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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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<item xml:lang="pt_br">
		<title>Atos do PT e da CUT em defesa de Dilma apresentam programa amplo para aglutinar apoios</title>
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		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
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		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Nesta sexta-feira a Central &#218;nica dos Trabalhadores (CUT), Federa&#231;&#227;o &#218;nica dos Petroleiros (FUP), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), MST, UNE e outros movimentos, fizeram atos em v&#225;rias capitais do pa&#237;s, com destaque para S&#227;o Paulo, onde reuniram mais 40 mil pessoas. Chamado com as pautas de defesa da Petrobr&#225;s, dos direitos trabalhistas, da reforma pol&#237;tica e da democracia, os atos, que adquiriram uma dimens&#227;o nacional, foram na verdade uma demonstra&#231;&#227;o de for&#231;as em defesa do governo Dilma. As manifesta&#231;&#245;es ocorreram em contraposi&#231;&#227;o ao ato que est&#225; sendo chamado pela oposi&#231;&#227;o de direita no pr&#243;ximo dia 15 pelo impeachment de Dilma.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton8959-fb0a0.jpg?1696526339' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Nesta sexta-feira a Central &#218;nica dos Trabalhadores (CUT), Federa&#231;&#227;o &#218;nica dos Petroleiros (FUP), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), MST, UNE e outros movimentos, fizeram atos em v&#225;rias capitais do pa&#237;s, com destaque para S&#227;o Paulo, onde reuniram mais 40 mil pessoas. Chamado com as pautas de defesa da Petrobr&#225;s, dos direitos trabalhistas, da reforma pol&#237;tica e da democracia, os atos, que adquiriram uma dimens&#227;o nacional, foram na verdade uma demonstra&#231;&#227;o de for&#231;as em defesa do governo Dilma. As manifesta&#231;&#245;es ocorreram em contraposi&#231;&#227;o ao ato que est&#225; sendo chamado pela oposi&#231;&#227;o de direita no pr&#243;ximo dia 15 pelo impeachment de Dilma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em S&#227;o Paulo, as entidades ligadas ao governo conseguiram colocar mais de 40 mil pessoas na Avenida Paulista na tarde desta sexta-feira (segundo DataFolha). Apesar da clara defesa do governo Dilma, o ato foi permeado por cr&#237;ticas &#225;s Medidas Provis&#243;rias que atacam os direitos trabalhistas e previdenci&#225;rios, ao aumento das taxas de juros e aos cortes de verbas nos servi&#231;os essenciais &#227; popula&#231;&#227;o. No Rio de Janeiro, onde o ato reuniu cerca de 3 mil pessoas, a principal bandeira foi a defesa da Petrobr&#225;s frente &#225;s tentativas de avan&#231;ar na sua privatiza&#231;&#227;o e da reforma pol&#237;tica como resposta aos esc&#226;ndalos de corrup&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse programa defendido pelos atos busca lidar com o desgaste que o governo petista sobre nas bases das pr&#243;prias organiza&#231;&#245;es que os apoiam. Sem isso, seguramente teriam muito maior dificuldade para levar pessoas ao ato e angariar apoios, j&#225; que &#233; geral a insatisfa&#231;&#227;o por Dilma estar implementando o programa de ajustes que recha&#231;ou nas elei&#231;&#245;es. Ainda assim, para encher a marcha de 40 mil em S&#227;o Paulo, tiveram que recorrer aos m&#233;todos pr&#243;prios de uma burocracia subordinada ao governo. Manobraram para unificar com o ato/assembleia de professores organizado em fun&#231;&#227;o dos ataques que a categoria vem sofrendo por parte do governador Geraldo Alckmin; colocaram o aparato da prefeitura do PT em movimento; e inclusive levaram pessoas pagas de forma clientelar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vagner Freitas, presidente nacional da CUT, aproveitou para defender um programa desenvolvimentista de mudan&#231;a da pol&#237;tica econ&#244;mica (depositando os problemas do governo no Ministro da Fazenda Joaquim Levy), pois na semana que vem apresentar&#227;o um Manifesto de coaliz&#227;o Capital/Trabalho junto &#225;s principais entidades patronais do pa&#237;s em defesa da mudan&#231;a da pol&#237;tica econ&#244;mica. &#8220;N&#243;s temos uma classe trabalhadora organizada e classe empresarial bastante forte, se n&#243;s tivermos condi&#231;&#227;o de fazer uma pol&#237;tica econ&#244;mica voltada para o crescimento, ser&#225; bom para todo mundo&#8221; (site da CUT), destacou Vagner em sua fala no ato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As manifesta&#231;&#245;es defendiam ainda a estatal Petrobr&#225;s. Os discursos iam no sentido de que n&#227;o entregariam esse enorme patrim&#244;nio brasileiro &#227; privatiza&#231;&#227;o, referindo ao esc&#226;ndalo de corrup&#231;&#227;o como antessala para os setores da oposi&#231;&#227;o de direita buscarem privatizar totalmente a empresa. Mas escondem que Dilma j&#225; vem implementando a agenda de A&#233;cio e do PSDB de privatiza&#231;&#227;o da pr&#243;pria Petrobr&#225;s, ainda que em parcelas, al&#233;m dos ajustes econ&#244;micos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em diversas outras cidades do pa&#237;s, cobrindo todas as regi&#245;es e ganhando uma dimens&#227;o nacional, tamb&#233;m ocorreram manifesta&#231;&#245;es chamadas pelas mesmas entidades sindicais e populares. Em Salvador, Recife, Campo Grande, Belo Horizonte, Bras&#237;lia e outras capitais, os atos foram concorridos por cerca de 2 mil manifestantes cada um. Al&#233;m disso, a FUP juntos aos sindicatos regionais, organizaram desde bem cedo o atraso na entrada dos trabalhadores do primeiro turno das refinarias da Petrobr&#225;s em todo o pa&#237;s por cerca de duas horas, como parte da jornada de lutas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A real import&#226;ncia dessas manifesta&#231;&#245;es do dia 13 apenas poder&#225; ser medida em compara&#231;&#227;o com a dimens&#227;o que ir&#227;o adquirir as manifesta&#231;&#245;es contra o governo marcadas para domingo 15/03.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O discurso das centrais sindicais e dos movimentos populares em defesa de &#8220;mais direitos&#8221;, contr&#225;rios &#225;s medidas mais draconianas de ajustes por parte de Dilma, esconde que na pr&#225;tica essas mesmas organiza&#231;&#245;es t&#234;m se recusado a colocar de p&#233; um verdadeiro plano de luta para barrar os ataques com a for&#231;a da mobiliza&#231;&#227;o das camadas cada vez mais amplamente descontentes da popula&#231;&#227;o. Se negam n&#227;o s&#243; a colocar de p&#233; uma s&#233;ria luta contra os ajustes, mas tamb&#233;m a defender que os sindicatos e movimentos sociais se mobilizem de forma independente para garantir que mais esse esc&#226;ndalo de corrup&#231;&#227;o n&#227;o termine impune.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo contr&#225;rio, subordinam as cr&#237;ticas aos ataques ao governo &#227; defesa de Dilma, impossibilitando qualquer luta s&#233;ria. E prop&#245;em uma alternativa &#227; pol&#237;tica econ&#244;mica de ajustes juntamente com a centrais patronais, que, apesar de quererem est&#237;mulos econ&#244;micos por parte do governo, tamb&#233;m querem fazer os trabalhadores pagarem a crise com desvaloriza&#231;&#227;o dos sal&#225;rios, desemprego e retirada de direitos trabalhistas. Fazem parte das negocia&#231;&#245;es entre a CUT e a Fiesp, por exemplo, os grandes empres&#225;rios que atualmente implementam uma ofensiva de demiss&#245;es e retirada de direitos na ind&#250;stria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os sindicatos centrais sindicais e movimentos sociais antigovernistas e classistas precisam assumir a linha de frente da organiza&#231;&#227;o de assembleias de base e coordena&#231;&#245;es regionais democr&#225;ticas que coloquem de p&#233; um plano de mobiliza&#231;&#227;o capaz de barrar os ajustes e impedir que mais esse esc&#226;ndalo de corrup&#231;&#227;o termine em pizza. Dirigindo-se &#225;s bases CUT e ao MST para chamar a unidade nessa batalha, ajudando-as a lutar para que suas dire&#231;&#245;es abandonem sua pol&#237;tica passiva de concilia&#231;&#227;o com o governo e a patronal. Esse &#233; o caminho para construir uma terceira for&#231;a pol&#237;tica independente, que n&#227;o deixe os trabalhadores ref&#233;ns nem do governo nem com a oposi&#231;&#227;o de direita.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Actos del PT y la CUT en defensa de Dilma levantan un programa amplio para aglutinar apoyos</title>
