trabajadores y trabajadoras y el pueblo pobre en general, est&#225;n sufriendo las graves consecuencias de la escasez o desabastecimiento de alimentos, as&#237; como del aumento desmesurado de algunos art&#237;culos de primera necesidad. Es un hecho que la pol&#237;tica agroalimentaria del gobierno ha fracasado, a&#250;n cuando se viene ya con m&#225;s de quince trimestres consecutivos de crecimiento econ&#243;mico. Se ha querido resolver, en base al crecimiento de los precios del petr&#243;leo, v&#237;a las importaciones, pero lo que se ha hecho es aumentar la dependencia econ&#243;mica: las exportaciones petroleras aportan 9 de cada 10 d&#243;lares que ingresan al pa&#237;s y no 8 como en 1999; las importaciones, que en 1999 se ubicaron en 14.492 millones de d&#243;lares, registran un salto de 207% y suman 44.463 millones de d&#243;lares en 2007. Por su parte, la diversificaci&#243;n es una materia pendiente, de hecho, las exportaciones no petroleras est&#225;n en retroceso desde 2005.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero tambi&#233;n la pol&#237;tica de precios que lleva a cabo el gobierno se ha demostrado un fracaso. La campa&#241;a de la derecha y de los sectores empresariales, que hace alarido con respecto al &#8220;control de precios&#8221; del gobierno, la hacen en nombre del libre juego de mercado y del inter&#233;s de los grandes sectores capitalistas. Pura farsa, mientras la canasta b&#225;sica est&#225; por las nubes, los pulpos de la alimentaci&#243;n amasan fortunas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La medida m&#225;s efectiva para controlar los precios s&#243;lo puede ser llevada adelante por los trabajadores de las empresas que los fijan, exigiendo que se abran sus libros de contabilidad para ponerlos bajo la lupa de todo el pueblo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente al desabastecimiento, el mercado negro y la especulaci&#243;n, que justamente se hace con los productos m&#225;s b&#225;sicos y sensibles para la poblaci&#243;n, es necesario que los sectores populares tomen en sus manos la distribuci&#243;n de alimentos y bienes b&#225;sicos que est&#225;n en los almacenes de los acaparadores, intermediarios y grandes comerciantes.&lt;br class='autobr' /&gt;
La supuesta lucha oficial del gobierno contra el desabastecimiento y el aumento de los precios no responde en lo m&#225;s m&#237;nimo al problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reclamamos control de precios, pero por los propios trabajadores y el pueblo pobre, y castigo ya para los que especulan con los alimentos b&#225;sicos y los art&#237;culos de primera necesidad. Para esto, es necesario construir los &#243;rganos para imponer este control, luchando por la creaci&#243;n de &#8220;Comit&#233;s de control de precios&#8221;, formados por delegados de las f&#225;bricas, sindicatos, cooperativas, organizaciones de campesinos, el pueblo pobre de las comunidades, trabajadores y trabajadoras. Cuando las empresas se nieguen a entregar productos y los centros comerciales los pongan a cuentagotas, los trabajadores y los consumidores debemos organizarnos y movilizarnos conjuntamente con las comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra la escasez de alimentos y productos de primera necesidad, impongamos &#8220;Comit&#233;s de vigilancia contra el desabastecimiento&#8221; por barrio, tarea que puede ser llevada a cabo por los trabajadores, los campesinos, junto a los peque&#241;os comerciantes, tambi&#233;n v&#237;ctimas de los capitalistas formadores de precios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A las arengas de los capitalistas respecto a los gastos de producci&#243;n, de transporte y de comercio, los trabajadores y trabajadoras y todos los consumidores debemos exigirles: &#8220;Muestren los libros de contabilidad, exigimos el control sobre la pol&#237;tica de los precios&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luchamos por una existencia digna para todos los trabajadores y trabajadoras, los campesinos y el pueblo pobre. Lo que los trabajadores y las trabajadoras perdemos, se lo ahorran los capitalistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Para defendernos de la inflaci&#243;n, el primer punto es imponer en todos los convenios colectivos de trabajo una cl&#225;usula gatillo que reajuste autom&#225;ticamente los salarios seg&#250;n el costo de vida, a partir de un salario que, como m&#237;nimo, cubra la canasta familiar. Contra la carest&#237;a de la vida que se acent&#250;a cada vez m&#225;s, exigimos la escala m&#243;vil de los salarios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Por un aumento general de sueldos y salarios ya, que cubra autom&#225;ticamente la canasta familiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Basta de que esta crisis la pague el pueblo, mientras los grandes empresarios aumentan sus ganancias.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>O massacre de Uribe e o conflito na Am&#233;rica do Sul</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/O-massacre-de-Uribe-e-o-conflito-na-America-do-Sul</link>
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		<dc:date>2008-03-07T11:25:56Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Colombia</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>
&lt;p&gt;1 &lt;br class='autobr' /&gt;
A a&#231;&#227;o sangrenta de Uribe, atuando em conson&#226;ncia com o governo dos EUA &#233; parte de sua pol&#237;tica de intensificar as a&#231;&#245;es contra a guerrilha das FARC, incluindo sua negativa a todo tratamento humanit&#225;rio de prisioneiros. Sua a&#231;&#227;o se localiza dentro da linha da chamada &#8220;guerra contra o terrorismo&#8221; impulsionada por Bush, que inclui a doutrina do &#8220;golpe preventivo&#8221; como justificativa para a a&#231;&#227;o realizada no territ&#243;rio equatoriano. Neste sentido, &#233; similar as justifica&#231;&#245;es &#225;s quais recorre o (&#8230;)&lt;/p&gt;


