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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>Os atos contra o aumento da passagem podem marcar um novo levante de juventude no Brasil?</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Os-atos-contra-o-aumento-da-passagem-podem-marcar-um-novo-levante-de-juventude</link>
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		<dc:date>2015-01-20T07:26:24Z</dc:date>
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		<dc:creator>Fernanda Montagner</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Come&#231;amos o ano com atos importantes nas principais capitais do Brasil, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Recife, Florian&#243;polis, com destaque em S&#227;o Paulo no primeiro contando com cerca de 10 mil pessoas. Maiores do que os atos que iniciaram Junho, &#233; poss&#237;vel surgir um novo levante de juventude?&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton8859-f3174.jpg?1697353603' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Come&#231;amos o ano com atos importantes nas principais capitais do Brasil, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Recife, Florian&#243;polis, com destaque em S&#227;o Paulo no primeiro contando com cerca de 10 mil pessoas. Maiores do que os atos que iniciaram Junho, &#233; poss&#237;vel surgir um novo levante de juventude?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Novamente as quest&#245;es sociais e a pauta dos transportes seguem latentes para a popula&#231;&#227;o, principalmente a juventude, e &#233; um problema para a burguesia conter esse descontentamento em um ano de j&#225; anunciados ajustes, demiss&#245;es e aumento do custo de vida. As cartas est&#227;o na mesa para um novo levante, junto a um novo movimento oper&#225;rio ativo, o qual j&#225; se apresenta com a greve das Volks nesse janeiro. Para isso &#233; preciso que a juventude supere suas dire&#231;&#245;es governistas, que tamb&#233;m se preparam para esse ano conter as mobiliza&#231;&#245;es para passar os planos de ajuste do governo, usando por um lado medidas de coopta&#231;&#227;o, por outro de repress&#227;o e divis&#227;o dos trabalhadores da juventude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quatro desafios para a juventude em 2015 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#034;Cora&#231;&#227;o Valente&#034; s&#243; para as empresas. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse engodo contradit&#243;rio o PT, questionado em Junho e que em 2014 passou por uma das elei&#231;&#245;es mais acirradas desde a redemocratiza&#231;&#227;o, vem tomando medidas para conter poss&#237;veis manifesta&#231;&#245;es da Juventude e ao mesmo tempo relegitimar o partido frente a popula&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pr&#243;prio logo de Dilma &#034;Cora&#231;&#227;o Valente&#034; queria mostrar a presidente com um perfil jovem, lutadora, na tentativa do governo dialogar com esse sentimento de insurretos que marcou a juventude p&#243;s Junho. Isso porque, h&#225; mais de 10 anos no governo numa situa&#231;&#227;o nacional e internacional est&#225;vel, o PT foi se afastando de qualquer posi&#231;&#227;o ligada as bases do movimento estudantil e oper&#225;rio, suas figuras sindicais ficando velhas e descaradamente burocratizadas. Por conseguinte seu papel hist&#243;rico de desvio e conten&#231;&#227;o das lutas posto em xeque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&#227;o geracional em rela&#231;&#227;o a juventude &#233; ainda mais dr&#225;stica, pois esta n&#227;o guarda rela&#231;&#245;es org&#226;nicas com esse partido, como muito provavelmente seus pais mantiveram, uma nova gera&#231;&#227;o que s&#243; viu o PT no governo como mais um partido da ordem, corrupto e que governa para os empres&#225;rios. Isso &#233; um problema para a burguesia!