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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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<item xml:lang="pt_br">
		<title>Os 'spots' da campanha eleitoral anticapitalista da FIT em portugu&#234;s</title>
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		<dc:creator> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil </dc:creator>


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		<description>&lt;p&gt;Com o lan&#231;amento dos programas televisivos (spots) das seis candidaturas presidenciais, a campanha eleitoral nacional na Argentina se coloca em movimento rumo ao dia 25 de outubro.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH87/arton9215-317e4.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='87' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Com o lan&#231;amento dos programas televisivos (spots) das seis candidaturas presidenciais, a campanha eleitoral nacional na Argentina se coloca em movimento rumo ao dia 25 de outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br/Os-spots-da-campanha-eleitoral-anticapitalista-da-FIT-em-portugues&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Acompanhe a campanha de spots da Frente de Esquerda e dos Trabalhadores legendados em portugu&#234;s&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>O PSOL deve romper com a Frente Povo sem Medo</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/O-PSOL-deve-romper-com-a-Frente-Povo-sem-Medo</link>
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		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Ontem, dia 13 de outubro, ocorreu o Congresso da CUT. A foto que ilustra esta mat&#233;ria, tirada l&#225;, vale mais do que mil palavras. Apenas alguns dias depois do lan&#231;amento da Frente Povo Sem Medo, a mesma CUT estava de m&#227;os dadas com Dilma e Lula, que est&#227;o atuando cada vez mais como &#034;um s&#243;&#034; presidente do Brasil, e dando muita centralidade em orientar este Congresso da CUT. No palanque, tamb&#233;m estava Guilherme Boulos, lideran&#231;a do MTST e grande articulador do &#034;povo sem medo&#034;. Nessa foto, para completar os principais articuladores da Frente Povo Sem Medo s&#243; faltam Luciana Genro, os parlamentares e as principais correntes do PSOL.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton9217-18de2.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Ontem, dia 13 de outubro, ocorreu o Congresso da CUT. A foto que ilustra esta mat&#233;ria, tirada l&#225;, vale mais do que mil palavras. Apenas alguns dias depois do lan&#231;amento da Frente Povo Sem Medo, a mesma CUT estava de m&#227;os dadas com Dilma e Lula, que est&#227;o atuando cada vez mais como &#034;um s&#243;&#034; presidente do Brasil, e dando muita centralidade em orientar este Congresso da CUT. No palanque, tamb&#233;m estava Guilherme Boulos, lideran&#231;a do MTST e grande articulador do &#034;povo sem medo&#034;. Nessa foto, para completar os principais articuladores da Frente Povo Sem Medo s&#243; faltam Luciana Genro, os parlamentares e as principais correntes do PSOL.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atuando numa tentativa de reverter a crise pol&#237;tica do governo de Dilma, Lula tentou vender a falaciosa ideia de que o governo do PT, que est&#225; descarregando a crise criada pelos ricos nas costas dos trabalhadores com pesados ajustes, poderia mudar. Foi um verdadeiro chamado de Lula para que a burocracia sindical v&#225; as bases para defender o governo do PT, confirmando a defini&#231;&#227;o de que a burocracia sindical &#233; o guardi&#227;o dos interesses da burguesia no interior do movimento oper&#225;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a fal&#225;cia dos discursos de Lula e Dilma n&#227;o foi a &#250;nica quest&#227;o que o Congresso da CUT explicitou. Com a demagogia de que seria poss&#237;vel, mediante apoio das entidades sindicais a Dilma, adotar uma pol&#237;tica de est&#237;mulo ao cr&#233;dito, Lula buscava reorientar a pr&#243;pria burocracia sindical cutista. Seu objetivo era rearmar o discurso que essa deveria ter frente &#225;s suas bases, para que o descontentamento dos trabalhadores com o governo do PT e seus ataques n&#227;o se transferisse ainda