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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH102/arton1172-fcf79.jpg?1695161536' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='102' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A a&#231;&#227;o sangrenta de Uribe, atuando em conson&#226;ncia com o governo dos EUA &#233; parte de sua pol&#237;tica de intensificar as a&#231;&#245;es contra a guerrilha das FARC, incluindo sua negativa a todo tratamento humanit&#225;rio de prisioneiros. Sua a&#231;&#227;o se localiza dentro da linha da chamada &#8220;guerra contra o terrorismo&#8221; impulsionada por Bush, que inclui a doutrina do &#8220;golpe preventivo&#8221; como justificativa para a a&#231;&#227;o realizada no territ&#243;rio equatoriano. Neste sentido, &#233; similar as justifica&#231;&#245;es &#225;s quais recorre o Estado terrorista de Israel para os assassinatos de dirigentes e ativistas palestinos, e para suas incurs&#245;es nos territ&#243;rios dos pa&#237;ses vizinhos (como ocorreu no L&#237;bano) sob o argumento e sua &#8220;seguran&#231;a interna&#8221;. N&#227;o est&#225; longe os precedentes da atua&#231;&#227;o de Uribe na captura de dirigentes das Farc no territ&#243;rio venezuelano e equatoriano, como Rodrigo Granda e Sim&#243;n Trinidad, em total viola&#231;&#227;o &#227; soberania destes pa&#237;ses. A justifica&#231;&#227;o por parte de Uribe da entrada de tropas colombianas em territ&#243;rio equatoriano abre um precedente de enorme gravidade, j&#225; que legitima a a&#231;&#227;o das tropas colombianas em territ&#243;rio estrangeiro, na mesma linha que o governo de Bush o fez com a deten&#231;&#227;o de prisioneiros em distintos pa&#237;ses. Por isso consideramos que a a&#231;&#227;o do Ex&#233;rcito colombiano, violando o territ&#243;rio do Equador, constitui uma clara provoca&#231;&#227;o do governo de Uribe que deve ser energicamente repudiada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo de Uribe tem um longo hist&#243;rico de massacres e assassinatos. A &#8220;guerra suja&#8221; do Ex&#233;rcito e os paramilitares s&#227;o os respons&#225;veis diretos do assassinato de milhares de camponeses, dirigentes sindicais, trabalhadores e ativistas pol&#237;ticos, que pouco devem ao terrorismo de estado praticado pelas sinistras ditaduras militares que se impuseram a sangue e fogo na maioria dos pa&#237;ses da regi&#227;o na d&#233;cada de 70. &#201; respons&#225;vel pela expuls&#227;o de suas terras de milhares de camponeses, pela entrega dos recursos naturais &#225;s multinacionais e &#227; assinatura de pactos econ&#244;micos, pol&#237;ticos e militares com o imperialismo que aumentaram a press&#227;o do imperialismo dos Estados Unidos sobre o pa&#237;s andino. E mais ainda, Uribe est&#225; ligado aos setores do narcotr&#225;fico e &#227; chamada &#8220;parapol&#237;tica&#8221; colombiana. Por sua conex&#227;o com os paramilitares, 14 legisladores uribistas (junto a 6 de outros partidos), est&#227;o na pris&#227;o, e altos funcion&#225;rios tiveram que renunciar seus cargos. Durante 2008 se espera que os pol&#237;ticos processados cheguem a mais de 50, e o pr&#243;prio Uribe apareceu em fotos e v&#237;deos com chefes paramilitares em sua campanha presidencial de 2002, e &#233; acusado de ter dado apoio &#227; forma&#231;&#227;o de grupos paramilitares durante seu mandato como governador da Antioquia a meados da d&#233;cada de 90. Por isso n&#227;o &#233; de se estranhar a ofensiva militar no Equador produzindo um massacre frente a guerrilheiros que n&#227;o estavam em condi&#231;&#227;o de exercer sua defesa, tal e como as ditaduras centro-americanas realizavam na d&#233;cada de 80 com as &#8220;orgias dos esquadr&#245;es da morte&#8221;. O governo de Uribe atua tamb&#233;m em benef&#237;cio dos interesses de Bush, que durante seu governo incrementou os fundos destinados ao nefasto &#8220;Plano Col&#244;mbia&#8221; e ao &#8220;Plano Patriota&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Col&#244;mbia &#233; um pa&#237;s que os ianques armaram at&#233; os dentes; conta com cerca de 400.000 efetivos entre policiais e tropas de ex&#233;rcito, da for&#231;a a&#233;rea e membros da marinha, enquanto a Venezuela, por exemplo, n&#227;o chega a um total de 50.000. Em Col&#244;mbia atuam abertamente, al&#233;m de centenas de marines norte-americanos, equipes de mercen&#225;rios especializados contratados pelos Estados Unidos. Os EUA possuem na Col&#244;mbia abertamente tr&#234;s bases militares: as duas primeiras em Tres Esquinas e Florencia (ambas no estado de Caquet&#225;), e a terceira na cidade de Villavencio (estado de Meta). O objetivo de instalar na Col&#244;mbia tamb&#233;m a base militar de Manta (localizada atualmente no Equador) potencializada e refor&#231;ada, complementaria as existentes, e daria aos Estados Unidos uma maior capacidade de controlar as opera&#231;&#245;es militares - n&#227;o s&#243; relacionadas com a insurg&#234;ncia colombiana - que se realizem na Am&#233;rica Latina e no Caribe. Com esta capacidade b&#233;lica &#233; claro que Uribe contou ao menos com o apoio tecnol&#243;gico e log&#237;stico do governo de Bush para realizar o recente massacre. O mesmo governo colombiano reconheceu a informa&#231;&#227;o que a CIA forneceu para localizar Reyes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto com o objetivo general de obter um rendimento incondicional da guerrilha, &#233; prov&#225;vel que Uribe utilize o aumento das tens&#245;es para voltar a insistir com uma nova reelei&#231;&#227;o presidencial. O mesmo dia que veio &#227; tona de Reyes, partid&#225;rios do governo sa&#237;ram a juntar assinaturas em apoio a uma reforma constitucional que permita um novo per&#237;odo de Uribe como chefe de estado colombiano. Ademais, busca uma mudan&#231;a de cen&#225;rio quando vinha libertar quatro ref&#233;ns das Farc, existiam negocia&#231;&#245;es avan&#231;adas para a liberta&#231;&#227;o de outras doze pessoas, incluindo Ingrid Betancourt, ao mesmo tempo em que aumentava a press&#227;o para uma &#8220;sa&#237;da negociada&#8221; por parte de diversos pa&#237;ses da regi&#227;o. &#201; por isso que o fato se produz pouco depois da nova liberta&#231;&#227;o unilateral de ref&#233;ns por parte das Farc, quest&#227;o que havia fortalecido a press&#227;o internacional ao governo colombiano por aceitar o &#8220;car&#225;ter humanit&#225;rio&#8221; que reivindicam a guerrilha e v&#225;rios governos da regi&#227;o e da Uni&#227;o Europ&#233;ia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uribe tenta tamb&#233;m em total alinhamento com o governo dos Estados Unidos golpear e isolar a Venezuela, tentando difundir uma vis&#227;o de que Ch&#225;vez e o pa&#237;s que governa seriam &#8220;c&#250;mplices&#8221; dos &#8220;terroristas&#8221;. N&#227;o &#233; casualidade que a linha de argumento adotada pelo governo colombiano, como expressou a interven&#231;&#227;o de seu chanceler na reuni&#227;o da OEA, seriam os supostos v&#237;nculos da Venezuela - e do Equador - com as Farc, inclusive falando de financiamento de Ch&#225;vez aos guerrilheiros colombianos. Mais ainda, o governo Uribe, afirma que denunciar&#225; ante a &#8220;Corte Penal Internacional&#8221; de Haia, Ch&#225;vez e a Venezuela, por &#8220;financiamento e patroc&#237;nio de grupos terroristas&#8221;. A quest&#227;o radica em que Ch&#225;vez chamou ao reconhecimento das Farc como for&#231;a beligerante, reivindica&#231;&#227;o que &#233; intoler&#225;vel de qualquer ponto de vista, tanto para Uribe como para os EUA, e se prestigiou internacionalmente pelo papel que desempenhou nas recentes liberta&#231;&#245;es unilaterais de ref&#233;ns por parte das Farc. Mas o certo &#233; que at&#233; emiss&#225;rios dos EUA se reuniram com Ra&#250;l Reyes, para n&#227;o falar da Fran&#231;a e Su&#237;&#231;a, que estabeleceram contatos para buscar poss&#237;veis acordos de liberta&#231;&#227;o dos ref&#233;ns.