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		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Llamado en defensa de Petrobras, de los derechos laborales, por la reforma pol&#237;tica y la democracia, los actos que lograron alcance nacional fueron en verdad una demostraci&#243;n de fuerzas en defensa del gobierno de Dilma.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton8958-509f8.jpg?1696526339' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Llamado en defensa de Petrobras, de los derechos laborales, por la reforma pol&#237;tica y la democracia, los actos que lograron alcance nacional fueron en verdad una demostraci&#243;n de fuerzas en defensa del gobierno de Dilma. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este viernes la Central &#218;nica de los Trabajadores (CUT), la Federaci&#243;n &#218;nica de los Petroleros (FUP), la Central de los Trabajadores de Brasil (CTB), el Movimiento Sin Tierra (MST), la Uni&#243;n Nacional de Estudiantes (UNE) y otros movimientos, realizaron actos en diferentes capitales del pa&#237;s, especialmente en San Pablo que reuni&#243; a 40 mil personas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Llamado en defensa de Petrobras, de los derechos laborales, por la reforma pol&#237;tica y la democracia, los actos que lograron alcance nacional, fueron en verdad una demostraci&#243;n de fuerzas en defensa del gobierno de Dilma. Las manifestaciones se desarrollaron en contraposici&#243;n al acto convocado por la oposici&#243;n de derecha, el pr&#243;ximo 15/3 por el impeachment de Dilma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En San Pablo, las entidades ligadas al gobierno lograron reunir a m&#225;s de 40 mil personas en la Avenida Paulista (seg&#250;n la DataFolha). A pesar de la clara defensa del gobierno de Dilma, los actos estuvieron cruzados por cr&#237;ticas a las Medidas Provisorias (decretos) que atacan los derechos laborales y previsionales, al aumento de las tasas de inter&#233;s y los recortes presupuestarios de servicios esenciales para la poblaci&#243;n. En R&#237;o de Janeiro, donde el acto reuni&#243; a casi 3 mil personas, la principal bandera fue la defensa de Petrobras frente a los intentos de avanzar en su privatizaci&#243;n y la reforma pol&#237;tica como respuesta a los esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este programa defendido en los actos busca lidiar con el desgaste que el gobierno petista sufre en las bases de las organizaciones que lo apoyan. Sin eso, seguramente contar&#237;an con m&#225;s dificultades para movilizar al acto y aglutinar apoyos ya que la insatisfacci&#243;n por Dilma es general al estar aplicando el programa de ajustes que afirm&#243; rechazar en las elecciones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aun as&#237;, para lograr una marcha de 40 mil en San Pablo, tuvieron que recurrir a los m&#233;todos propios de la burocracia subordinada al gobierno. Maniobraron para unificarlo con el acto/asamblea de profesores organizado en funci&#243;n de los ataques que el sector viene sufriendo por parte del gobernador Geraldo Alckmin; pusieron todo el aparato de la intendencia del PT en movimiento e incluso llevaron personas pagas de forma clientelar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vagner Feitas, presidente nacional de la CUT, aprovech&#243; el acto para defender un programa desarrollista de cambio de pol&#237;tica econ&#243;mica (enfocando los problemas del gobierno en el Ministro de Hacienda Joaquim Levy), pues la pr&#243;xima semana presentar&#225;n un Manifiesto de coalici&#243;n Capital/Trabajo junto a las principales entidades patronales del pa&#237;s, en defensa del cambio de pol&#237;tica econ&#243;mica. &#8220;Tenemos una clase trabajadora organizada y una clase empresarial fuerte, si tuvi&#233;ramos condiciones de elaborar una pol&#237;tica econ&#243;mica centrada en el crecimiento ser&#237;a bueno para todo el mundo&#8221; (site de la CUT), destac&#243; Vagner en su discurso durante el acto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las manifestaciones defendieron tambi&#233;n a la estatal Petrobras. Los discursos iban en el sentido de que no entregar&#237;an este enorme patrimonio brasilero a su privatizaci&#243;n, refiri&#233;ndose al esc&#225;ndalo de corrupci&#243;n como antesala para que los sectores de la oposici&#243;n de derecha avancen hacia la completa privatizaci&#243;n de la empresa. Sin embargo, ocultan que Dilma ya viene implementando la agenda de A&#233;cio y del PSDB de privatizaci&#243;n de la Petrobras, aunque en cuotas, adem&#225;s de los ajustes econ&#243;micos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En otras ciudades del pa&#237;s, cubriendo todas las regiones y ganando dimensi&#243;n nacional, se dieron manifestaciones convocadas por las mismas entidades sindicales y populares. En Salvador, Recife, Campo Grande, Belo Horizonte, Brasilia y otras capitales, los actos reunieron casi 2 mil personas cada uno. Adem&#225;s la FUP junto a los sindicatos regionales, organizaron desde temprano el retraso en el ingreso de los trabajadores del primer turno de las refiner&#237;as de Petrobras, en todo el pa&#237;s, por casi dos horas como parte de la jornada de luchas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La real importancia de estas manifestaciones del pasado 13/3 solo podr&#225; medirse en comparaci&#243;n con la dimensi&#243;n que adquieran las manifestaciones convocadas para este domingo 15/03 contra el gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El discurso de las centrales sindicales y los movimientos populares en defensa de &#8220;m&#225;s derechos&#8221;, oponi&#233;ndose a las medidas draconianas de ajustes por parte de Dilma, oculta en la pr&#225;ctica que fueron estas mismas organizaciones las que se han negado a poner en pie un verdadero plan de lucha para enfrentar los ataques con la fuerza de la movilizaci&#243;n de sectores, cada vez m&#225;s amplios, descontentos de la poblaci&#243;n. Se niegan no solo a poner en pie una lucha firme contra los ajustes sino tambi&#233;n a defender que los sindicatos y movimientos sociales se movilicen en forma independiente para garantizar que este esc&#225;ndalo de corrupci&#243;n no quede impune.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por el contrario, subordinan las cr&#237;ticas a los ataques al gobierno a la defensa de Dilma, imposibilitando cualquier lucha seria. Y proponen una alternativa a la pol&#237;tica econ&#243;mica de ajustes junto a las centrales patronales, que buscan est&#237;mulos econ&#243;micos por parte del gobierno y quieren que los trabajadores paguen la crisis, a trav&#233;s de la desvalorizaci&#243;n de los salarios, el desempleo y el fin de los derechos laborales. Son parte de las negociaciones entre la CUT y la Fiesp, por ejemplo, la ofensiva de despidos y retiro de derechos en la industria que los grandes empresarios actualmente est&#225;n implementando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los sindicatos y centrales sind&#237;cales, movimientos sociales antigubernamentales y clasistas necesitan pasar al frente organizando asambleas de base y coordinadoras regionales democr&#225;ticas que pongan en pie un plan de movilizaci&#243;n capaz de enfrenar los ajustes e impedir que este esc&#225;ndalo de corrupci&#243;n quede impune. Llamando a las bases de la CUT y del MST a la unidad en esta pelea, exigiendo a sus direcciones que abandonen su pol&#237;tica pasiva de conciliaci&#243;n con el gobierno y la patronal. Este es el camino para construir una tercera fuerza pol&#237;tica independiente que no deje a los trabajadores rehenes ni del gobierno ni de la oposici&#243;n de derecha.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Audi&#234;ncia de concilia&#231;&#227;o termina em impasse por intransig&#234;ncia da GM</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Audiencia-de-conciliacao-termina-em-impasse-por-intransigencia-da-GM</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Audiencia-de-conciliacao-termina-em-impasse-por-intransigencia-da-GM</guid>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A audi&#234;ncia de concilia&#231;&#227;o realizada hoje no Tribunal Regional do Trabalho da 15&#170; Regi&#227;o, em Campinas, terminou sem acordo e n&#227;o haver&#225; nova audi&#234;ncia. O desembargador enviar&#225; instru&#231;&#227;o ao relator do Minist&#233;rio P&#250;blico para que d&#234; parecer. A empresa em nenhum momento acenou com qualquer proposta diferente da demiss&#227;o dos 798 trabalhadores. O sindicato se manteve firme de que os trabalhadores n&#227;o aceitam qualquer demiss&#227;o, e por isso a greve deve seguir.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/LER-QI-Liga-Estrategia" rel="tag"&gt; LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH88/arton8917-b9484.jpg?1696526339' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='88' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A audi&#234;ncia de concilia&#231;&#227;o realizada hoje no Tribunal Regional do Trabalho da 15&#170; Regi&#227;o, em Campinas, terminou sem acordo e n&#227;o haver&#225; nova audi&#234;ncia. O desembargador enviar&#225; instru&#231;&#227;o ao relator do Minist&#233;rio P&#250;blico para que d&#234; parecer. A empresa em nenhum momento acenou com qualquer proposta diferente da demiss&#227;o dos 798 trabalhadores. O sindicato se manteve firme de que os trabalhadores n&#227;o aceitam qualquer demiss&#227;o, e por isso a greve deve seguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Audi&#234;ncia de concilia&#231;&#227;o termina em impasse por intransig&#234;ncia da GM&lt;br class='autobr' /&gt;