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso desde Junho o pr&#243;prio Lula vem com um discurso de &#034;voltar ao PT das origens&#034;, nas elei&#231;&#245;es tentou convencer a todos da necessidade de votar no PT contra a suposta &#034;amea&#231;a da direita&#8221;, isso para recriar a identidade de um partido de esquerda e do povo, como se os diversos casos de corrup&#231;&#227;o, desde o Mensal&#224;o at&#233; o recente esc&#226;ndalo da Petrobr&#225;s, fossem problemas individuais de pessoas que se desviaram do &#8220;verdadeiro projeto do PT&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para isso, a juventude tem uma localiza&#231;&#227;o chave. Lula lan&#231;ou nesse ano v&#237;deos para internet justamente para atingir esse setor, ao mesmo tempo em que as organiza&#231;&#245;es governistas se orientaram para ganhar centros acad&#234;micos e Diret&#243;rios Centrais nas Universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No estado de S&#227;o Paulo, o governismo ganhou for&#231;as em CA's importantes na USP, como a Letras; na Unicamp ganharam o DCE dirigido ha 12 anos pelo PSOL, al&#233;m de dirigirem a Universidade de Minas Gerais, a UERJ no Rio de Janeiro, a grande maioria das Universidades no norte do pa&#237;s. Esse movimento, que para muitos pode parecer um refortalecimento do PT ou do governismo em si, o que seria um contra-senso ao questionamento colocado em 2013, mostra na realidade um vazio de politiza&#231;&#227;o deixado por Junho no seio da juventude, que a esquerda reformista e centrista, n&#227;o conseguindo responder, abriu caminho livre para o PT se localizar. Contudo, mais uma prova de que n&#227;o significa o fortalecimento das id&#233;ias do governo &#233; o fato de que a grande maioria das correntes governista como UJS (PCdoB), o Levante Popular da Juventude, Esquerda Marxista, e outras n&#227;o usam do discurso governista, pelo contr&#225;rio, se escondem por tr&#225;s de sentimentos autonomistas, corporativistas ou mesmo fomentando a despolitiza&#231;&#227;o para ganharem essas posi&#231;&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse giro do governismo &#233; a prepara&#231;&#227;o para conter qualquer tipo de levante estudantil que questione mais a fundo os projetos do governo, como por exemplo, o corte de R$1,8 bilh&#245;es da educa&#231;&#227;o esse ano. Ou como em Campinas, com o atual DCE da UJS apoiando o projeto do prefeito Jonas Donizette do PSB de desconto na passagem Universit&#225;ria como grande conquista tirando foto junto ao prefeito, cantando vit&#243;ria a uma medida da prefeitura de dividir os estudantes de toda a popula&#231;&#227;o trabalhadora, e a juventude n&#227;o universit&#225;ria que vai ter sua tarifa aumentada. Nesse mesmo sentido que a UNE, a UEE e a Juventude do PT sentaram nessa ultima quinta-feira com o prefeito de S&#227;o Paulo, Haddad do PT, para negociar uma nova pauta sobre o transporte, o que na pratica &#233; uma medida de subordinar a juventude ao governo, ao mesmo tempo que alegaram que n&#227;o participar&#227;o mais dos atos e que agora levar&#227;o &#8220;sua pr&#243;pria pauta&#8221; de concilia&#231;&#227;o de classe, como se fosse poss&#237;vel garantir os interesses da popula&#231;&#227;o e dos empres&#225;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, superar essas dire&#231;&#245;es do governo &#233; o principal desafio para a juventude hoje, n&#227;o se iludir com o canto da sereia das supostas concess&#245;es, do di&#225;logo do &#034;povo&#034;. O governo usa desse discurso para tentar conter a maior radicaliza&#231;&#227;o. Por isso &#233; necess&#225;rio retomar as entidades para serem um instrumento que organize os estudantes para o combate, com uma pol&#237;tica que jamais se concilia com o governo, mas sim levanta as principais demandas sentidas pelos estudantes e pela popula&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem nos puxa o tapete &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos j&#225; comentam o claro perfil de direta que passadas as elei&#231;&#245;es o governo Dilma n&#227;o demorou em concretizar com Katia Abreu no minist&#233;rio da Agricultura (defendendo os latif&#250;ndios) e Joaquim Levy, neoliberal cl&#225;ssico para comandar a economia. Este ultimo, chamado pela pr&#243;pria m&#237;dia burguesa de &#8220;czar da economia&#8221; deixou claro que 2015 ser&#225; um ano duro, com a economia brasileira estagnada e a &#8220;&#225;rdua&#8221; tarefa de arrumar as contas da Uni&#227;o. O plano j&#225; &#233; certo, cortar gastos p&#250;blicos com educa&#231;&#227;o (principalmente), mas tamb&#233;m nas quest&#245;es trabalhistas como seguro desemprego, aux&#237;lio por acidente de trabalho e outros. Enquanto isso Dilma em seu discurso de posse falava sobre a p&#225;tria educadora, promete dinheiro da Petrobr&#225;s para a educa&#231;&#227;o e um segundo projeto do PAC, mas n&#227;o toca nem na crise da estatal e das grandes empresas da constru&#231;&#227;o civil, e menos ainda na crise econ&#244;mica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse descompasso no discurso n&#227;o &#233; nada mais que tentar salvar as figuras do PT, principalmente Lula das crises desse ano, enquanto o &#8220;portador das m&#225;s not&#237;cias&#8221; fica a cargo de Levy. No tempo que esse &#8220;czar&#8221; anacr&#244;nico nos puxa o tapete, o governo para n&#227;o come&#231;ar a ser amplamente questionado por seu car&#225;ter direitista de sua agenda econ&#244;mica, mant&#233;m um discurso populista dialogando com demandas democr&#225;ticas muito sentidas no Brasil, como a quest&#227;o negra e LGBT. Em SP o prefeito Haddad aprovou um sal&#225;rio m&#237;nimo para as trans poderem voltar a estudar, claramente uma quest&#227;o important&#237;ssima, uma vez que esses setores mais oprimidos tem altos &#237;ndices de evas&#227;o escolar, contudo &#233; tamb&#233;m uma primeira mostra de como o governo pode usar das demandas democr&#225;ticas como barganha para se represtigiar com a juventude, e atacar por outro lado. &#201; uma possibilidade frente a crise que esse m&#233;todo de usar das demandas democr&#225;ticas para destencionar as tens&#245;es sociais seja mais estendido, por isso a import&#226;ncia da juventude levantar juntos aos LGBTs e a popula&#231;&#227;o negra sua pr&#243;pria pauta independente do governos, para que as conquistas sejam arrancada pela mobiliza&#231;&#227;o e n&#227;o por acordos conciliados a burguesia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dividir para conquistar &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse mesmo sentido, &#233; important&#237;ssimo que a juventude se ligue aos trabalhadores, que come&#231;am a sofrer mais duramente com a infla&#231;&#227;o, o congelamento dos sal&#225;rios, e mesmo a inicial falta de emprego. N&#227;o s&#243; em rela&#231;&#227;o &#225;s quest&#245;es democr&#225;ticas, mas tamb&#233;m nas sociais, como do transporte onde diversas prefeituras, como Campinas e S&#227;o Paulo concederam passe para estudantes Universit&#225;rios, fingindo responder a essa demanda, mas que na verdade busca isolar programaticamente a vanguarda Universit&#225;ria do resto da popula&#231;&#227;o dando uma concess&#227;o a s&#243; esse setor enquanto todo o resto v&#234; suas tarifas aumentarem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa &#233; uma medica cl&#225;ssica para dividir a juventude dos trabalhadores, pois o maior risco para a estabilidade das empresas e do governo &#233; se a juventude se alia aos trabalhadores que tamb&#233;m aprenderam que &#233; poss&#237;vel vencer fazendo greve e manifesta&#231;&#245;es. Em Julho essa mesma l&#243;gica tambem foi usada pelo PT quando chamou uma marcha das centrais sindicais no refluxo das manifesta&#231;&#245;es de massa para levantar a pol&#237;tica do governo, querendo criar uma separa&#231;&#227;o dos supostos &#8220;v&#226;ndalos&#8221; dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Superar essa divis&#227;o &#233; a principal tarefa da juventude hoje, uma vez que s&#227;o os trabalhadores os &#250;nicos que n&#227;o recebem nenhum privil&#233;gio desse sistema e ao mesmo tempo s&#227;o os que produzem todas as riquezas. Forjar um movimento estudantil que tenha como principal norte a alian&#231;a com os trabalhadores tanto nas lutas como levantando demandas que respondam aos problemas de toda a popula&#231;&#227;o, que em cada fato defenda e lute sob os olhos dos mais oprimidos. &#201; essa alian&#231;a a mais perigosa que pode desestabilizar os privil&#233;gios das empresas e governos, e diferente de Junho quando os trabalhadores ainda estavam atomizados, 2014 esse novo movimento oper&#225;rio acordou com os Garis, Rodovi&#225;rios, USP, e j&#225; come&#231;a o ano com uma greve de milhares da Volks.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na repress&#227;o PT e PSDB andam de m&#227;os dadas &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ultimo, os partidos da ordem se unem na repress&#227;o, em S&#227;o Paulo o governo Alckmin, junto ao prefeito Haddad do PT, j&#225; usaram de dura repress&#227;o nos dois atos contra o aumento da tarifa, e pretende continuar, nesse caso PT e PSDB tranq&#252;ilamente se unem para tirar violentamente, com m&#233;todos da ditadura, a juventude das ruas. Sem falar da repress&#227;o nacionalizada que houve em junho para conter os atos, esse ano a burguesia vem usando de uma t&#225;tica de desgaste, ou seja, n&#227;o reprime como no dia 13 de Junho, (quando at&#233; os rep&#243;rteres