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em meio de uma forte polariza&#231;&#227;o pol&#237;tica na pol&#237;tica na regi&#227;o, com a ruptura de rela&#231;&#245;es entre Equador e Col&#244;mbia e a expuls&#227;o do embaixador deste pa&#237;s da Venezuela, assim como o fechamento de fronteiras entre estados e mobiliza&#231;&#227;o de tropas, o Conselho Permanente da OEA, finalmente aprovou uma resolu&#231;&#227;o na qual se reconhece a viola&#231;&#227;o do territ&#243;rio equatoriano por parte da Col&#244;mbia, n&#227;o se condena a esta &#250;ltima nem sem denuncia o papel do imperialismo norte-americano. &#201; claro que do chamado grupo de &#8220;pa&#237;ses amigos&#8221;, com o Brasil &#227; cabe&#231;a, n&#227;o se pode esperar nenhuma condena&#231;&#227;o real ao massacre cometido por Uribe, nem &#227; inger&#234;ncia do imperialismo na regi&#227;o. Por sua vez, a oposi&#231;&#227;o da direita venezuelana saiu a se alinhar com a burguesia colombiana e os interesses norte-americanos, chamando &#227; OEA a que intervenha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente ao massacre e &#227; provoca&#231;&#227;o lan&#231;ada por Uribe com o respaldo do imperialismo norte-americano &#233; preciso impulsionar a mais ampla mobiliza&#231;&#227;o dos trabalhadores e dos oprimidos da regi&#227;o para enfrentar este governo pr&#243;-imperialista, acabar com o Plano Col&#244;mbia e expulsar o imperialismo da regi&#227;o. Em particular, &#233; necess&#225;rio que os trabalhadores e o povo colombiano se mobilizem de maneira independente para acabar com o governo de Alvaro Uribe e toda a burguesia colombiana que imp&#245;em planos de mis&#233;ria e fome. Exigimos aos governos sul-americanos que rompam rela&#231;&#245;es com este governo. Defendemos o castigo aos assassinos de Reyes e seus companheiros e o reconhecimento das Farc como for&#231;a beligerante, para al&#233;m de que n&#227;o compartilhemos sua estrat&#233;gia revolucion&#225;ria. Recha&#231;amos os ataques lan&#231;ados pela Col&#244;mbia contra o Equador e Venezuela por supostos v&#237;nculos com as Farc e defendemos o direito a manter rela&#231;&#245;es com elas por parte de todo o Estado. Estamos pelo fechamento da base de Manta no Equador e pela retirada de todas as tropas norte-americanas na Col&#244;mbia. Assinalamos com claridade que as &#8220;den&#250;ncias&#8221; do governo de Uribe contra o Equador e Venezuela buscam dar legitimidade a agress&#245;es contra estes pa&#237;ses por parte do imperialismo, sejam pol&#237;ticas ou militares. Enquanto defendemos o direito destes pa&#237;ses a se defender frente &#227; viola&#231;&#227;o de seu territ&#243;rio por parte das for&#231;as militares colombianas, como a realizada durante o massacre aos guerrilheiros das Farc, e chamamos a enfrentar ativamente qualquer tipo de agress&#227;o imperialista, alertamos que a sa&#237;da e for&#231;ar uma guerra fratricida na regi&#227;o possivelmente seja uma das variantes levantadas pela pol&#237;tica do imperialismo de Bush para sangrar o movimento de massas e criar uma rela&#231;&#227;o de for&#231;as mais favor&#225;vel a seus interesses na Am&#233;rica do Sul. Os trabalhadores e as massas oprimidas devem confiar somente em suas pr&#243;prias for&#231;as para conseguir a derrota do imperialismo e das oligarquias locais. A unidade latino-americana s&#243; poder&#225; se fazer realidade com governos de trabalhadores nos distintos pa&#237;ses e a constitui&#231;&#227;o de uma Federa&#231;&#227;o de Rep&#250;blicas Socialistas da Am&#233;rica Latina.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>La masacre de Uribe y el conflicto en Am&#233;rica del Sur</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/La-masacre-de-Uribe-y-el-conflicto-en-America-del-Sur</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/La-masacre-de-Uribe-y-el-conflicto-en-America-del-Sur</guid>
		<dc:date>2008-03-06T14:21:04Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Colombia</dc:subject>

		<description>
&lt;p&gt;1 &lt;br class='autobr' /&gt;
La acci&#243;n sangrienta de Uribe, actuando en consonancia con el gobierno de EE.UU., es parte de su pol&#237;tica de intensificar y endurecer las acciones contra la guerrilla de las FARC, incluyendo su negativa a todo canje humanitario de prisioneros. Su acci&#243;n se inscribe dentro de los lineamientos de la llamada &#8220;guerra contra el terrorismo&#8221; impulsada por Bush, que incluye la doctrina del &#8220;golpe preventivo&#8221; como justificaci&#243;n a la acci&#243;n realizada en territorio ecuatoriano. En este sentido es (&#8230;)&lt;/p&gt;


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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH102/arton1170-57b4a.jpg?1695161536' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='102' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La acci&#243;n sangrienta de Uribe, actuando en consonancia con el gobierno de EE.UU., es parte de su pol&#237;tica de intensificar y endurecer las acciones contra la guerrilla de las FARC, incluyendo su negativa a todo canje humanitario de prisioneros. Su acci&#243;n se inscribe dentro de los lineamientos de la llamada &#8220;guerra contra el terrorismo&#8221; impulsada por Bush, que incluye la doctrina del &#8220;golpe preventivo&#8221; como justificaci&#243;n a la acci&#243;n realizada en territorio ecuatoriano. En este sentido es similar a las justificaciones a las que recurre el terrorista Estado de Israel para los asesinatos de dirigentes y activistas palestinos y para sus incursiones en territorios de pa&#237;ses vecinos (como ocurri&#243; en el L&#237;bano) bajo el argumento de su &#8220;seguridad interna&#8221;. No lejos est&#225;n los precedentes del accionar de Uribe en la captura de dirigentes de las FARC en territorio venezolano y ecuatoriano, como Rodrigo Granda y Sim&#243;n Trinidad, en total violaci&#243;n a la soberan&#237;a de esos pa&#237;ses. La justificaci&#243;n por parte de Uribe de la entrada de tropas colombianas en territorio ecuatoriano sienta un precedente de enorme gravedad, ya que legitima la acci&#243;n de tropas colombianas en territorio extranjero, en la misma l&#237;nea que el gobierno de Bush lo hizo con la detenci&#243;n de prisioneros en