mais para as dire&#231;&#245;es sindicais da CUT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A burocracia sindical vem sendo um valioso aliado no que se remete a aplica&#231;&#227;o dos ajustes, que tanto atacam os trabalhadores, como por exemplo, na quest&#227;o do Programa de Prote&#231;&#227;o ao Emprego. Na semana passada foi lan&#231;ada a Frente Povo Sem Medo e desde ent&#227;o nos posicionamos claramente contr&#225;rios a esta Frente junto com CUT, UNE e outros agentes do governo e do PT. Entretanto, o que mais o PSOL e outros setores da esquerda necessitam para enxergar tamanha capitula&#231;&#227;o que &#233; manter uma frente junto com a CUT?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O 12a Congresso da CUT n&#227;o deixa nenhuma sombra de d&#250;vida. Ningu&#233;m menos que o presidente da Central hegemonizada pelo PT, Wagner Freitas, o Wagn&#227;o, saudou efusivamente a Frente Povo Sem Medo afirmando que essa seria, ao lado da Frente Brasil Popular, &#8220;Frentes que servem para defender a democracia e lutar por pol&#237;ticas p&#250;blicas na Educa&#231;&#227;o, Sa&#250;de&#8221;. Isso num momento em que emerge o debate sobre as manobras de Dilma, e Lula, ao alegarem que as pedaladas fiscais teriam sido uma via de &#8220;garantir os programas sociais&#8221;, mascarando que uma imensa parte do or&#231;amento obtido a&#237; escoou pelo ralo do super&#225;vit prim&#225;rio. Um discurso que visa enganar e confundir os trabalhadores,bem como comprometer os movimentos sociais, em meio a situa&#231;&#227;o de piora dos n&#237;veis desemprego, infla&#231;&#227;o e todas as consequ&#234;ncias dos ajustes, que visam garantir os lucros dos ricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se algu&#233;m tinha d&#250;vidas, Wagn&#227;o aclara no mesmo discurso &#8220;vamos fazer as cr&#237;ticas...mas no fim estamos juntos(...) J&#225; fomos, estamos e voltaremos as ruas para defender o mandato da presidente Dilma&#034;. Ser&#225; este o conte&#250;do do ato em pleno domingo de 8 de novembro? Mais um ato folcl&#243;rico, que n&#227;o serve para atacar empres&#225;rios e governos, o que envolveria paralisar a produ&#231;&#227;o e a circula&#231;&#227;o de mercadorias e fluxos de capitais. Por isso o &#034;ato&#034; dessa frente ser&#225; num domingo, para impedir que a massa trabalhadora da base dos sindicatos da CUT e CTB possam ser sujeito ativo contra os ajustes, pois se sa&#237;ssem &#225;s ruas verdadeiramente nessa perspectiva a burocracia sindical se veria diante de uma situa&#231;&#227;o incontrol&#225;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente a isso h&#225; que perguntar como o PSOL acha que pode combinar estar uma Frente com os aliados do governo e auxiliares na aplica&#231;&#227;o dos ajustes, que &#233; a burocracia sindical cutista, com uma pol&#237;tica de &#8220;esquerda&#8221;. &#201; poss&#237;vel combater consequentemente os ajustes dessa forma? &#201; poss&#237;vel ser de esquerda assim? Evidentemente n&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O MTST de Guilherme Boulos tampouco pode ser uma refer&#234;ncia para uma pol&#237;tica de independ&#234;ncia do governo. Apesar de discursivamente colocar cr&#237;ticas a pol&#237;tica econ&#244;mica do governo petista sua pr&#225;tica demonstra que em verdade defende uma orienta&#231;&#227;o de meramente pressionar o governo no intuito de obter concess&#245;es, como a retomada do Minha Casa, Minha Vida. O MTST n&#227;o se organiza a partir dos trabalhadores, &#250;nica classe que pode golpear estrategicamente os interesses da patronal e dos governos, e dar uma sa&#237;da de fundo &#225;s demandas dos setores populares e oprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Politicamente o MTST cada vez mais &#233; funcional aos interesses do governo. Hoje em pleno congresso da CUT declarou que havia diverg&#234;ncias na esquerda mas o importante eram os pontos comuns tanto da Frente Brasil Popular como da Frente Povo sem Medo, disse ele segundo o site da CUT: os tr&#234;s pontos que s&#227;o comuns aos movimentos: a luta contra o golpismo, a luta contra o ajuste fiscal e a busca por sa&#237;das que impe&#231;am que a conta da crise seja debitada dos trabalhadores, transferindo a conta para o &#034;andar de cima&#034;&#034;.Boulos est&#225; se oferecendo de elo para unificar estas duas frente, e colocar ambas como linha de apoio ao PT contra a direita e press&#227;o sob um ministro (Levy) e n&#227;o na denuncia implac&#225;vel de um governo ajustador, que corta at&#233; mesmo no Minha Casa Minha Vida, caro a seu MTST.