foram alvos), mas sim reprimem seletivamente para tentar amedrontar os jovens que est&#227;o nas ruas, mas sem causar esc&#226;ndalo para a opini&#227;o publica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aqui, a melhor arma contra a repress&#227;o &#233; massificar os atos, articular os estudantes e a juventude trabalhadora desde seus locais de trabalho e estudo, para ganhar apoio popular, e mostrar que &#8220;violento &#233; o estado&#8221;, j&#225; que as manifesta&#231;&#245;es s&#227;o direito legitimo do povo mostrar sua indigna&#231;&#227;o e colocar as suas pr&#243;prias pautas nas ruas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda n&#227;o sabemos se esse ano vai se repetir algo t&#227;o enorme como 2013, mas com certeza estamos passando por novos tempos, uma nova situa&#231;&#227;o nacional que tem v&#225;rias fa&#237;scas que podem virar chama. Para isso tirar as li&#231;&#245;es dos processos passados &#233; fundamental para aproveitar da melhor forma a situa&#231;&#227;o que nos abre. Conseguir&#225; a juventude quebrar as manobras das dire&#231;&#245;es estudantis e oper&#225;rias em 2015 para n&#227;o unir estudantes e trabalhadores? Disso depende um novo junho.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="en">
		<title>First action against the injustices of the World Cup</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/First-action-against-the-injustices-of-the-World-Cup</link>
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		<dc:date>2014-02-06T13:21:49Z</dc:date>
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		<dc:language>en</dc:language>
		<dc:creator>Fernanda Montagner</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Yosef M.</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria/ Revolutionary Strategy League - Fourth International), from Brazil </dc:subject>
		<dc:subject>Brasil: Un gigante se despierta</dc:subject>
		<dc:subject>Juventud</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Last January 25 was marked, in several capital cities, by the first actions against the injustices related to the Soccer World Cup, among which, S&#227;o Paulo, that had more than three thousand participants, ended with police repression, hundreds of people locked up and wounded, and the attempted assassination of a demonstrator by the police.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Yosef-M" rel="tag"&gt;Yosef M.&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria/ Revolutionary Strategy League - Fourth International), from Brazil &lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton7485-0952a.jpg?1697353603' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Translated from Portuguese by Isabel Infanta, Liliana Ogando Calo&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;By Fernanda Montagner, a militant of Youth to the Streets and a coordinator of the Humanities Students Center of the University of Campinas (Unicamp)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Last January 25 was marked, in several capital cities, by the first actions against the injustices related to the Soccer World Cup, among which, S&#227;o Paulo, that had more than three thousand participants, ended with police repression, hundreds of people locked up and wounded, and the attempted assassination of a demonstrator by the police.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;These actions show a continuity with the struggles of the young people, that were brought together during the days of June and that feel most sensitive, facing the enormous expenditures of public money, while they experience precariousness and the lack of access to education, transportation, housing, which can be a spark that sets off a scene of new demonstrations in the streets, what the bourgeoisie fears most. Since the beginning of the year, with the &#8220;rolezinhos,&#8221; the young people of the black periphery have seized the shopping centers, laying down a pattern for the national discussion about exclusion of the black population, which forced President Dilma to show her fear that this phenomenon would assume proportions like those of June.