Em greve desde sexta-feira, 20, os trabalhadores da GM seguem sem qualquer concess&#227;o da empresa. A empresa entrou j&#225; na sexta-feira com pedido de diss&#237;dio coletivo na justi&#231;a (sem qualquer di&#225;logo anterior com o sindicato), que marcou audi&#234;ncia para hoje onde se esperava algum avan&#231;o nas negocia&#231;&#245;es. Nada. A empresa segue com a proposta de um novo lay-off para novos 798 trabalhadores e ao final quer negociar apenas a indeniza&#231;&#227;o para demitir estes mesmos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sindicato n&#227;o aceitou, corretamente, qualquer negocia&#231;&#227;o que envolvesse demiss&#245;es. Os representantes sindicais presentes na audi&#234;ncia, Macap&#225;, presidente do sindicato, e Mancha aceitaram a intermedia&#231;&#227;o do juiz que acenava com extens&#227;o do lay-off de 2 meses para 5 meses, desde que ao final estes trabalhadores tivessem estabilidade garantida. O sindicato pedia 6 meses de estabilidade ap&#243;s a cessa&#231;&#227;o do contrato, o TRT prop&#244;s 90 dias. O sindicato mais uma vez disse que aceitaria esta proposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas quando parecia que poderia se fechar um acordo, a empresa bateu na mesa e disse que n&#227;o aceitaria qualquer proposta diferente da negocia&#231;&#227;o de indeniza&#231;&#227;o ao final do lay-off, ou seja, quer demitir a qualquer custo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para piorar a situa&#231;&#227;o, no meio da audi&#234;ncia chegou a not&#237;cia de que a GM havia demitido por justa causa o companheiro Vin&#237;cius, diretor do sindicato e trabalhador da GM. Mais uma vez a empresa mostrava seus reais interesses, derrotar a qualquer custo os trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa sugeriu que poderia continuar negociando apenas se o sindicato se comprometesse a encerrar a greve. Os sindicalistas responderam que somente poderiam levar uma proposta de encerramento da greve para a categoria se a empresa sinalizasse que poderia aceitar a proposta do TRT e ainda garantir o pagamento dos dias parados e estabilidade de 90 dias para os grevistas. Mais uma vez, a empresa se manteve intransigente, dizendo que n&#227;o poderia fazer este acordo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante deste cen&#225;rio, o juiz encerrou a cess&#227;o e determinou o encaminhamento do processo ao relator do Minist&#233;rio P&#250;blico para que desse parecer sobre o conflito. Ou seja, nem mesmo seguir&#225; qualquer concilia&#231;&#227;o no TRT de Campinas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A greve deve continuar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao final da audi&#234;ncia entrevistamos o presidente do sindicato, o Macap&#225;. O sindicalista disse que &#8221;os trabalhadores n&#227;o est&#227;o dispostos a aceitar nenhuma demiss&#227;o. A greve est&#225; muito forte. Levaremos para os trabalhadores a proposta que o juiz apresentou [5 meses de lay-off e estabilidade de 90 dias ao final], mas com a intransig&#234;ncia da empresa a greve deve continuar&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perguntamos se o sindicato pretendia fazer novas manifesta&#231;&#245;es que ampliassem o apoio democr&#225;tico em torno da greve, Macap&#225; disse que &#8220;seguiremos a greve e estamos dispostos a fazer manifesta&#231;&#245;es, atos, inclusive caravana a Bras&#237;lia em defesa dos trabalhadores da GM&#8221;, e seguiu &#8220;a situa&#231;&#227;o nas montadoras e na ind&#250;stria de conjunto &#233; de muito ataque e demiss&#227;o. Por isso achamos que o governo, na figura da presidente Dilma, tem que editar uma Medida Provis&#243;ria que pro&#237;ba as demiss&#245;es. Temos que reduzir imediatamente a jornada de trabalho, onde a jornada hoje &#233; de 44h deve cair pra 40h, onde j&#225; &#233; 40h deve reduzir imediatamente para 36h. E qualquer empresa que demitir ou encerrar as portas, deve ser estatizada e colocada sob controle dos trabalhadores&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A greve est&#225; em uma situa&#231;&#227;o dif&#237;cil com a intransig&#234;ncia da empresa. Por isso &#233; muito importante criar uma rede nacional de solidariedade aos trabalhadores da GM. A CSP-Conlutas, que dirige o sindicato, ter&#225; reuni&#227;o da sua coordena&#231;&#227;o nacional neste final de semana, e a&#237; temos que urgentemente votar um plano de lutas contra as demiss&#245;es na GM e de defesa dos direitos dos trabalhadores que est&#227;o sendo atacados atrav&#233;s do governo Dilma, com as MPs 664 e 665.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As elei&#231;&#245;es para a nova diretoria do sindicato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em meio &#227; greve da GM hoje come&#231;aram as elei&#231;&#245;es para a nova diretoria do Sindicato dos Metal&#250;rgicos de S&#227;o Jos&#233; dos Campos. Al&#233;m da Chapa 1, da CSP-Conlutas, de continuidade com a atual diretoria, tem a Chapa 2, composta pelas burocracias sindicais da CUT e da CTB. Apoiamos a Chapa 1 neste processo, para impedir um retrocesso que seria com a entrada do governismo no sindicato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perguntamos ao Macap&#225; como estava o processo eleitoral. &#8220;As elei&#231;&#245;es est&#227;o muito boas pra gente. Diferente dos outros anos, vamos ganhar com muita for&#231;a e tamb&#233;m na GM, onde perdemos anteriormente, deveremos ter cerca de 80% dos votos. S&#243; hoje cerca de 2 mil trabalhadores da GM j&#225; votaram, o que &#233; um qu&#243;rum alto. Nossa chapa tem 10 trabalhadores da GM que concorrem para a diretoria do sindicato&#8221;, disse.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Greve contra as demiss&#245;es segue na GM em S&#227;o Jos&#233; dos Campos</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Greve-contra-as-demissoes-segue-na-GM-em-Sao-Jose-dos-Campos</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Greve-contra-as-demissoes-segue-na-GM-em-Sao-Jose-dos-Campos</guid>
		<dc:date>2015-02-23T19:00:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Em nova assembleia realizada hoje, 23, os trabalhadores da General Motors de S&#227;o Jos&#233; dos Campos mantiveram a greve iniciada na &#250;ltima sexta-feira contra a demiss&#227;o de 794 trabalhadores. A empresa entrou com ju&#237;zo de diss&#237;dio coletivo na justi&#231;a e amanh&#227;, ter&#231;a-feira, ocorrer&#225; audi&#234;ncia de concilia&#231;&#227;o no Tribunal Regional do Trabalho da 15&#170; Regi&#227;o, em Campinas.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH81/arton8918-16447.jpg?1696526340' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='81' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Em nova assembleia realizada hoje, 23, os trabalhadores da General Motors de S&#227;o Jos&#233; dos Campos mantiveram a greve iniciada na &#250;ltima sexta-feira contra a demiss&#227;o de 794 trabalhadores. A empresa entrou com ju&#237;zo de diss&#237;dio coletivo na justi&#231;a e amanh&#227;, ter&#231;a-feira, ocorrer&#225; audi&#234;ncia de concilia&#231;&#227;o no Tribunal Regional do Trabalho da 15&#170; Regi&#227;o, em Campinas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Greve contra as demiss&#245;es segue na GM em S&#227;o Jos&#233; dos Campos&lt;br class='autobr' /&gt;