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com isso tudo a &#250;nica conclus&#227;o coerente &#233; que se o PSOL seguir na Frente Povo Sem Medo estar&#225; optando por aproximar-se do petismo, e do governo aplicador dos ajustes, e se distanciar de qualquer perspectiva de dar uma resposta de fundo, que s&#243; pode se dar por uma clara estrat&#233;gia dos trabalhadores, &#225;s crises econ&#244;micas e pol&#237;ticas. &#201; urgente que o PSOL rompa com essa pol&#237;tica, se retirando imediatamente desta Frente, que &#233; uma barreira para a mobiliza&#231;&#227;o de massas em um verdadeiro plano contra os ajustes de Dilma e do PT. &#201; urgente assumir uma perspectiva oposta a dessa Frente, e constituir um polo realmente classista, que se una e coordene com setores como a CSP-Conlutas, e n&#227;o a CUT e sua pol&#237;tica governista. &#201; dessa forma que poderemos combater na luta de classes os ajustes do governo do PT e assim oferecer uma for&#231;a real de combate ao desemprego, ao corte de sal&#225;rios como &#233; o PPE e erguer uma for&#231;a pol&#237;tica independente do governismo e da direita.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Mais de 11000 visitas, apoio de intelectuais, militantes e tend&#234;ncias pol&#237;ticas para que o MRT entre no PSOL</title>
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		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O terceiro dia de campanha #MRTnoPSOL ampliou o apoio de intelectuais, trabalhadores, jovens militantes e trouxe importantes apoios de tend&#234;ncias internas do PSOL pela incorpora&#231;&#227;o do MRT ao partido.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Declaracion" rel="tag"&gt;Declaraci&#243;n&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH113/arton9135-4c631.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='113' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;O terceiro dia de campanha #MRTnoPSOL ampliou o apoio de intelectuais, trabalhadores, jovens militantes e trouxe importantes apoios de tend&#234;ncias internas do PSOL pela incorpora&#231;&#227;o do MRT ao partido.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha alcan&#231;ou mais de 11000 visitas e mais de 5300 curtidas e segue gerando amplo debate nas redes virtuais da esquerda no pa&#237;s. O Esquerda Di&#225;rio teve 20 mil acessos nesses tr&#234;s dias de campanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os novos pronunciamentos favor&#225;veis vieram do &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br/Souto-Maior-juiz-do-trabalho-apoia-entrada-do-MRT-no-PSOL&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;juiz do trabalho Souto Maior&lt;/a&gt;, de &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br/Professores-universitarios-do-PSOL-RJ-apoiam-a-entrada-do-MRT&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;professores universit&#225;rios&lt;/a&gt; militantes do PSOL do Rio de Janeiro como Demian Melo da UFF e Marco Jos&#233; Duarte da UERJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&#233;m chegaram outros depoimentos individuais de militantes do MTL de Belo Horizonte, do MAS, do RUA/Insurg&#234;ncia, do Coletivo Retomadas e muitos outros companheiros que militam no PSOL por fora de alguma tend&#234;ncia deste partido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha tamb&#233;m tomou corpo entre trabalhadores como Ada&#237;lson, rodovi&#225;rio de Porto Alegre e militante do PSOL e Arthur, metrovi&#225;rio de S&#227;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importante apoio foi dado em nome de tend&#234;ncias do PSOL como a LSR, a nota conjunta do &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br/Nota-conjunta-do-Coletivo-Resistencia-Socialista-e-Coletivo-Reage-Socialista&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Coletivo Resist&#234;ncia Socialista e Coletivo Reaje Socialista&lt;/a&gt;, e de regionais como o &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br/PSOL-Santa-Quiteria-CE-apoia-entrada-do-MRT-no-PSOL&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;PSOL de Santa Quit&#233;ria&lt;/a&gt;, no Cear&#225;, dando apoio &#227; campanha cada vez mais forte de que o PSOL revise sua decis&#227;o de 15 de julho e aceite o ingresso imediato do MRT como tend&#234;ncia interna, a fim de participar e contribuir politicamente para o surgimento de uma alternativa pol&#237;tica ligada profundamente aos trabalhadores e &#227; juventude, que aproveite pela esquerda a crise do PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participe da campanha usando o &lt;a href=&#034;https://www.picbadges.com/community/55ae62f1844a9d07297d7be6&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;botton virtual&lt;/a&gt; #MRTnoPSOL Eu Apoio!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>M&#225;s de once mil visitas, apoyo de intelectuales, militantes y tendencias pol&#237;ticas para que el MRT entre al PSOL</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Mas-de-once-mil-visitas-apoyo-de-intelectuales-militantes-y-tendencias</link>
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		<dc:date>2015-07-24T18:14:34Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil </dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;El tercer d&#237;a de campa&#241;a #MRTnoPSOL ampli&#243; el apoyo de intelectuales, trabajadores, j&#243;venes militantes y trajo importantes apoyos de tendencias internas del PSOL por la incorporaci&#243;n del MRT al partido.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Declaracion" rel="tag"&gt;Declaraci&#243;n&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/http-www-ft-ci-org-Movimento-Revolucionario-de-Trabalhadores-306" rel="tag"&gt; MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH113/arton9134-eff28.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='113' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;El tercer d&#237;a de campa&#241;a #MRTnoPSOL ampli&#243; el apoyo de intelectuales, trabajadores, j&#243;venes militantes y trajo importantes apoyos de tendencias internas del PSOL por la incorporaci&#243;n del MRT al partido.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.com/Movimiento-Revolucionario-de-Trabajadores-MRT&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Acceda a la campa&#241;a&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La campa&#241;a alcanz&#243; m&#225;s de 11.000 visitas y m&#225;s de 5.300 likes y sigue generando amplio debate en las redes virtuales de la izquierda en el pa&#237;s. Esquerda Di&#225;rio tuvo 20 mil accesos en esos tres d&#237;as de campa&#241;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los nuevos pronunciamientos favorables vinieron del juez laboralista Souto Maior, de docentes universitarios militantes del PSOL de R&#237;o de Janeiro como Demian Melo de la UERJ y Marco Jos&#233; Duarte de la UFF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tambi&#233;n llegaron otros testimonios individuales de militantes del MTL de Belo Horizonte, del MAS, del RUA/Insurg&#234;ncia, del colectivo Retomadas y muchos otros compa&#241;eros que militan en el PSOL por fuera de alguna tendencia de ese partido. La campa&#241;a tambi&#233;n tom&#243; cuerpo entre trabajadores como Ada&#237;lson, chofer de Porto Alegre y militante del PSOL y Arthur, trabajador del subte de San Pablo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se recibieron importantes apoyos en nombre de tendencias del PSOL como la LSR, la nota conjunta del colectivo Resist&#234;ncia Socialista y colectivo Reaje Socialista, y de regionales como el PSOL de Santa Quit&#233;ria, en Cear&#225;, apoyando la campa&#241;a cada vez m&#225;s fuerte de que el PSOL revise su decisi&#243;n del 15 de julio y acepte el ingreso inmediato del MRT como tendencia interna, a fin de participar y contribuir pol&#237;ticamente al surgimiento de una alternativa pol&#237;tica ligada profundamente a los trabajadores y a la juventud, que aproveche por izquierda la crisis del PT.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>I Congreso del Movimiento Revolucionario de los Trabajadores aprueba propuesta de ingreso al PSOL</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/I-Congreso-del-Movimiento-Revolucionario-de-los-Trabajadores-aprueba-propuesta</link>