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Facing the approach of the elections and of the World Cup, the PT federal government needs to silence possible movements of the young people and of the workers, and, in order to avoid a new erosion of the government, it has been creating an entire discourse that sets out that those who are against the World Cup, are making things easier for the right wing, while it is launching a &#034;#vaitercopa&#034; movement, that seeks to legitimize the event. At the same time, it is being pressured by the FIFA, that has already declared its apprehension relative to the continuity of the Cup and &#034;has demanded from Brazil measures so that the situation will be controlled up to the World Cup&#034; (esporte/terra, January 26). &#034;Control&#034; that means a lot of repression by the governments and their police forces.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#034;I can do without the World Cup; nationalization of stadiums, the subway and buses!&#034;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;In S&#227;o Paulo, we of Youth to the Streets, together with subway workers, bank clerks, teachers, and high school students, formed a single bloc by raising a program that engages in a dialogue with the outrage of the population facing the uncertainty of the public services, in comparison with the expenses of the World Cup, to which they will not have access, by taking up again the main demand from June, which was transportation, setting out the need for nationalization of public transportation, under workers' management and control by the users. In addition to being about one of main demands of the population that not only loses hours inside uncertain transportation, crowded together and with people's lives at risk, but they also use up a big part of their wages, with the high price of the tickets; it is the only program that guarantees quality transportation for the entire population, where it is viable to think about the forms of transportation free of charge, without that meaning the enrichment of the big capitalist ruling cliques, as is currently happening.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The bloc also gave an account of the most recent national scandals: the murder of the youth Kaique, a black homosexual from the outskirts; a victim of homophobia, he was not forgotten after a year in which homophobic violence increased by 11%; we shouted, &#034;Kaique, I am going to fight; the state will pay for your death!&#034; Together with the black young people of the &#034;rolezinhos,&#034; we also demanded spaces for relaxation, culture and sports, in opposition to the government's and the bosses' World Cup. The bloc also, as one of the main lessons of June, raised the necessity of forging revolutionary wings of the young people, and inside the student movement, that will see the alliance with the working class: &#034;A revolutionary alliance is that of the youth with the working class!&#034;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Once more, brutal repression&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;However, it was another action that did not even manage to reach its end, as a first general rehearsal for the World Cup; the police harshly repressed the demonstration; they chased the demonstrators, with cases of outrage taking place, physical assault of those arrested, mainly young people from the outskirts, and, in an example of action of the bloodthirsty police, the attempted murder of Fabricio, a youth of 22, who received two gunshot wounds in the chest and one in the groin. Meanwhile, the media and the governments are carrying out a reactionary campaign, attempting to stigmatize the actions as those of &#034;vandals&#034; and &#034;those out of control,&#034; that destroy the public space, in an attempt to set the population against them, to hide the fact that the real &#034;violent vandals&#034; are in the government that runs the most murderous police force on earth. It is not accidental that Dilma created a special security troop of ten thousand men from the National Force, to repress the actions during the World Cup.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Since June, the police forces have been exhausting themselves, facing the population, before every new case of murders, tortures, like that of the construction worker Amarildo, that became a national cause, &#034;Where is Amarildo?&#034; This month, it is repeated with the homophobic murder of Kaike, that the police are trying to cover up, with police violence against young people of color in the &#8220;rolezinhos,&#8221; not to mention the series of reports of slaughters on the outskirts, that do not occur without the population rebelling.