Os trabalhadores seguiram a greve hoje com paralisa&#231;&#227;o total da produ&#231;&#227;o. Os trabalhadores est&#227;o entrando na f&#225;brica, mas n&#227;o produzem nada. A empresa segue intransigente e n&#227;o se pronunciou publicamente at&#233; agora, e levou a disputa para a justi&#231;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na assembleia de hoje outros sindicatos de diversas categorias foram levar solidariedade aos trabalhadores da GM e precisamos seguir ampliando essa solidariedade, ainda mais com o endurecimento da patronal que n&#227;o quer dialogar diretamente com o sindicato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A GM j&#225; reduziu de 2012 para c&#225; de 7500 trabalhadores para os atuais 5200 e agora quer seguir atacando. Neste ano que come&#231;ou com ataques mais diversos e demiss&#245;es na ind&#250;stria de conjunto e em particular nas montadoras, barrar essas demiss&#245;es na GM tem um significado nacional para os trabalhadores de todo o pa&#237;s, que assim como na Volks, n&#227;o aceitaremos pagar pela crise criada pelos patr&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &#8220;proposta&#8221; da empresa, se assim podemos chama-la, &#233; demitir imediatamente 794 trabalhadores ou coloca-los em lay-off (suspens&#227;o tempor&#225;ria de contrato) por dois meses e demitir todo mundo em seguida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sindicato dos metal&#250;rgicos de S&#227;o Jos&#233; dos Campos, filiado &#227; CSP-Conlutas, disse hoje aceitar o lay-off desde que seja garantida a estabilidade dos trabalhadores, sem demiss&#227;o em dois meses como quer a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os trabalhadores com sua for&#231;a e com a greve devem garantir a manuten&#231;&#227;o de todos os postos de trabalho. Com o endurecimento da empresa a luta deve se intensificar e as medidas de solidariedade e apoio s&#227;o mais importantes do que nunca. a dire&#231;&#227;o do sindicato e os trabalhadores da GM receberam a visita, ontem, de v&#225;rios representantes de sindicatos e da entidade estudantil Anel que foram se solidarizar. Essa iniciativa positiva mostra que existem condi&#231;&#245;es para construirmos imediatamente uma grande campanha nacional de solidariedade ativa, oper&#225;ria, estudantil e popular, em apoio &#227; greve da GM, contra as demiss&#245;es. &#201; preciso convocar reuni&#245;es em S&#227;o Jos&#233; dos Campos e em S&#227;o Paulo, aproveitar a pr&#243;xima plen&#225;ria da CSP-Conlutas (neste fim de semana) para que todos os sindicatos dessa central se joguem com total prioridade nessa campanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O recuo na ind&#250;stria automotiva coloca um desafio para os trabalhadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&#233;m a Volks em Taubat&#233; colocou hoje 250 trabalhadores em f&#233;rias coletivas. Isso mostra, sucessivamente, desde a greve da Volks do ABC em janeiro, que a situa&#231;&#227;o na ind&#250;stria automotiva n&#227;o &#233; boa para os trabalhadores. Segundo dados da patronal das ind&#250;strias montadoras, a Anfavea, em 2014 a produ&#231;&#227;o da ind&#250;stria automotiva caiu 15,3% em rela&#231;&#227;o a 2013 e o recuo de vendas, de acordo com o n&#250;mero de novos emplacamentos, recuou 7,5% em rela&#231;&#227;o ao ano anterior. E os progn&#243;sticos para esse ano &#233; de segmento da queda, contando ainda com o fim da redu&#231;&#227;o do IPI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A greve da Volks logo no come&#231;o do ano j&#225; abriu o caminho para que os trabalhadores possam vencer. Agora a vit&#243;ria dos trabalhadores da GM colocaria toda a classe mais um passo adiante para defender o emprego e nossos direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Viva a greve dos trabalhadores da GM!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="fr">
		<title>Le PT perd les &#233;lections dans les principaux p&#244;les industriels du pays</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Le-PT-perd-les-elections-dans-les-principaux-poles-industriels-du-pays</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.estrategiainternacional.org/Le-PT-perd-les-elections-dans-les-principaux-poles-industriels-du-pays</guid>
		<dc:date>2014-10-30T06:46:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>fr</dc:language>
		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria/ Ligue Strat&#233;gie R&#233;volutionnaire) du Bresil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;La d&#233;faite de Dilma Roussef et du PT dans les grands centres industriels du pays a &#233;t&#233; manifeste lors du second tour des pr&#233;sidentielles. Le discours sur une candidature &#171; de changement &#187;, qui correspondait &#224; l'image de Marina Silva, a &#233;t&#233; en grande partie transf&#233;r&#233; au candidat de la droite, A&#233;cio Neves. Plus qu'une remise en cause ponctuelle, on constate une perte d'h&#233;g&#233;monie du PT dans ses bastions ouvriers historiques, une crise plus profonde et structurelle.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH84/arton8671-9c86c.jpg?1696526340' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='84' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;La d&#233;faite de Dilma Roussef et du PT dans les grands centres industriels du pays a &#233;t&#233; manifeste lors du second tour des pr&#233;sidentielles. Le discours sur une candidature &#171; de changement &#187;, qui correspondait &#224; l'image de Marina Silva, a &#233;t&#233; en grande partie transf&#233;r&#233; au candidat de la droite, A&#233;cio Neves. Plus qu'une remise en cause ponctuelle, on constate une perte d'h&#233;g&#233;monie du PT dans ses bastions ouvriers historiques, une crise plus profonde et structurelle.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le PT n'a pas &#233;merg&#233; uniquement de la derni&#232;re grande s&#233;rie de mouvements ouvriers au Br&#233;sil, au d&#233;but des ann&#233;es 80. Il est connu &#233;galement pour son h&#233;g&#233;monie dans les r&#233;gions les plus industrialis&#233;es du pays. Son accession au gouvernements f&#233;d&#233;ral, et les changements qui ont eu lieu dans les 12 derni&#232;res ann&#233;es, ont conduit &#227; un d&#233;litement de l'identit&#233; et du sentiment de &#171; patriotisme &#187; pour une bonne partie de ses soutiens ouvriers.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La classe sociale qui a engendr&#233; le PT, implant&#233;e notamment chez les travailleurs les plus qualifi&#233;s des grandes entreprises, ainsi que chez ceux du service public, renie d&#233;sormais son rejeton. Le statut social cr&#233;&#233; de toutes pi&#232;ces par le PT pendant ses 12 ann&#233;es de gouvernement, au travers de la cr&#233;ation massive d'emplois pr&#233;caires et &#227; fort taux de turn-over dans le tertiaire, lui a assur&#233; une majorit&#233; serr&#233;e lors de ces derni&#232;res &#233;lections, par le vote d'une couche de travailleurs urbains paup&#233;ris&#233;s et rendus d&#233;pendants des politiques d'assistance sociale.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Concentrations ouvri&#232;res de Sao Paulo et de Minas Gerais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;On pouvait croire avec la non-accession de Marina Silva au second tour, per&#231;ue comme la voie alternative, &#227; une polarisation des votes et un retour &#224; la m&#234;me configuration politique, avec les m&#234;mes bastions. Mais ce n'est pas ce qui a &#233;t&#233; constat&#233; dimanche dernier.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dans la concentration ouvri&#232;re de Sao Paulo, Dilma Roussef et le PT n'ont fait que confirmer le revers historique qu'ils avaient subi au premier tour. Le PT n'est majoritaire que dans la circonscription de Diadema, avec 54% des voix, soit une courte t&#234;te d'avance. Ce r&#233;sultat est tr&#232;s faible compar&#233; &#227; ceux des &#233;lections de 2002 (73%), de 2006 (70%), et 2010 (66%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#192; S&#227;o Bernardo do Campo, fief politique de Lula Da Silva, le PT a &#227; nouveau perdu au deuxi&#232;me tour : 44% des suffrages valides, contre 56% pour A&#233;cio Neves. Cette ville d&#233;tenait le record du pire r&#233;sultat du PT, qui avait obtenu le m&#234;me score au deuxi&#232;me tour en 2010 : 56%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#192; Mau&#225;, alors que Dilma Roussef &#233;tait en t&#234;te au premier tour, c'est A&#233;cio Neves qui l'emporte au second, avec pr&#232;s de 56% des voix.