distintos pa&#237;ses. Por eso consideramos que la acci&#243;n del Ej&#233;rcito colombiano, violando el territorio de Ecuador, constituye una clara provocaci&#243;n del gobierno de Uribe que debe ser en&#233;rgicamente repudiada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El gobierno de Uribe tiene un largo historial de masacres y asesinatos. La &#171;guerra sucia&#187; del Ej&#233;rcito y los paramilitares son los responsables directos del asesinato de miles de campesinos, dirigentes sindicales, trabajadores y activistas pol&#237;ticos, que poco tienen que envidiarle al terrorismo de estado practicado por las siniestras dictaduras militares que se impusieron a sangre y fuego en la mayor&#237;a de los pa&#237;ses de la regi&#243;n en la d&#233;cada del &#8216;70. Es responsable de la expulsi&#243;n de sus tierras de millares de campesinos, el entreguismo de sus recursos naturales a las multinacionales y la firma de pactos econ&#243;micos, pol&#237;ticos y militares con el imperialismo que han aumentado la presi&#243;n de la cadena imperialista de Estados Unidos sobre el pa&#237;s andino. Y m&#225;s a&#250;n, Uribe est&#225; ligado a los sectores del narcotr&#225;fico y la llamada &#8220;parapol&#237;tica&#8221; colombiana. Por sus nexos con los paramilitares, 14 legisladores uribistas (junto a 6 de otros partidos), est&#225;n en la c&#225;rcel, y altos funcionarios debieron renunciar a sus cargos. Durante 2008 se espera que los pol&#237;ticos procesados lleguen a m&#225;s de 50 y el propio Uribe ha aparecido en fotos y videos con jefes paramilitares en su campa&#241;a presidencial de 2002, y se lo acusa de haber dado apoyo a la formaci&#243;n de grupos paramilitares durante su mandato como gobernador de Antioquia a mediados de la d&#233;cada de 1990. Por eso, no es de extra&#241;ar la incursi&#243;n militar en Ecuador produciendo una masacre frente a guerrilleros que no estaban en condici&#243;n de ejercer su defensa, tal y como las realizaban las dictaduras centroamericanas en la d&#233;cada de los ochenta con las &#8220;org&#237;as de los escuadrones de la muerte&#8221;. El gobierno de Uribe act&#250;a tambi&#233;n en beneficio de los intereses de Bush, que durante su gobierno increment&#243; los fondos destinados al nefasto &#8220;Plan Colombia&#8221; y &#8220;Plan Patriota&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colombia es un pa&#237;s que los yanquis han armado hasta los dientes: cuenta con alrededor de 400.000 efectivos entre polic&#237;as y tropas del ej&#233;rcito, de la fuerza a&#233;rea e infantes de marina, mientras Venezuela, por ejemplo, no llega a un total de 50.000. En Colombia act&#250;an abiertamente, adem&#225;s de centenares de marines norteamericanos, equipos de mercenarios especializados contratados por Estados Unidos bajo el eufemismo de &#8220;empresas contratistas&#8221;. Estados Unidos posee en Colombia, abiertamente tres bases militares: las dos primeras en los sitios Tres Esquinas y Florencia (ambas en el departamento de Caquet&#225;), y la tercera, en la ciudad de Villavicencio (departamento de Meta). El objetivo de instalar tambi&#233;n en Colombia la base militar de Manta (localizada actualmente en Ecuador), potenciada y reforzada, complementar&#237;a a las existentes, y dar&#237;a a los Estados Unidos una mayor capacidad de controlar las operaciones militares -no s&#243;lo relacionadas con la insurgencia colombiana- que se realicen en Am&#233;rica Latina y en el Caribe. Con esta capacidad b&#233;lica, es claro que Uribe cont&#243; cuanto menos con el apoyo tecnol&#243;gico y log&#237;stico del gobierno de Bush para realizar la reciente masacre. El mismo gobierno colombiano ha reconocido la informaci&#243;n que le brind&#243; la CIA para localizar a Reyes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto con el objetivo general de lograr un aplastamiento y rendici&#243;n incondicional de la guerrilla, Uribe es probable que utilice el aumento de las tensiones para volver a insistir con una nueva reelecci&#243;n presidencial. El mismo d&#237;a que se dio a conocer el asesinato de Reyes, partidarios del gobierno salieron a juntar firmas en apoyo a una reforma constitucional que permita un nuevo per&#237;odo de Uribe como jefe del estado colombiano. Adem&#225;s busca un cambio de escenario cuando se ven&#237;a de liberar a cuatro rehenes de las FARC, y exist&#237;an negociaciones avanzadas para la liberaci&#243;n de otras doce personas, incluyendo a Ingrid Betancourt, al mismo tiempo que aumentaba la presi&#243;n para una &#8220;salida negociada&#8221; por parte de diversos pa&#237;ses de la regi&#243;n. Es por eso que el hecho se produce poco despu&#233;s de la nueva liberaci&#243;n unilateral de rehenes por parte de las FARC, cuesti&#243;n que hab&#237;a fortalecido la presi&#243;n internacional al gobierno colombiano por acceder al &#8220;canje humanitario&#8221; que reclaman la guerrilla y varios gobiernos de la regi&#243;n y de la Uni&#243;n Europea. &lt;br class='autobr' /&gt;
Uribe intenta tambi&#233;n, en total alineamiento con el gobierno de Estados Unidos, golpear y aislar a Venezuela, intentando montar una matriz de opini&#243;n cuyo centro es mostrar a Ch&#225;vez y al pa&#237;s como &#8220;c&#243;mplice de los terroristas&#8221;. No es casualidad que la l&#237;nea argumental por parte del gobierno colombiano, como expres&#243; la intervenci&#243;n de su canciller en la reuni&#243;n de la OEA, ser&#237;an los supuestos v&#237;nculos de Venezuela -y de Ecuador- con las FARC, incluso hablando de financiamiento de Ch&#225;vez a los guerrilleros colombianos. M&#225;s a&#250;n, el gobierno Uribe afirma que demandar&#225; ante &#8220;la Corte Penal Internacional&#8221; de La Haya a Venezuela y a Hugo Ch&#225;vez, por &#8220;financiamiento y patrocinio de grupos terroristas&#8221;. La cuesti&#243;n radica en que Ch&#225;vez ha llamado al reconocimiento de las FARC como fuerza beligerante, planteo que es intolerable desde cualquier punto de vista tanto para Uribe como para EE.UU., y se prestigi&#243; internacionalmente por el papel que jug&#243; en las recientes liberaciones unilaterales de rehenes por parte de las FARC. Pero lo cierto es que hasta emisarios de EE.UU. se hab&#237;an reunido con Ra&#250;l Reyes, sin dejar de hablar de Francia y Suiza, que establecieron contactos para buscar posibles acuerdos de liberaci&#243;n de los rehenes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En medio de una fuerte polarizaci&#243;n pol&#237;tica en la regi&#243;n, con la ruptura de relaciones entre Ecuador y Colombia y la expulsi&#243;n del embajador de este pa&#237;s de Venezuela, as&#237; como el cierre de fronteras entre estos estados y movilizaci&#243;n de tropas, el Consejo