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;During the action and in all our interventions, we have put ourselves in the places of work and study, denouncing the murderous police, in solidarity with Fabricio and with all the families and young people that were repressed and murdered by this institution that only serves to repress. As part of the campaign against repression that we have been promoting, we are fighting for the democratic freedom of demonstration, for punishing those responsible for and those who carried out this brutal police repression, and for ending this reactionary institution, an heir of the military dictatorship: No more slaughters, murderous police, get out!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Brasil: La lista &#8220;De la Chispa al Incendio&#8221; es electa en el CACH</title>
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		<dc:date>2013-12-05T01:30:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Fernanda Montagner</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Juventud</dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;La afirmaci&#243;n de que despu&#233;s de las &#8220;Jornadas de Junio&#8221; hubo un cambio en la subjetividad de la juventud hacia una mayor politizaci&#243;n y cuestionamiento se comprob&#243; en un importante ejemplo, las elecciones del CACH, el Centro de Estudiantes de Humanidades la Universidad de Campinas (Unicamp).&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil &lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Liliana-Ogando-Calo-253" rel="tag"&gt;Liliana Ogando Calo&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton7316-8246a.jpg?1697353603' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Fernanda Montagner es estudiante de Ciencias Sociales y coordinadora del CACH&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;La afirmaci&#243;n de que despu&#233;s de las &#8220;Jornadas de Junio&#8221; hubo un cambio en la subjetividad de la juventud hacia una mayor politizaci&#243;n y cuestionamiento se comprob&#243; en un importante ejemplo, las elecciones del CACH, el Centro de Estudiantes de Humanidades la Universidad de Campinas (Unicamp). La respuesta a la nueva situaci&#243;n nacional alcanza tambi&#233;n la necesidad mayor de la organizaci&#243;n pol&#237;tica de la juventud con ideas revolucionarias y con entidades estudiantiles que est&#233;n al servicio de organizar a los estudiantes para la lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En una campa&#241;a para retomar la tradici&#243;n de combatividad del CACH, la lista &#8220;De la Chispa al Incencio&#8221; (&lt;i&gt;Juventude &#225;s Ruas&lt;/i&gt; e independientes) gan&#243; por 131 votos a 117 votos a la lista &#8220;Sobrevivencia&#8221; y con m&#237;seros 21 votos para la lista de la antigua gesti&#243;n, pr&#225;cticamente toda compuesta por militantes del PSTU. Un resultado saludado por muchos estudiantes como &#8220;un cambio de acuerdo con la nueva coyuntura nacional&#8221;, que elogiaban y se sintieron representados, parte integrante del cambio del instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Triunf&#243; un programa que se propone el desaf&#237;o de responder a la nueva situaci&#243;n nacional, lig&#225;ndose a la juventud que est&#225; afuera de las universidades y a los trabajadores para subvertir el car&#225;cter de clase elitista que tiene la eduaci&#243;n superior p&#250;blica en Brasil, colocando la producci&#243;n de conocimiento al servicio de las reales necesidades de la poblaci&#243;n trabajadora, luchando para que &#233;sta est&#233; en las aulas, laboratorios y bibliotecas. Para eso, un programa que cuestione el estatuto universitario y su rectorado privilegiado, convenciendo a cada estudiante de que no necesitamos de esta casta burocr&#225;tica, pero s&#237; que ellos mismos junto a los trabajadores y profesores pueden poner fin al estatuto heredado de la dictadura militar y elaborar el suyo propio seg&#250;n las ideas de aquellos que realmente construyen la universidad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este a&#241;o en la Unicamp pasamos, como expresi&#243;n de las explosivas manifestaciones en junio al interior de la universidad, por una fuerte huelga con ocupaci&#243;n del rectorado que reaviv&#243; al movimiento estudiantil con sus m&#233;todos hist&#243;ricos. Ese proceso aceler&#243; la experiencia de los estudiantes con las actuales direcciones, con lo cual la elecci&#243;n del CACH fue uno de los