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#192; Osasco, le PT perd &#233;galement pour la premi&#232;re fois depuis sa cr&#233;ation. Sa candidate obtient 41% des voix, contre 65% en 2002, 58% en 2006, et 55% en 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parmi les fortes concentrations urbaines et ouvri&#232;res de Sao Paulo, Dilma Roussef est en t&#234;te &#227; Hortol&#224;&#162;ndia, dans la R&#233;gion M&#233;tropolitaine de Campinas, tout comme au premier tour. La m&#234;me tendance g&#233;n&#233;rale se dessine au regard des &#233;lections ant&#233;rieures, qui vont de 73% en 2002 &#227; 57% en 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De m&#234;me, &#227; Sumar&#233;, dans la m&#234;me r&#233;gion, le PT perd pour la premi&#232;re fois : 49% pour Dilma Roussef, bien loin de la moyenne historique des 60% qu'avait maintenue le PT dans la ville.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le PT perd &#233;galement &#227; Campinas, Indaiatuba, Vinhedo, Valinhos, en suivant la m&#234;me tendance qu'au premier tour des &#233;lections.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dans l'&#233;tat de Minas Geiras, malgr&#233; la victoire du PT sur A&#233;cio Neves, qui en fut gouverneur pendant 8 ans (pour le PSDB), les r&#233;sultats dans les villes les plus ouvri&#232;res sont mauvais. Dans la capitale, Belo Horizonte, le PT n'obtient que 36% des voix, contre 76% en 2002, 63% en 2006, et 50% en 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Il en va de m&#234;me pour Contagem, l'un des principaux p&#244;les industriels de l'&#233;tat, o&#249; Dilma Roussef atteint p&#233;niblement les 48%. C'est une d&#233;faite am&#232;re pour le parti qui avait obtenu 82% des suffrages en 2002.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Il n'y a qu'&#224; Betim o&#249; le PT conserve son h&#233;g&#233;monie, o&#249; Dilma obtient 56% des voix, contre 76% en 2002.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rio de Janeiro, Nord et Nordeste du Br&#233;sil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le contexte est diff&#233;rent &#227; Rio de Janeiro. Parmi les villes ouvri&#232;res les plus importantes de la r&#233;gion, telles Duque de Caxias, S&#227;o Gon&#231;alo et Nova Igua&#231;u le PT oscille entre 64% et 69% des voix, l&#233;g&#232;rement en dessous des r&#233;sultats des &#233;lections ant&#233;rieures.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La victoire de Dilma Roussef a donc &#233;t&#233; assur&#233;e par les r&#233;gions Nord et Nord-est, qui ont montr&#233; une tendance clairement oppos&#233;e &#224; l'effritement du PT. &#192; Manaus (&#233;tat d'Amazonie), Cama&#231;ari et Salvador (Bahia), Fortaleza (Cear&#225;) et Recife (Pernambouc), le PT est largement devant. Dans certaines r&#233;gions, il est m&#234;me en t&#234;te dans toutes les circonscriptions municipales. Cependant, Manaus, qui &#233;tait un bastion du PT en 2002, et votait PT &#227; presque 80%, ne vote plus qu'&#224; 56% en sa faveur.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pourquoi un secteur de la classe ouvri&#232;re a-t-il vot&#233; pour A&#233;cio Neves ?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le PSDB est un parti ouvertement n&#233;olib&#233;ral, traditionnellement bourgeois et anti-populaire au Br&#233;sil. Cependant, et comme on a pu le constater, A&#233;cio l'a emport&#233; sur Dilma dans nombre de villes &#227; composition majoritairement ouvri&#232;re. Un certain nombre de facteurs permettent de comprendre ce virage &#227; droite de secteurs ouvriers cons&#233;quents.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Les dix derni&#232;res ann&#233;es ont vu surgir un nouveau prol&#233;tariat, jeune, et ext&#233;rieur aux r&#233;f&#233;rences du PT en tant que parti issu des grandes gr&#232;ves de la fin des ann&#233;es 70 et d&#233;but 80. &#192; l'oppos&#233;, ce secteur est d&#233;j&#224; conscient que le PT est devenu un parti de gouvernement et de maintien de l'ordre &#233;tabli, davantage proche des partis traditionnels et bourgeois au pouvoir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De l&#224; sont issus ces prol&#233;taires qui ont vot&#233; pour A&#233;cio Neves : c'est un vote pragmatique, qui tend &#227; faire d'A&#233;cio Neves celui qui pourra juguler l'inflation. Ce sont des secteurs qui n'ont pas v&#233;cu les politiques n&#233;olib&#233;rales des ann&#233;es 90 men&#233;es par le PSDB, qui se sont plus facilement laiss&#233;s convaincre par le discours d&#233;magogique du candidat Neves. Ce dernier a donc dissimul&#233; derri&#232;re l'apparence du changement la ligne politique de droite et n&#233;olib&#233;rale de son parti : il cache le fait que son parti est aussi corrompu que le PT et que son combat contre l'inflation va de pair avec la suppression des emplois et d'acquis sociaux.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Les discours de Lula Da Silva &#224; la fin de la campagne &#233;lectorale s'adressaient directement &#227; cette frange de la population.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainsi, dans les usines o&#249; l'on vote davantage pour le PT, on trouve des ouvriers avec davantage d'exp&#233;rience, et une tendance en faveur de Dilma ; inversement, l&#224; o&#249; le prol&#233;tariat est plus jeune, mais aussi plus pr&#233;caire, on constate une plus grande r&#233;ceptivit&#233; au discours populiste d'A&#233;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pour les secteurs qui ont connu le PT des ann&#233;es 80 et le tournant n&#233;olib&#233;ral des ann&#233;es 1990 de la droite br&#233;silienne, voter pour A&#233;cio Neves constituait effectivement un tournant &#227; droite. Mais ce choix concerne des secteurs tr&#232;s minoritaires. S'ils avaient &#233;t&#233; majoritaires, cela aurait co&#251;t&#233; la victoire au PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;On peut inclure &#233;galement dans les facteurs de cette d&#233;faite l'immobilisme de la CUT, dont la direction bureaucratique, li&#233;e directement au PT, a emp&#234;ch&#233; les &#233;meutes et l'insatisfaction massives de juin 2013 de se porter sur la gauche de l'&#233;chiquier politique.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nous n'avons pas vu de ph&#233;nom&#232;ne de luttes, quelle que soit la branche d'activit&#233;s, qui d&#233;montre l'impuissance de ce syndicat bureaucratique face aux sympt&#244;mes de crises et de convulsions dont souffrent les entreprises. Cette apathie syndicale conduit le m&#233;contentement &#227; se manifester uniquement par les urnes, et par un virage partiel &#227; droite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Une mutation de la base sociale du PT ?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le PT est donc condamn&#233; &#227; se r&#233;inventer et son enjeu central est structurel. Dans les principaux bastions ouvriers, une partie de la classe ouvri&#232;re des grandes concentrations industrielles a cess&#233; de s'identifier avec le PT apr&#232;s son int&#233;gration &#224; l'appareil d'&#201;tat, apr&#232;s 12 ann&#233;es au pouvoir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le PT passe donc d'un parti de travailleurs &#227; parti de l'ordre, qui gouverne en fonction d'int&#233;r&#234;ts capitalistes, et dont le volet social est un moyen de contr&#244;le des populations les plus pauvres et les plus pr&#233;caires. La preuve flagrante est bien le r&#233;sultat du PT, qui est majoritaire uniquement dans la tranche de population qui a des revenus mensuels inf&#233;rieurs &#227; deux fois le salaire minimum national. Celle-ci est compos&#233;e de la masse des travailleurs urbains paup&#233;ris&#233;s et des secteurs ouvriers les plus accul&#233;s. La contradiction c'est que dans ces m&#234;mes concentrations les syndicats continuent d'&#234;tre pilot&#233;s par la bureaucratie de la CUT, li&#233;e PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;L'un des d&#233;fis annonc&#233;s pour le parti au pouvoir dans la p&#233;riode qui s'ouvre, c'est bien sa perte d'influence parmi les secteurs o&#249; il pourrait &#234;tre le plus solide, le plus organique, c'est-&#224;-dire dans la classe ouvri&#232;re. Car en effet dans les secteurs informels de l'&#233;conomie et chez les pauvres urbains et les plus pr&#233;caires le soutien &#227; un parti est plus pragmatique, directement influenc&#233; par les oscillations de l'&#233;conomie, actuellement en d&#233;clin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pour un gouvernement qui est confront&#233; &#227; un sc&#233;nario de crise majeure, dans le contexte de la r&#233;cession et de plans d'ajustement &#233;conomiques qui viendront t&#244;t ou tard, la tendance est au creusement du foss&#233; entre le PT et sa base, qui risque &#233;galement d'affecter le bras syndical du PT, la CUT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reste &#227; savoir comment va s'orienter le m&#233;contentement et la remise en question structurelle et organique du PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;C'est pour cela qu'il faut appeler &#224; la construction d'une alternative puissante dans la classe ouvri&#232;re, ind&#233;pendamment des bureaucraties et du patronat, enracin&#233;e dans le mouvement populaire, et qui puisse r&#233;cup&#233;rer les syndicats comme instruments de lutte de classe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;29/10/2014.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>El PT sale cuestionado en las regiones obreras m&#225;s importantes del pa&#237;s</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/El-PT-sale-cuestionado-en-las-regiones-obreras-mas-importantes-del-pais</link>