Permanente de la OEA finalmente aprob&#243; una resoluci&#243;n donde aunque se reconoce la violaci&#243;n del territorio ecuatoriano por parte de Colombia, no se condena a esta &#250;ltima ni se denuncia el papel jugado por el imperialismo norteamericano. Es claro que del llamado grupo de &#8220;pa&#237;ses amigos&#8221;, con Brasil a la cabeza, no puede esperarse ninguna condena real a la masacre cometida por Uribe ni a la injerencia del imperialismo en la regi&#243;n. Por su parte, la oposici&#243;n de derecha venezolana ha salido a alinearse con la burgues&#237;a colombiana y los intereses norteamericanos, llamando a la OEA a que intervenga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente a la masacre y a la provocaci&#243;n lanzada por Uribe con el respaldo del imperialismo estadounidense es preciso impulsar la m&#225;s amplia movilizaci&#243;n de los trabajadores y los oprimidos de la regi&#243;n para enfrentar a este gobierno proimperialista, terminar con el Plan Colombia y expulsar al imperialismo de la regi&#243;n. En particular, es necesario que los trabajadores y el pueblo colombiano se movilicen de manera independiente para sacarse de encima al gobierno de &#193;lvaro Uribe y toda la burgues&#237;a colombiana que ha venido imponiendo planes de hambre y miseria. Exigimos a los gobiernos sudamericanos la ruptura de relaciones con este gobierno. Estamos por el castigo a los asesinos de Reyes y sus compa&#241;eros y el reconocimiento de las FARC como fuerza beligerante, m&#225;s all&#225; de que no compartamos su estrategia pol&#237;tica. Rechazamos los ataques lanzados por Colombia contra Ecuador y Venezuela por supuestos v&#237;nculos con las FARC y defendemos el derecho a mantener relaciones con ellas por parte de todo Estado. Estamos por el cierre de la base de Manta en Ecuador y por el retiro de todas las tropas estadounidenses en Colombia. Se&#241;alamos con claridad que las &#8220;denuncias&#8221; del gobierno de Uribe contra Ecuador y Venezuela buscan dar legitimidad a agresiones contra estos pa&#237;ses por parte del imperialismo, ya sean pol&#237;ticas o militares. Mientras defendemos el derecho de estos pa&#237;ses a defenderse frente a la violaci&#243;n de su territorio por parte de las fuerzas militares colombianas, como la realizada durante la masacre a los guerrilleros de las FARC, y llamamos a enfrentar activamente cualquier tipo de agresi&#243;n imperialista, alertamos que la salida de forzar una guerra fratricida en la regi&#243;n posiblemente sea una de las variantes que maneja la pol&#237;tica del imperialismo de Bush para desangrar al movimiento de masas y crear una relaci&#243;n de fuerzas m&#225;s favorable a sus intereses en Am&#233;rica del Sur. Los trabajadores y las masas oprimidas deben confiar s&#243;lo en sus propias fuerzas para lograr la derrota del imperialismo y las oligarqu&#237;as locales. La unidad latinoamericana s&#243;lo podr&#225; hacerse realidad con gobiernos de trabajadores en los distintos pa&#237;ses y la constituci&#243;n de una Federaci&#243;n de Rep&#250;blicas Socialistas de Am&#233;rica Latina.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Tres &#034;R&#034;... hacia la derecha</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Tres-R-hacia-la-derecha</link>
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		<dc:date>2008-02-21T21:11:54Z</dc:date>
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		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Luego de la derrota del refer&#233;ndum del 2 de diciembre, las famosas pol&#237;ticas de las tres &#171;R&#187; (revisi&#243;n, rectificaci&#243;n y reimpulso) de Ch&#225;vez, estar&#237;an indicando un corrimiento pol&#237;tico hacia la derecha del gobierno nacional.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Luego de la derrota del refer&#233;ndum del 2 de diciembre, las famosas pol&#237;ticas de las tres &#171;R&#187; (revisi&#243;n, rectificaci&#243;n y reimpulso) de Ch&#225;vez, incluyendo la amnist&#237;a de los sectores golpistas de la oposici&#243;n proimperialista, junto a sus llamados m&#225;s abiertos a la burgues&#237;a nacional a sumarse a su proyecto pol&#237;tico, estar&#237;an indicando un corrimiento pol&#237;tico hacia la derecha del gobierno nacional. Preso de sus propias contradicciones, el gobierno navega en turbulentas aguas en medio de un equilibrio pol&#237;tico altamente inestable expresando grados de debilidad que no hab&#237;a manifestado en per&#237;odo anteriores, incluso ni en los d&#237;as dif&#237;ciles de los a&#241;os 2002 y 2003 -pues se sustentaba en la gran fuerza de las masas populares. La abstenci&#243;n de los 3 millones de personas que no fueron a votar durante el refer&#233;ndum y que hab&#237;an sido parte fundamental en la reelecci&#243;n presidencial, pero que se negaron a manifestar su voto por la derecha, devel&#243; en toda su magnitud las fuerzas subterr&#225;neas que socavan una estructura de gobierno que, incluso, dentro de su limitado nacionalismo burgu&#233;s, no ha sido capaz de lidiar con las fuerzas pol&#237;ticas sobre las que se sustenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como hemos afirmado, Ch&#225;vez pod&#237;a unir por arriba para la articulaci&#243;n de sus pol&#237;ticas y arbitrar entre las clases, porque obten&#237;a y ten&#237;a mayor&#237;a en los votos y ganaba elecciones. Al comenzar a perder esta facultad, salen a la luz un conjunto de contradicciones ocultas por el velo de la preponderancia de Ch&#225;vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La centralizaci&#243;n de un movimiento electoral de masas en su mando y en su persona, que comienza a resquebrajarse, lleva a una situaci&#243;n de fragmentaci&#243;n pol&#237;tica, y expres&#225;ndose ya en s&#237;ntomas de agotamiento pol&#237;tico del gobierno de Ch&#225;vez. Es que, como ya hemos explicado desde las p&#225;ginas de En Clave Obrera, el bonapartismo plebiscitario tal como ha venido existiendo, luego del resultado del 2 de diciembre, tiende a desaparecer, pues &#171;el bonapartismo de Ch&#225;vez que mientras hablaba de &#171;socialismo&#187; y hac&#237;a algunas t&#237;midas reformas desde arriba, intentaba actuar como &#171;&#225;rbitro&#187; entre los intereses en punga reglamentando la vida sindical y pol&#237;tica de los explotados, ha entrado en grave crisis&#187;. Esto es lo que se est&#225; expresando en los primeros meses de gobierno, y los cambios del tren ministerial, incluida su pol&#237;tica de las tres &#171;R&#187; -una especie de mecanismo de corte &#171;gatopardistas&#187;, siguiendo la definici&#243;n de Gramsci, para recrear ilusiones en las instituciones y alejar el peligro de una aceleraci&#243;n de la lucha de masas hacia