puntos m&#225;s altos de esa experiencia. La lista de J&lt;i&gt;uventude &#225;s Ruas&lt;/i&gt; e independientes gan&#243; mostrando que los estudiantes quieren ligarse a las grandes ideas. Diferente de la vieja tradici&#243;n, esc&#233;ptica en relaci&#243;n a los estudiantes, que siempre repiten: &#8220;para dialogar es necesario hablar de peque&#241;as cosas de forma corporativa&#8221;, estas elecciones mostraron que las ideas revolucionarias tienen la capacidad de organizar a muchas personas, dialogando con sus reales necesidades relacionando cada problema inmediato al cuestionamiento de la estructura de la universidad a la sociedad. O sea, las elecciones materializaron la voluntad de los estudiantes de hacer historia al movimiento estudiantil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Del proceso electoral y la necesidad de democratizar las organizaciones&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esto ocurre en un proceso electoral de los m&#225;s politizados y con mayor quorum en a&#241;os (278 votos en tres d&#237;as &#8211; equivalente a 40% del curso votando al finalizar el a&#241;o), mostrando en el resultado las ansias de los estudiantes de hacer pol&#237;tica, rechazando tanto a las organizaciones autonomistas sin ning&#250;n programa y objetivo como las de aparato, desvinculadas de la base estudiantil. Por eso es necesario que el movimiento estudiantil levante la demanda de proporcionalidad en la gesti&#243;n, uno de los principales debates en las elecciones, no s&#243;lo como forma organizativa sino porque responde a la necesidad pol&#237;tica de que los estudiantes hagan la experiencia con las diversas concepciones de organizaci&#243;n, en un a&#241;o en que es aun m&#225;s urgente que todos conozcan qu&#233; concepci&#243;n va a llevar los procesos a victorias reales, y cu&#225;les van a desviar, abandonar o traicionar abiertamente las luchas para mantener sus propios intereses como gesti&#243;n. Adem&#225;s, impide que una misma gesti&#243;n se mantenga durante a&#241;os, burocratiz&#225;ndose dentro del organismo, alejada de los estudiantes e impidiendo que &#233;stos sean sujetos de la pol&#237;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Una de las lecciones que podemos sacar de Junio, y tambi&#233;n de los procesos de huelga y ocupaci&#243;n, es que las principales entidades del pa&#237;s no sirvieron a la organizaci&#243;n de los estudiantes. En la Unicamp la misma corriente &lt;i&gt;Dominio P&#250;blico&lt;/i&gt; ligada al PSOL, que dirige el DCE (federaci&#243;n de estudiantes) hace 13 a&#241;os integrados al r&#233;gimen universitario, fue incapaz de hacer una asamblea para organizar a los estudiantes y ganar las calles. Por el contrario, mantiene una concepci&#243;n de usar el aparato para promover los propios intereses como ala izquierda del r&#233;gimen, sin chocarse directamente con &#233;ste y asegurando as&#237; su posici&#243;n en el organismo, mientras gestionan la pasividad del movimiento estudiantil, llevando algunas demandas de manera corporativa desligadas de la discusi&#243;n pol&#237;tica amplia del proyecto de universidad, usando esa peque&#241;a pol&#237;tica para ganar las elecciones bajo demandas rebajadas. Las consecuencias de esa concepci&#243;n burocr&#225;tica de organizaci&#243;n se expresan en el contenido de su pol&#237;tica: votaron por acabar con la ocupaci&#243;n del rectorado y poner fin a un movimiento en plena din&#225;mica que lleg&#243; a m&#225;s de 20 cursos entre huelgas y paros, frenando la posibilidad de unificarse con los procesos de lucha nacional en curso en ese momento, como la huelga de los profesores de Rio, la de los trabajadores petroleros nacionales y la huelga de la Universidad de San Pablo (USP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es ese tipo de organizaci&#243;n que los estudiantes del Instituto de Filosof&#237;a y Ciencias Humanas (IFCH) optaron por superar con la propuesta de la proporcionalidad. Esa conclusi&#243;n fue sacada despu&#233;s de tres a&#241;os de desintegraci&#243;n de las gestiones: en 2011 y 2012, fueron gestiones autonomistas que, al desligar la demanda por &#225;mbitos de convivencia estudiantil [que el Rectorado viene reduciendo] de la lucha contra el rectorado y el r&#233;gimen universitario, acabaron por no plantear ninguna de las dos y las gestiones se disolvieron en el medio del mandato. En este &#250;ltimo a&#241;o el PSTU en el centro de estudiantes no plante&#243; la