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		<dc:date>2015-07-21T07:00:00Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil </dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject>Liliana Ogando Calo</dc:subject>
		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Entre el 17, 18 y el 19 de julio, con casi 250 personas y 60 delegados sesion&#243; el I&#176; Congreso del Movimiento Revolucionario de los Trabajadores (MRT, ex LER-QI), secci&#243;n brasilera de la Fracci&#243;n Trotskista &#8211; Cuarta Internacional (FT).&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Liliana-Ogando-Calo-253" rel="tag"&gt;Liliana Ogando Calo&lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton9132-a5f2e.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Entre el 17, 18 y el 19 de julio, con casi 250 personas y 60 delegados sesion&#243; el I&#176; Congreso del Movimiento Revolucionario de los Trabajadores (MRT, ex LER-QI), secci&#243;n brasilera de la Fracci&#243;n Trotskista &#8211; Cuarta Internacional (FT). &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la apertura del primer d&#237;a del Congreso acercaron sus saludos Jo&#227;o Machado, representando a la corriente Insurg&#234;ncia del PSOL; Diego Vitello en nombre de la coordinaci&#243;n nacional da CST/PSOL. Junto a la compa&#241;era Juliana Donato del PSTU, el compa&#241;ero Paulo Barela, de la direcci&#243;n nacional do PSTU, agradeci&#243; la invitaci&#243;n y mencion&#243; c&#243;mo el I&#176; Congreso expresaba el desarrollo del MRT, &#034;una organizaci&#243;n importante de la izquierda brasilera&#034;. Del Movimiento Negaci&#243;n de la Negaci&#243;n (MNN) estuvieron Jo&#227;o Borghi y Rafael Padial, quienes hicieron una intervenci&#243;n saludando la sesi&#243;n inaugural del I Congreso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lo largo de las jornadas se fueron desarrollando importantes debates sobre la situaci&#243;n internacional y los fen&#243;menos pol&#237;ticos m&#225;s importantes en curso, como Syriza en Grecia y la crisis de los llamados gobiernos pos-neoliberales en Am&#233;rica Latina. En el &#225;mbito nacional, frente a la crisis del gobierno de Dilma y el PT, los an&#225;lisis estuvieron centrados en las perspectivas de la izquierda brasilera. El Congreso del MRT debati&#243; la necesidad de un reagrupamiento de la izquierda para luchar juntos por la construcci&#243;n de un polo alternativo a la burocracia sindical, unificar las filas de la clase obrera en acciones de combate contra los paquetes de ajuste y los despidos. En ese sentido se ley&#243; la carta enviada a la direcci&#243;n del PSOL y la respuesta oficial de la Ejecutiva nacional de este partido:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;&lt;i&gt;Ligado a la desaceleraci&#243;n de la econom&#237;a china y la tendencia a la migraci&#243;n de capitales extranjeros a los Estados Unidos, se observa un desgaste de los gobiernos pos-neoliberales en Am&#233;rica Latina, al mismo tiempo que se observan crecientes procesos de lucha de la clase trabajadora y la juventud en distintos pa&#237;ses de la regi&#243;n. Como pudo verse en las jornadas de Junio de 2013 y en la oleada de huelgas en Brasil, en las cuatro paralizaciones nacionales contra el gobierno de Cristina Kirchner en Argentina, en las luchas estudiantiles y de los portuarios en Chile, etc. emergen procesos de la lucha de clases en los cuales las aspiraciones generadas por el gradualismo de los a&#241;os anteriores se chocan con los l&#237;mites estructurales de cada pa&#237;s; y los intentos de eliminar las conquistas enfrentan importantes procesos de resistencia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La pol&#237;tica de ajustes del segundo mandato de Dilma, el agravamiento de las tendencias recesivas, el debilitamiento de las instituciones del r&#233;gimen y en especial del PT, en funci&#243;n de los esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n y las huelgas que viene atravesando el pa&#237;s, ubican a Brasil como un pa&#237;s inestable y din&#225;mico de esas tendencias que recorren Am&#233;rica Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo, as&#237; como en distintos pa&#237;ses vecinos el desgaste de los gobierno pos-neoliberales