un curso m&#225;s independiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos estar asistiendo, siguiendo las definiciones del revolucionario italiano-a quien Ch&#225;vez le gusta citar-, a lo que podemos llamar un inicio de &#171;crisis de autoridad&#187; de Ch&#225;vez con respecto al movimiento de masas que lo ha venido siguiendo y sosteniendo en los nueve a&#241;os de gobierno. Se est&#225; comenzando a debilitar el &#171;consentimiento&#187; del que ha venido gozando entre los trabajadores y las grandes masas populares, abri&#233;ndose as&#237; una fuerte crisis m&#225;s estructural, en el sentido estrat&#233;gico, y no s&#243;lo ocasional. Esto no significa ruptura de las amplias mayor&#237;a populares con respecto de Ch&#225;vez, en tanto que como corriente pol&#237;tica a&#250;n mantiene una fuerza importante, pero s&#237; un debilitamiento con respecto a la &#171;autoridad&#187; de la que ven&#237;a gozando, lo que se expresa actualmente m&#225;s directamente en el gobierno. Como hemos escrito, &#171;la afirmaci&#243;n de Ch&#225;vez de que &#8216;no estamos maduros para un proyecto socialista', es toda una justificaci&#243;n y un mensaje a todos los sectores pol&#237;ticos de cambios hacia la derecha en el rumbo pol&#237;tico, para asegurar la &#171;gobernabilidad&#187; con nuevas negociaciones con la oposici&#243;n&#187;. El flamante ministro de Planificaci&#243;n, Haiman El Troudi, que hablaba con la mano izquierda mientras dirig&#237;a el Centro Internacional Miranda, act&#250;a con la mano derecha en cuanto hombre de gobierno, ha sido enf&#225;tico al afirmar que est&#225; siendo convocado el sector privado para que &#171;participe en la evaluaci&#243;n, construcci&#243;n y seguimiento del plan&#187; que abarca &#171;la revisi&#243;n y rectificaci&#243;n de las pol&#237;ticas cambiarias, monetarias y fiscal&#187;. Este &#171;asunto&#187;, sostiene el ministro, &#171;no es s&#243;lo del sector p&#250;blico, sino de sectores empresariales afines o no al proceso&#187;, enfatizando que &#171;queremos un di&#225;logo bien fruct&#237;fero para tratar de construir la soluci&#243;n m&#225;s inteligente&#187;1. Y todos sabemos, a qu&#233; soluciones se llega cuando se trata de pactos y acuerdos con los sectores empresariales2. Y si estos son los lineamientos del ministro &#171;izquierdista&#187;, cu&#225;les no ser&#225;n de la llamada &#171;derecha end&#243;gena&#187; de la que se habla en el propio chavismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La oposici&#243;n burguesa, tal como hemos venido manifestando, si bien ha venido aceptando y participando en los comicios electorales, reconociendo incluso el resultado presidencial, act&#250;a agazapadamente, y no ha desperdiciado el momento pol&#237;tico. Mientras el gobierno le atiende sus llamados -incluyendo la liberaci&#243;n de precios que aumentan sus ganancias en detrimento de las grandes mayor&#237;as populares-, golpea por abajo con su pol&#237;tica de &#171;guerra de baja intensidad&#187; apuntando a debilitar a&#250;n m&#225;s el gobierno actuando como un impulsor importante en el desabastecimiento de los principales productos alimenticios, y preparar su carrera electoral para finales del a&#241;o, que la vaya reposicionando en el espectro pol&#237;tico nacional. Una derecha que ha salido &#171;fortalecida&#187; no por fuerza propia sino por la propia autoderrota que se infligi&#243; el gobierno el refer&#233;ndum de la reforma constitucional, brind&#225;ndole un triunfo pol&#237;tico que no se lo esperaba si tomamos en cuenta que no pasa de los mismos n&#250;meros que ha venido teniendo en las continuas contiendas electorales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los cambios en el tren ministerial incluyendo el del vicepresidente del pa&#237;s, no han cambiado la percepci&#243;n de un gobierno que se muestra sin rumbo, agobiado por el conjunto de los problemas nacionales que en apenas un mes se han visto acrecentados. La subida de los precios de los productos elementales, el desabastecimiento, la inflaci&#243;n, los problemas en la producci&#243;n petrolera -ahora acrecentados con la embestida de la imperialista Exxon-Mobil -a los que el gobierno no ha sabido hacer frente, no son m&#225;s que oleajes en la superficie que expresan problemas estructurales y de fondo de un gobierno que durante nueve a&#241;os se bas&#243; en la ret&#243;rica pero sin resolver los problemas centrales de los trabajadores y del pueblo. El discurso vac&#237;o del &#171;socialismo del socialismo del siglo XXI&#187;, que no tocaba ninguno de los intereses de los fuertes grupos econ&#243;micos nacionales e internacionales, ni resolv&#237;a los problemas fundamentales del pueblo, termina estrell&#225;ndose frente a la cruda realidad y mostrando a todas luces lo que hemos venido insistiendo durante a&#241;os: que de la mano de la burgues&#237;a jam&#225;s se dar&#225;n pasos en resolver los problemas acuciantes, mucho menos avanzar hacia el socialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mientras tanto las luchas de los trabajadores comienzan a desarrollarse, expresando una especie de liberaci&#243;n de fuerzas en el nuevo escenario pol&#237;tico, destac&#225;ndose la emblem&#225;tica lucha de los trabajadores de Sidor por un convenio colectivo justo al mismo tiempo que levantan la demanda por la re-nacionalizaci&#243;n de la empresa. Pero tambi&#233;n son los trabajadores del sector el&#233;ctrico que luchan contra la tercerizaci&#243;n, por las condiciones contractuales y por la seguridad industrial; los trabajadores petroleros de PDVSA Oriente, los trabajadores portuarios de Puerto Cabello, los trabajadores de la construcci&#243;n del Metro de Caracas quienes con enorme disposici&#243;n dan pasos en defensa de sus derechos. Por su parte los sectores populares contin&#250;an con su lucha por una vivienda digna, tal como se ha expresado en las &#250;ltimas semanas en la ciudad de Caracas, por la salud, y contra la carest&#237;a de la vida, como tambi&#233;n la lucha de los campesinos por el derecho a la tierra. Mientras las expectativas de los trabajadores de recuperar lo perdido con la inflaci&#243;n durante el 2007, est&#225;n chocando con los techos salariales que buscan imponer en los convenios colectivos, de lo cual la discusi&#243;n en Sidor es un claro ejemplo. El ministro del Trabajo, ya ha salido al cruce, actuando como bombero previniendo incendios, y actuando como garante de una &#171;paz social&#187; en detrimento de los trabajadores (v&#233;ase su actuaci&#243;n en Sidor).