necesidad de unificaci&#243;n de las luchas, absteni&#233;ndose de ser un factor determinante para traer el esp&#237;ritu de combate de la juventud en Junio para dentro de la universidad. Sin contar que retrocedieron frente al vaciamiento de ideas y de convivencia que viene imponiendo el Rectorado, prohibiendo fiestas, intensificando la presi&#243;n acad&#233;mica y la militarizaci&#243;n del campus. En vez de eso priorizaron construir otro colectivo que los levante para disputar las elecciones del DCE, abandonando el CACH y evidenciando la concepci&#243;n de la organizaci&#243;n que defienden: un aparato electoralista desligado de las bases. Esa concepci&#243;n fue ampliamente rechazada por los estudiantes, recibiendo apenas 21 votos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, figuraba otra lista &#8220;Sobrevivencia&#8221;, en la que JUNTOS aprovechando en forma oportunista el sentimiento de Junio de rechazo a las organizaciones tradicionales y burocr&#225;ticas, intentaron aparecer como la lista de los &#8220;nuevos m&#233;todos&#8221;. O sea, la &#8220;vieja pr&#225;ctica reformista&#8221; disfrazada de novedad, para mantenerse en los aparatos, tanto en el DCE lig&#225;ndose al mismo grupo que hace 13 a&#241;os burocratiza el organismo, hasta disfraz&#225;ndose con distintos grados de autonomismo. Ocultando a los estudiantes que no hay nada de &#8220;nuevo&#8221; en la corriente que dirige las dos principales entidades del pa&#237;s, los DCEs de la USP y de la Unicamp, due&#241;os de un amplio rechazo en la USP por ser los art&#237;fices de un sinn&#250;mero de derrotas en la universidad y la completa prostraci&#243;n frente al Rectorado de Rodas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un programa revolucionario capaz de organizar nacionalmente a la juventud&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso, la lista &#8220;De la Chispa al Incendio&#8221; levant&#243; la necesidad de superar esas corrientes burocr&#225;ticas que enchalecan al movimiento estudiantil. Rescatando la historia del CACH como factor pol&#237;tico en la ciudad, respondiendo desde los hechos locales hasta los acontecimientos pol&#237;ticos nacionales e internacionales, un centro de estudiantes que incendie la vida politica y cultural del IFCH y organice a los estudiantes para ser aliados estrat&#233;gicos de los trabajadores. Sirviendo como un polo de combate contra el Rectorado, luchando contra su proyecto de militarizar la universidad que mete a la polic&#237;a dentro del campus &#8211; fusible de la lucha del 2013 &#8211; ligado al repudio a la polic&#237;a en las favelas, barrios, denunciando cada muerte de la juventud negra. Por la necesidad de la democratizaci&#243;n radical del acceso con el fin del ex&#225;men de ingreso, y que cada estudiante de las escuelas privadas sepa que el CACH es un aliado en la lucha contra la educaci&#243;n paga, por la estatizaci&#243;n de los monopolios de la educaci&#243;n. Que cada LGBTTI y mujer puedan actuar pol&#237;ticamente en el conjunto de las decisiones del ME y de la universidad y sean vanguardia, con todo el apoyo del CACH para poner un fin en la opresi&#243;n. Necesitamos organizaciones proporcionales, democr&#225;ticas y combativas a la altura de los desaf&#237;os del 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para eso es necesario que el movimiento estudiantil rompa las fronteras de la universidad y se nacionalice, y el CACH puede ser un factor en ese proceso junto a otras posiciones conquistadas bajo las ideas de Juventud as Ruas como el CAFCA en la UFMG (Minas Gerais) y el gremio A-90 en la escuela Am&#233;rico Brasiliense en el ABC Paulista. Esta es una discusi&#243;n central para el movimiento estudiantil: queremos fotalecer el movimiento entre los ingresantes, en la perspectiva de avanzar en las bases para los desaf&#237;os que tendremos en el movimiento estudiantil nacional en el pr&#243;ximo a&#241;o, de Mundial en Brasil. Rescatar las demandas de Junio, lucha que explot&#243; por el transporte p&#250;blico, y en la que levantamos o programa de estatizaci&#243;n bajo control de los trabajadores y usuarios. Debemos retomar con fuerza esta campa&#241;a y, munidos de programa, de las lecciones de Junio y del deseo por construir fuertes organizaciones democr&#225;ticas y ligadas a las principales luchas, es como nos preparamos para el 2014.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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