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		<dc:date>2014-10-07T00:11:10Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrategia Revolucionaria) de Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;El Partido de Trabajadores surgi&#243; en la d&#233;cada del 80, con fuertes v&#237;nculos con los trabajadores en medio del ascenso obrero que el pa&#237;s vivi&#243; al inicio de aquella d&#233;cada. La oleada de huelgas en aquel momento tuvo su mayor centro en el ABC paulista, y se arrastr&#243; al interior de San Pablo, Minas Gerais y tambi&#233;n en Rio de Janeiro, expandi&#233;ndose en todo el pa&#237;s. Lula y el PT, desde entonces, mantienen un amplio eco y apoyo electoral en las regiones obreras m&#225;s importantes del pa&#237;s. En estas elecciones, sin embargo, vimos un primer y fuerte cuestionamiento al PT entre los trabajadores de estos centros industriales.&lt;/p&gt;

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		</description>


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		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;El Partido de Trabajadores surgi&#243; en la d&#233;cada del 80, con fuertes v&#237;nculos con los trabajadores en medio del ascenso obrero que el pa&#237;s vivi&#243; al inicio de aquella d&#233;cada. La oleada de huelgas en aquel momento tuvo su mayor centro en el ABC paulista, y se arrastr&#243; al interior de San Pablo, Minas Gerais y tambi&#233;n en Rio de Janeiro, expandi&#233;ndose en todo el pa&#237;s. Lula y el PT, desde entonces, mantienen un amplio eco y apoyo electoral en las regiones obreras m&#225;s importantes del pa&#237;s. En estas elecciones, sin embargo, vimos un primer y fuerte cuestionamiento al PT entre los trabajadores de estos centros industriales.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El PT perdi&#243; la hist&#243;rica hegemon&#237;a en el ABC paulista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por primera vez desde el triunfo de Lula en el 2002, el PT pierde en su principal basti&#243;n obrero de la zona industrial de Brasil, el ABC paulista. En San Bernardo do Campo, donde Lula inici&#243; su carrera pol&#237;tica como presidente del Sindicato de Metal&#250;rgicos, el PT era hegem&#243;nico desde el 2002.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En su primer mandato, Lula hab&#237;a ganado con m&#225;s del 60% de los votos en San Bernardo do Campo, alcanzando 230.368 votos, contra 72.780 del entonces candidato por el PSDB Jos&#233; Serra. En su reelecci&#243;n, en 2006 Lula mantuvo un margen elevado con el 51% de los votos en su basti&#243;n, contra el 40% de su opositor tucano Geraldo Alckmin (hoy reelecto gobernador de San Pablo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la primera elecci&#243;n de Dilma, en 2010, el PT mantuvo a&#250;n su hegemon&#237;a en San Bernardo do Campo aunque en t&#233;rminos m&#225;s estrechos. La entonces candidata conquist&#243; el 46% de los votos, contra el 32% de Jos&#233; Serra del PSDB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este a&#241;o, Dilma y el PT alcanzaron un magro 32% contra el 36% de A&#233;cio Neves, seguido por el 25% de Marina Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El mismo curso se dio en Mau&#225;, en la regi&#243;n metropolitana de San Pablo, donde el PT jam&#225;s hab&#237;a perdido antes, y esta vez quien sali&#243; victoriosa fue Marina Silva, con el 36%, Dilma el 30% seguida por A&#233;cio con el 27%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Santo Andr&#233;, otra ciudad importante industrial del ABC paulista, el PT volvi&#243; a perder. El 57% de la primera elecci&#243;n de Lula, que en su reelecci&#243;n oscil&#243; hacia abajo, alcanzando el 42% contra el 48% del PSDB, hab&#237;a sido parcialmente recuperado por Dilma en el 2010, cuando alcanz&#243; el 39% contra el 36 de Jos&#233; Serra. Y ahora la votaci&#243;n dio ganador al PSDB, con A&#233;cio Neves llegando al 44%, contra el magro 25% de Dilma acompa&#241;ada por Marina Silva con el 25%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Del entorno de San Pablo la &#250;nica ciudad importante de concentraci&#243;n obrera donde el PT mantuvo su hegemonia en estas elecciones fue Diadema, donde Dilma obtuvo el 42% de los votos, contra el 27% de Marina y el 25% de A&#233;cio. Pero muy por debajo de los &#237;ndices hist&#243;ricos de 60% desde la primera elecci&#243;n de Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fuerte cuestionamiento al PT en las concentraciones industriales del interior de San Pablo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Campinas, otra importante ciudad obrera del Estado de San Pablo, la variaci&#243;n entre el PT y el PSDB sigui&#243; la misma l&#243;gica que en Santo Andr&#233;, con Lula venciendo en su primera elecci&#243;n, perdiendo en la reelecci&#243;n, que fue reconquistada por Dilma en su primera elecci&#243;n y ahora quedando en tercer lugar, con el 25%, contra 41% de A&#233;cio Neves y el 26% de Marina Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Hortolandia y Sumar&#233;, dos importantes ciudades industriales de la regi&#243;n metropolitana de Campinas, el PT mantuvo su hist&#243;rico de victorias sobre el PSDB, pero visiblemente desgastado. En estas dos ciudades, el PT jam&#225;s hab&#237;a bajado del 50% de los votos, llegando a niveles superiores al 60% en la reeleci&#243;n de Lula, en el 2014 sigue al frente pero con el 42% en Hortolandia y el 35% en Sumar&#233;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Indaiatuba, regi&#243;n industrial en pleno desarrollo, tambi&#233;n en la regi&#243;n de Campinas la derrota del PT fue muy fuerte, aunque hist&#243;ricamente el PT no hegemonizara la ciudad, que es un centro obrero reciente. A&#233;cio venci&#243; con el 44%, y en segundo lugar qued&#243; Marina, con el 25% y tercera Dilma, con el 24% de los votos, 20% atr&#225;s del candidato del PSDB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tambi&#233;n en las concentraciones obreras de Minas Gerais el PT pierde por primera vez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Minas Gerais, la tendencia sigui&#243; siendo la misma, en l&#237;neas generales, que las expresadas en San Pablo, aunque haya vencido A&#233;cio Neves en el Estado de conjunto, donde el candidato del PSDB hizo su carrera pol&#237;tica y gobern&#243; por dos mandatos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesar de competir con un candidato mineiro del PSDB, que hist&#243;ricamente pesa en las urnas, el PT jam&#225;s hab&#237;a perdido en las ciudades de Belo Horizonte y Contagem, que forman parte de la regi&#243;n obrera de Minas Gerais. En Betim, otra importante ciudad obrera de la regi&#243;n, aunque el PT se haya mantenido al frente en estas elecciones, tuvo un desempe&#241;o m&#225;s d&#233;bil que en las tres elecciones anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Belo Horizonte, A&#233;cio venci&#243; con el 53%, contra el 25% de Dilma y el 16% de Marina. En Contagem el candidato del PSDB, tambi&#233;n venci&#243; con el 39%, contra el 36% y el 20% de Dilma y Marina respectivamente. En Betim, donde Lula lleg&#243; a alcanzar el 60% en 2006, ahora el PT venci&#243; con el 43%, contra el 31 y el 21% de los candidatos del PSDB y del PSB, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La contratendencia sigue siendo el Norte-Nordeste&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De las regiones de mayor concentraci&#243;n industrial del pa&#237;s, solo en las regiones del Norte y del Nordeste Dilma y el PT fueron hegem&#243;nicos en estas elecciones, repitiendo la tendencia de las elecciones anteriores. Dima venci&#243; en Manaus, Bel&#233;m, Fortaleza, Salvador, Cama&#231;ari, y en muchos Estados venci&#243; en todas las ciudades, como en Amazonas y en Cear&#225;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Junio entrel&#237;neas y el cuestionamiento de las huelgas de 2014&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Si Junio de 2013 no encontr&#243; eco en las urnas del 2014, por otro lado, la oleada de huelgas que el pa&#237;s vivi&#243; este a&#241;o muestra un mayor desgaste del PT entre los trabajadores. Fuertes huelgas por fuera de las direcciones sindicales, como la de los barrenderos de Rio de Janeiro y los choferes en Porto Alegre y San Pablo, muestran el inicio del descontento con el sindicalismo tradicional. Lleg&#243; a afirmarse en los medios la crisis de representatividad. Parece haber un elemento de esta crisis expresado en las elecciones de este domingo. El PT ya no es incuestionable en los grandes centros obreros, aunque no exista a&#250;n una alternativa a su izquierda.