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como hemos venido escribiendo desde estas p&#225;ginas, en la nueva situaci&#243;n pol&#237;tica, &#171;se abre una nueva perspectiva para una pol&#237;tica obrera independiente, por el proceso en curso de experiencia con el chavismo&#187;. El discurso ret&#243;rico del &#171;socialismo del siglo XXI&#187; hace aguas, y el gobierno avanza en su pactos con los sectores empresariales. Frente a dichos eventuales pactos que el chavismo derrotado har&#225; con la derecha a espaldas del pueblo, los trabajadores y las grandes masas populares, deben prepararse para luchar. Al mismo tiempo el gobierno tender&#225; a estrangular la acci&#243;n del movimiento de masas -las mismas que lo defendieron contra el golpe de abril del 2002-, cuesti&#243;n que ya ha venido intentando cercenar la autonom&#237;a de los sindicatos y dem&#225;s organizaciones independientes y reprimiendo las luchas m&#225;s avanzadas del movimiento obrero. En este marco se abren importantes espacios para una lucha decidida del movimiento obrero y de masas, sobre todo sus sectores de vanguardia que han venido actuando con sus acciones concretas, aunque capaz no con una clara conciencia, en oposici&#243;n al gobierno, por izquierda. Esta vez tendr&#225; que enfrentar, no ya s&#243;lo a la vieja burocracia adeca dentro de sus filas, sino centralmente a la propia burocracia obrera del chavismo, que act&#250;a y actuar&#225; como un fuerte chaleco de fuerzas para impedir el surgimiento de fuerzas independientes dentro de los trabajadores. Pero sustent&#225;ndonos en la experiencia que vienen comenzando a hacer sectores de vanguardia de los trabajadores con &#171;su gobierno&#187;, se abre la posibilidad de unificar a los sectores avanzados del movimiento obrero con un programa propio, de forma independiente del gobierno, para movilizar a amplios sectores por sus demandas. En este camino apuntamos los revolucionarios (ver notas centrales).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Notas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 El Nacional, 18 de enero. Entrevista exclusiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2 Recordemos los acuerdos llegados luego del golpe de abril y del paro-saboteo petrolero, que tuvo como expresi&#243;n pol&#237;tica el Refer&#233;ndum.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Frente al embargo de los activos de PDVSA por la Exxon M&#243;bil</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Frente-al-embargo-de-los-activos-de-PDVSA-por-la-Exxon-Mobil</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Frente-al-embargo-de-los-activos-de-PDVSA-por-la-Exxon-Mobil</guid>
		<dc:date>2008-02-12T15:54:31Z</dc:date>
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		<dc:creator>JIR (FT-CI)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>

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&lt;p&gt;Frente al embargo de los activos de PDVSA por la corporaci&#243;n imperialista Exxon M&#243;bil &lt;br class='autobr' /&gt;
1. La acci&#243;n emprendida por la corporaci&#243;n petrolera Exxon Mobil, abriendo acciones judiciales en las cortes de Estados Unidos, Reino Unido y Holanda, que decidieron el congelamiento de 12.300 millones de d&#243;lares tanto en cuentas bancarias como en activos de PDVSA en el exterior, no es m&#225;s que una agresi&#243;n imperialista a la soberan&#237;a de nuestros pueblos y a su leg&#237;timo derecho a disponer libremente de sus (&#8230;)&lt;/p&gt;


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 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Frente al embargo de los activos de PDVSA por la corporaci&#243;n imperialista Exxon M&#243;bil&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; La acci&#243;n emprendida por la corporaci&#243;n petrolera Exxon Mobil, abriendo acciones judiciales en las cortes de Estados Unidos, Reino Unido y Holanda, que decidieron el congelamiento de 12.300 millones de d&#243;lares tanto en cuentas bancarias como en activos de PDVSA en el exterior, no es m&#225;s que una agresi&#243;n imperialista a la soberan&#237;a de nuestros pueblos y a su leg&#237;timo derecho a disponer libremente de sus recursos naturales energ&#233;ticos. El gobierno de los Estados Unidos ha salido en la defensa de los intereses de esta camarilla de explotadores imperialistas, bajo el cinismo descarado de que deben &#8220;respetarse los intereses&#8221; de las corporaciones petroleras, que no son m&#225;s que los intereses al libre saqueo de las riquezas naturales de nuestro pa&#237;s. Pero m&#225;s descarado a&#250;n, es el coro de voces oriundas de la oposici&#243;n de derecha y sus &#8220;expertos&#8221; petroleros, que con un cinismo perverso, pr&#225;cticamente act&#250;an como voceros directos de los intereses de las grandes corporaciones imperialitas petroleras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; La transnacional Exxon Mobil no s&#243;lo es la principal petrolera del mundo y la compa&#241;&#237;a que m&#225;s financiamiento otorg&#243; para la campa&#241;a electoral de Bush, sino adem&#225;s es una empresa de gran influencia en la toma de decisiones en materia de pol&#237;tica exterior de Estados Unidos. Al llevar ante el Centro Internacional de Arreglo de Diferencias Relativas a las Inversiones (CIADI), entidad que est&#225; bajo el mando directo del propio Banco Mundial, la Exxon y sus similares corporaciones imperialistas dejan claro que, ni los m&#225;s t&#237;midos intentos de regatearle sus robos descarados, ser&#225;n permitidos. No cabe duda de que se trata de una acci&#243;n intimidatoria de claro corte imperialista, orquestada entre tribunales internacionales en acuerdo con organismos financieros y de los gobiernos imperialistas. Los magnates de las corporaciones petroleras no son capitalistas corrientes. Habi&#233;ndose apoderado de las mayores riquezas naturales de nuestros pa&#237;ses, sostenidos por sus billones y apoyados por las fuerzas militares y diplom&#225;ticas de sus centros imperialistas, hacen lo posible por establecer y someter a bien parecer a los pueblos en funci&#243;n de su rapacidad. Este episodio forma parte de la continua historia de agresiones de las corporaciones petroleras imperialistas contra los pa&#237;ses semicoloniales productores de petr&#243;leo, y busca intimidar y condicionar el elemental derecho que tiene Venezuela, y el conjunto de las naciones oprimidas por el imperialismo, a ejercer el control de sus recursos naturales y estrat&#233;gicos, derecho que defendemos en forma incondicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Frente a esta situaci&#243;n, la respuesta del gobierno de Ch&#225;vez a trav&#233;s del ministro de Energ&#237;a y Petr&#243;leo, y Presidente de PDSA, Rafael Ram&#237;rez, no es m&#225;s que leguleya, y es la consecuencia del reconocimiento del derecho de las corporaciones imperialistas al arbitraje internacional impuesto en la d&#233;cada de los 90 para dirimir litigios sobre el destino de nuestros recursos naturales. &#191;Y de qu&#233; clase de ley y jurisprudencia internacional estamos hablando? Nada m&#225;s y nada menos, de la que arbitra defendiendo los intereses de los pa&#237;ses imperialistas y que toma todas las medidas de car&#225;cter neocolonial en contra de la soberan&#237;a de los pueblos. Pero tambi&#233;n es consecuencia de las t&#237;midas medidas llevadas a cabo por el gobierno de Ch&#225;vez, que tras la falacia de una &#8220;nacionalizaci&#243;n&#8221; del sector petrolero de la Faja del Orinoco, lo que en verdad ha hecho no es m&#225;s que convertir en socios del negocio petrolero, a las grandes corporaciones del petr&#243;leo, v&#237;a el establecimiento de las empresas mixtas, incluso pagando a nivel de las acciones de mercado los activos a las transnacionales para alcanzar la mayor&#237;a accionaria. Para muestra un bot&#243;n: en el mismo momento que la Exxon tomaba estas medidas, el gobierno acordaba con la Total una &#8220;indemnizaci&#243;n&#8221; de 834 millones de d&#243;lares (a ser pagados en petr&#243;leo) por la reducci&#243;n de su participaci&#243;n accionaria de 47% a 30,3% en la exSincor, ahora PetroCede&#241;o. &#191;Es necesario pagar a estos expoliadores imperialistas cuando durante d&#233;cadas y d&#233;cadas han recuperado mil veces lo poco que invirtieron y que ya quintuplicaron las ganancias de sus consorcios, dejando a su paso miserias, destrucci&#243;n ambiental, dependencia tecnol&#243;gica y opresi&#243;n pol&#237;tica?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Las medidas que ha venido tomando Ch&#225;vez en el &#225;rea de los hidrocarburos, es claro que no tienen ning&#250;n car&#225;cter socialista, pero tampoco son siquiera consecuentemente antiimperialistas. Se mantienen por completo dentro de la legalidad burguesa para permitir que los pulpos imperialistas sigan operando, mediante la constituci&#243;n de las empresas mixtas. Es necesario tomar medidas serias contra las agresiones y medidas intimidatorias imperialistas, y no simples declaraciones o reconocimiento de las cortes internacionales que jam&#225;s resolver&#225;n a favor de los pueblos. Como se ha comprobado, no puede haber liberaci&#243;n nacional asoci&#225;ndose a los capitales imperialistas. Bajo estas nuevas agresiones, la expropiaci&#243;n sin indemnizaci&#243;n de todos los intereses imperialistas es el &#250;nico medio efectivo para salvaguardar la independencia nacional y las condiciones elementales de cualquier soberan&#237;a, de la que tanto habla Ch&#225;vez pero sobre lo cual no ha tomado ninguna medida seria. Por eso enfatizamos que es necesario levantar la lucha por una verdadera nacionalizaci&#243;n sin indemnizaci&#243;n de todas las industrias y empresas estrat&#233;gicas bajo el control y gesti&#243;n obrera. Desde nuestro punto de vista creemos que las estrategias pol&#237;ticas de Ch&#225;vez no llevan al camino de la derrota del imperialismo, pues consideramos que no hay lucha seria contra &#233;ste sino se asume la &#8220;lucha antiimperialista&#8221; como lucha por la expropiaci&#243;n de todos sus intereses econ&#243;micos y de todos aquellos sectores capitalistas nacionales que lo sostienen.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Los trabajadores y las trabajadoras de los pa&#237;ses imperialistas deben tomar como bandera la lucha contra todas estas corporaciones, y en este caso espec&#237;fico, contra la Exxon Mobil, contra cualquier medida de confiscaciones de bienes de PDVSA, condenando estos ataques y presiones contra Venezuela, as&#237; como levantando bien alto la lucha por la expulsi&#243;n de las empresas imperialistas de nuestro pa&#237;s y de toda Am&#233;rica Latina. La clase obrera y las masas populares de Am&#233;rica Latina deben tomar en sus manos la lucha por la recuperaci&#243;n de los recursos naturales y estrat&#233;gicos de la regi&#243;n, luchando por su nacionalizaci&#243;n efectiva e integral bajo gesti&#243;n de los trabajadores. Con los altos precios actuales de los recursos petroleros y de otras materias primas que se producen localmente en el mercado mundial, estos recursos ser&#237;an una herramienta formidable para la integraci&#243;n de los distintos pa&#237;ses latinoamericanos, tarea que durante el siglo XX se han mostrado incapaces de realizar las burgues&#237;as locales. Defendemos el derecho de nuestro pa&#237;s como naci&#243;n oprimida a su propia autodeterminaci&#243;n nacional, y decimos no a todo tipo de injerencia imperialista sean del tipo que sean. &#161;Fuera manos del imperialismo de Venezuela!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt;Llamamos a los trabajadores y trabajadoras, a las organizaciones obreras, a los sindicatos clasistas, en particular a los compa&#241;eros de CCURA-Petr&#243;leo, ha emprender una amplia campa&#241;a y lucha decidida por la expropiaci&#243;n definitiva de todas las industrias estrat&#233;gicas del pa&#237;s bajo el control de los trabajadores. Llamamos a la m&#225;s amplia y activa unidad de acci&#243;n en defensa del derecho de Venezuela a disponer de sus propios recursos naturales y energ&#233;ticos. Llamamos a realizar todo tipo de acciones para enfrentar a los pulpos petroleros, el imperialismo y sus agentes locales. Los socialistas revolucionarios peleamos por la expropiaci&#243;n sin pago y bajo control de los trabajadores de todas las empresas estrat&#233;gicas, en el camino de expropiar todas las grandes empresas, la banca y las industrias estrat&#233;gicas, como la de hidrocarburos, en el camino hacia un gobierno de los trabajadores que planifique el conjunto de la econom&#237;a en forma racional y al servicio de las grandes mayor&#237;as obreras y populares, acabando con la expoliaci&#243;n imperialista de las riquezas del pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Defensa del derecho de nuestro pa&#237;s a disponer de sus recursos naturales y estrat&#233;gicos. Rechazo frontal y un&#225;nime frente a cualquier agresi&#243;n o medidas intimidatorias a Venezuela por parte del imperialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Nacionalizaci&#243;n efectiva e integral del petr&#243;leo bajo gesti&#243;n de los trabajadores! &#161;Fuera las transnacionales y el imperialismo de Venezuela y Am&#233;rica latina!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Por la unidad de los trabajadores y las trabajadoras, campesinos y sectores populares oprimidos en la lucha por terminar con la opresi&#243;n y expoliaci&#243;n imperialista.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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