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Um PT bastante questionado nas mais importantes regi&#245;es oper&#225;rias do pa&#237;s</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Um-PT-bastante-questionado-nas-mais-importantes-regioes-operarias-do-pais</link>
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		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
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		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O Partido dos Trabalhadores surgiu na d&#233;cada de '80 com forte liga&#231;&#227;o com os trabalhadores em meio ao forte ascenso oper&#225;rio que o pa&#237;s viveu no in&#237;cio daquela d&#233;cada. A onda de greves daquele momento teve seu maior centro no ABC paulista, e dali se alastrou para o interior de S&#227;o Paulo, Minas Gerais e tamb&#233;m o Rio de Janeiro, tomando conta em seguida de todo o pa&#237;s. Lula e o PT, desde ent&#227;o, mantinham amplo apelo e apoio eleitoral nas mais fortes regi&#245;es oper&#225;rias do pa&#237;s. Nas elei&#231;&#245;es deste final de semana, no entanto, vimos um primeiro e forte questionamento ao PT entre os trabalhadores destes centros industriais brasileiros.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH79/arton8549-761c0.jpg?1696526340' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='79' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;O Partido dos Trabalhadores surgiu na d&#233;cada de '80 com forte liga&#231;&#227;o com os trabalhadores em meio ao forte ascenso oper&#225;rio que o pa&#237;s viveu no in&#237;cio daquela d&#233;cada. A onda de greves daquele momento teve seu maior centro no ABC paulista, e dali se alastrou para o interior de S&#227;o Paulo, Minas Gerais e tamb&#233;m o Rio de Janeiro, tomando conta em seguida de todo o pa&#237;s. Lula e o PT, desde ent&#227;o, mantinham amplo apelo e apoio eleitoral nas mais fortes regi&#245;es oper&#225;rias do pa&#237;s. Nas elei&#231;&#245;es deste final de semana, no entanto, vimos um primeiro e forte questionamento ao PT entre os trabalhadores destes centros industriais brasileiros.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PT perdeu hegemonia as cidades do ABC paulista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela primeira vez desde a vit&#243;ria de Lula em 2002, o PT perde em seu principal basti&#227;o oper&#225;rio da maior zona industrial do Brasil, o ABC paulista. Em de S&#227;o Bernardo do Campo, onde Lula iniciou sua carreira pol&#237;tica como presidente do Sindicato dos Metal&#250;rgicos, o PT era hegem&#244;nico desde 2002.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seu primeiro mandato, Lula havia ganhado com mais de 60% dos votos em S&#227;o Bernardo do Campo, atingindo 230.368 votos, contra 72.780 do ent&#227;o candidato pelo PSDB Jos&#233; Serra. Em sua reelei&#231;&#227;o, em 2006, Lula manteve uma folga grande com 51% dos votos em seu ber&#231;o, contra quase 40% de seu opositor tucano Geraldo Alckmin (hoje reeleito governador de S&#227;o Paulo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na primeira elei&#231;&#227;o de Dilma, em 2010, o PT manteve ainda sua hegemonia em S&#227;o Bernardo, ainda que cada vez mais apertado. A ent&#227;o candidata conquistou 46% dos votos, contra 32% de Jos&#233; Serra do PSDB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste ano, Dilma e o PT atingiram fracos 32% contra 36% de A&#233;cio Neves, seguidos pelos 25% de Marina Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mesmo percurso tamb&#233;m aconteceu em Mau&#225;, na regi&#227;o metropolitana de S&#227;o Paulo, onde o PT jamais havia perdido antes, e desta vez quem levou foi Marina Silva com 36%, Dilma 30%, seguida por A&#233;cio com 27%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Santo Andr&#233;, outra importante cidade industrial do ABC paulista, o PT tamb&#233;m voltou a perder. Os 57% da primeira elei&#231;&#227;o de Lula, que em sua reelei&#231;&#227;o oscilaram para baixo, atingindo 42% contra 48% do PSDB naquele ano, haviam sido parcialmente recuperados por Dilma em 2010, quando atingiu 39% contra 36% de Jos&#233; Serra. E agora a vota&#231;&#227;o se virou novamente ao PSDB, com A&#233;cio Neves alcan&#231;ando 44%, contra magros 25% de Dilma, acompanhada por Marina Silva tamb&#233;m com 25%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do entorno de S&#227;o Paulo, a &#250;nica cidade de importante concentra&#231;&#227;o oper&#225;ria onde o PT manteve hegemonia nesta elei&#231;&#227;o, foi Diadema, onde Dilma obteve 42% dos votos, contra 27% de Marina e 25% de A&#233;cio. Mas ainda bem abaixo dos hist&#243;ricos 60% desde a primeira elei&#231;&#227;o de Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Forte questionamento ao PT nas concentra&#231;&#245;es industriais do interior de S&#227;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Campinas, outra importante concentra&#231;&#227;o oper&#225;ria do Estado de S&#227;o Paulo, a varia&#231;&#227;o entre PT e PSDB seguiu a mesma l&#243;gica de Santo Andr&#233;, com Lula vencendo em sua primeira elei&#231;&#227;o, perdendo na reelei&#231;&#227;o, que foi reconquistada por Dilma na sua primeira elei&#231;&#227;o e agora ficou em terceiro lugar com 25%, contra 41% de A&#233;cio Neves e 26% de Marina Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Hortol&#224;&#162;ndia e Sumar&#233;, duas importantes cidades industriais da Regi&#227;o Metropolitana de Campinas, o PT manteve seu hist&#243;rico de vit&#243;rias sobre o PSDB, mas com um desgaste bastante vis&#237;vel. Nestas duas cidades o PT jamais havia baixado dos 50% de votos, chegando a n&#237;veis superiores aos 60% na reelei&#231;&#227;o de Lula, agora em 2014 seguiu a frente, mas com 42% em Hortol&#224;&#162;ndia e apenas 35% em Sumar&#233;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Indaiatuba, regi&#227;o industrial em pleno desenvolvimento, tamb&#233;m da regi&#227;o de Campinas, a derrota do PT foi muito forte, ainda que historicamente o PT n&#227;o tenha grande hegemonia na cidade, que &#233; um recente centro oper&#225;rio. A&#233;cio venceu com 44%, em segundo lugar ficou Marina, com 25% dos votos, e em terceiro veio Dilma, com apenas 24% dos votos, 20% atr&#225;s do candidato do PSDB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tamb&#233;m nas concentra&#231;&#245;es oper&#225;rias de Minas Gerais o PT perde pela primeira vez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Minas Gerais a tend&#234;ncia seguiu sendo a mesma, em linhas gerais, que as expressadas em S&#227;o Paulo, ainda que tenha vencido A&#233;cio Neves no Estado de conjunto, de onde o candidato do PSDB fez sua carreira pol&#237;tica e governou por dois mandatos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de competir com um candidato mineiro do PSDB, o que historicamente pesa nas urnas, o PT jamais havia perdido nas cidades de Belo Horizonte e Contagem, que formam forte regi&#227;o oper&#225;ria de Minas Gerais. Em Betim, outra importante cidade oper&#225;ria da regi&#227;o, ainda que o PT tenha se mantido &#227; frente nestas elei&#231;&#245;es, o fez com um desempenho bem mais fraco que nas tr&#234;s elei&#231;&#245;es anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Belo Horizonte, A&#233;cio venceu com 53%, contra 25% de Dilma e 16% de Marina. Em Contagem a candidato do PSDB tamb&#233;m venceu com 39%, contra 36% e 20% de Dilma e Marina respectivamente. E em Betim, onde Lula chegou a ter 60% em 2006, agora o PT venceu com 43%, contra 31% e 21% dos candidatos do PSDB e do PSB, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A contra tend&#234;ncia segue sendo o Norte-Nordeste&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Das regi&#245;es de maior concentra&#231;&#227;o industrial do pa&#237;s, apenas nas regi&#245;es Norte e Nordeste Dilma e o PT foram completamente hegem&#244;nicas nestas elei&#231;&#245;es, que s&#227;o uma tend&#234;ncia j&#225; das elei&#231;&#245;es anteriores. Dilma venceu em Manaus, Bel&#233;m, Fortaleza, Salvador, Cama&#231;ari, e em muitos Estados venceu em todas as cidades, como no Amazonas e no Cear&#225;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Junho nas entrelinhas e o questionamento das greves de 2014&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se junho de 2013 n&#227;o contagiou as urnas de 2014, por outro lado, a onda de greves que o pa&#237;s viveu este ano mostra um maior desgaste do PT entre os trabalhadores. Fortes greves por fora das dire&#231;&#245;es sindicais como dos garis no Rio de Janeiro e rodovi&#225;rios em Porto Alegre e S&#227;o Paulo, mostraram um in&#237;cio de descontentamento com o sindicalismo tradicional. Chegou-se a dizer na m&#237;dia brasileira em crise de representatividade. Parece haver um elemento dessa crise dentro das urnas deste domingo. O PT j&#225; n&#227;o &#233; mais inquestion&#225;vel nos grandes centros oper&#225;rios, ainda que n&#227;o exista uma alternativa &#227; sua esquerda.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Em S&#227;o Paulo, a burocracia boicota vontade de greve dos carteiros</title>
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		<dc:date>2014-10-01T07:01:50Z</dc:date>
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		<dc:creator>L&#233;o Andrade</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
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		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> LER-QI (Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria) do Brasil </dc:subject>
		<dc:subject>Brasil: Un gigante se despierta</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O sindicato dos trabalhadores dos correios de S&#227;o Paulo, ligado &#227; CTB (central sindical da base governista do PT), enterrou a mobiliza&#231;&#227;o e a vontade de luta dos trabalhadores. Ap&#243;s tr&#234;s anos uma grande luta, os carteiros de S&#227;o Paulo fizeram a maior assembleia da categoria nos &#250;ltimos anos. E apesar da categoria votar majoritariamente pela greve, a burocracia encerrou a campanha salarial e fechou o acordo. Revoltados, os trabalhadores se rebelaram contra os diretores do sindicato.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-Lucha-contra-el-aumento-del" rel="tag"&gt;Brasil: Un gigante se despierta&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH81/arton8524-3ae39.jpg?1696526340' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='81' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;O sindicato dos trabalhadores dos correios de S&#227;o Paulo, ligado &#227; CTB (central sindical da base governista do PT), enterrou a mobiliza&#231;&#227;o e a vontade de luta dos trabalhadores. Ap&#243;s tr&#234;s anos uma grande luta, os carteiros de S&#227;o Paulo fizeram a maior assembleia da categoria nos &#250;ltimos anos. E apesar da categoria votar majoritariamente pela greve, a burocracia encerrou a campanha salarial e fechou o acordo. Revoltados, os trabalhadores se rebelaram contra os diretores do sindicato.&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos servi&#231;os p&#250;blicos no Brasil, sem d&#250;vida o dos Correios &#233; um dos mais prec&#225;rios do pa&#237;s. Com sal&#225;rios muito baixos, p&#233;ssimas condi&#231;&#245;es de trabalho e uma ampla camada de trabalhadores terceirizados e tempor&#225;rios, os trabalhadores da empresa enfrentam ainda um avan&#231;o de privatiza&#231;&#227;o da empresa, implementado aos poucos por Dilma e o PT. Com tudo isso, a categoria nacionalmente veio forjando nos &#250;ltimos anos uma forte tradi&#231;&#227;o de luta, com greves longas e combativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A burocracia sindical dos correios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar das fortes greves, incontidas pela revolta dos trabalhadores, a burocracia da CTB sempre conseguiu manter controle, ainda que inst&#225;vel, sobre a base dessa categoria nacional. Em 2008, por exemplo, apesar da for&#231;a da burocracia e de sua liga&#231;&#227;o umbilical com o governo Lula, a base imp&#244;s uma fort&#237;ssima greve em 22 Estados e no Distrito Federal. Naquela oportunidade, os trabalhadores conquistaram 30% de adicional de risco para 45 mil carteiros e 260 reais de incorpora&#231;&#227;o ao sal&#225;rio ao restante da categoria e n&#227;o tiveram o sal&#225;rio descontado em nenhum dos 21 dias de greve. De l&#225; pra c&#225;, os trabalhadores dos correios fizeram greve em quase todos os anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2012, no entanto, a CTB perde a dire&#231;&#227;o da Federa&#231;&#227;o Nacional (FENTECT) e rompe em seguida criando outra Federa&#231;&#227;o (a FINDECT). A partir de ent&#227;o, a categoria que era unificada nacionalmente, perde seus elos mais importantes, os sindicatos de S&#227;o Paulo e do Rio de Janeiro, dirigidos pela CTB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&#243;s a ruptura da Federa&#231;&#227;o em 2012, a dire&#231;&#227;o sindical em S&#227;o Paulo p&#244;de ser mais claramente alinhada ao governo Dilma e barraram qualquer possibilidade de greve desde ent&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os carteiros de S&#227;o Paulo votam pela greve e s&#227;o tra&#237;dos pelo sindicato Neste ano a burocracia teve que usar todos os recursos para que a vontade dos carteiros n&#227;o fugisse a seu controle. A assembleia do dia 16/09 em S&#227;o Paulo estava lotada como n&#227;o se via h&#225; muitos anos. A grande maioria dos trabalhadores recusou a proposta da empresa e do sindicato (0% de aumento e 200 reais de gratifica&#231;&#227;o mensal at&#233; o fim do ano e uma promessa incerta de incorpora&#231;&#227;o ao sal&#225;rio ao longo de 2015) e votou pela greve. Os trabalhadores animados come&#231;aram a gritar: greve, greve! Mas a dire&#231;&#227;o do sindicato atropelou a categoria e aceitou o acordo encerrando a campanha salarial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A revolta dos carteiros foi instant&#226;nea e os diretores do sindicato tiveram que sair da assembleia cercados de seguran&#231;as e fugindo pelas laterais, pois os trabalhadores atiravam objetos e cadeiras pela trai&#231;&#227;o da burocracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O vale-tudo por votos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lula e Dilma em algumas oportunidades se reuniram com as principais centrais sindicais aliadas, CUT e CTB, para tra&#231;arem um plano eleitoral capaz de conter o fen&#244;meno Marina Silva. A orienta&#231;&#227;o &#233; n&#227;o s&#243; de uma ferrenha campanha eleitoral entre os trabalhadores, mas tamb&#233;m que impedissem a todo custo greves que fugissem do controle dessas dire&#231;&#245;es e desgastasse o governo, como nos correios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sindicato dos correios de S&#227;o Paulo cumpriu seu dever como foi poss&#237;vel. Durante o &#250;ltimo per&#237;odo veio preparando a derrota da categoria, antecipando as elei&#231;&#245;es do sindicato que seriam no ano que vem para garantir sua continuidade, fazendo assembleias &#8220;preventivas&#8221; onde estava mais questionada e negociando com a empresa uma proposta que desmobilizasse os trabalhadores. Fizeram de tudo para impedir uma greve que n&#227;o poderiam ter total controle.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos trancos e barrancos a burocracia venceu essa batalha, mas mostra um desgaste com a base e o controle dos trabalhadores segue cada vez mais inst&#225;vel. Tudo indica que um poss&#237;vel novo governo Dilma tenha um problema ainda superior de conten&#231;&#227;o da classe trabalha, o que pode n&#227;o s&#243; significar um maior desgaste do PT com os trabalhadores, mas tamb&#233;m maiores desentendimentos entre governo e burocracias, que buscar&#227;o a todo custo manter seus postos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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