viene siendo acompa&#241;ado por la recomposici&#243;n de tendencias a la derecha del espectro pol&#237;tico, en Brasil vemos la crisis del PT desarrollarse al mismo tiempo que el PSDB se fortalece. As&#237;, en las &#250;ltimas elecciones, el debilitamiento electoral del PT vino acompa&#241;ado de una importante recomposici&#243;n electoral de los tucanos y de un fortalecimiento de la derecha m&#225;s reaccionaria en el Congreso. Esta tendencia electoral se viene expresando de forma activa en los primeros meses de 2015 a trav&#233;s de actos de masas impulsados por la derecha y la aprobaci&#243;n de leyes reaccionarias (&#8230;) Aunque el reflujo de las manifestaciones por el impeachment de Dilma y la necesidad del gobierno de negociar y camuflar las medidas de ajuste expresen la vigencia de la relaci&#243;n de fuerzas abierta en junio de 2013, no est&#225; descartada la posibilidad de que, caso la clase trabajadora y la juventud sean derrotados en los procesos de la lucha de clases en curso, la crisis del PT termine siendo capitalizada por la derecha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este marco, hoy consideramos que los 1,6 millones de votos recibidos por Luciana Genro en las elecciones de 2014 expresaron, aunque de forma minoritaria, parte de las aspiraciones progresistas de los trabajadores y de la juventud que protagonizaron las jornadas de Junio de 2013 y las huelgas que vienen atravesando el pa&#237;s. Esta tendencia fue demostrada por el crecimiento electoral que el PSOL obtuvo en algunas de las ciudades de mayor concentraci&#243;n obrera del pa&#237;s, en los cuales el PT retrocedi&#243; de las posiciones que hist&#243;ricamente ocup&#243; aunque el PSDB se haya adjudicado la mayor parte de ese declinio. Consideramos que este resultado electoral ubica al PSOL como un partido que puede expresar crecientemente parte importante de las tendencias de masas que se desarrollar&#225;n a izquierda de la crisis del PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En base a esta caracterizaci&#243;n, y partiendo de que el PSOL se define como un partido amplio con libertad de tendencias y teniendo en cuenta las divergencias que tenemos con cada una de las corrientes que lo componen, abrimos en el MRT un debate sobre la posibilidad de entrar al PSOL y, como corriente interna defender nuestras ideas revolucionarias siendo parte de este proceso pol&#237;tico progresista que consideramos atravesar&#225; al PSOL en el pr&#243;ximo per&#237;odo. Teniendo en cuenta que el resultado de este debate ser&#225; definido de forma soberana en un Congreso de nuestra organizaci&#243;n que se realizar&#225; pr&#243;ximamente, consultamos la posibilidad de que el MRT (ex LER-QI) se constituya como una tendencia interna del PSOL&lt;/i&gt;&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Le&#237;da la carta, la mesa de apertura del Congreso relat&#243; al plenario el contenido de la respuesta oficial de la Ejecutiva nacional del PSOL. Compa&#241;eros de Insurg&#234;ncia, A&#231;&#227;o Popular Socialista (APS) y del Movimento de Esquerda Socialista (MES), tendencias internas del PSOL, informaron que antes de marzo/abril de 2016 ser&#237;a imposible el ingreso del MRT como una tendencia interna m&#225;s del PSOL, y que incluso el ingreso en esa fecha estar&#237;a subordinada a la aceptaci&#243;n por parte del MRT del programa que el PSOL aprobar&#225; en su pr&#243;ximo Congreso a realizarse en diciembre de 2015. Los compa&#241;eros plantearon que independientemente de la resoluci&#243;n final sobre el ingreso o no del MRT al PSOL, como tendencia interna, el PSOL conceder&#225; su sigla para que el MRT pueda tener candidatos que expresen sus ideas en las elecciones municipales de 2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La amplia mayor&#237;a de los delegados presentes consider&#243; la posici&#243;n de la direcci&#243;n del PSOL incoherente con los ritmos acelerados de la situaci&#243;n pol&#237;tica en Brasil y la necesidad de construir urgentemente una alternativa capaz de impedir que la crisis del gobierno de Dilma y el PT sea capitalizada por la derecha. Algunos delegados consideraron tambi&#233;n que la respuesta es contradictoria con la trayectoria del PSOL de construirse como un partido amplio, abierto a las tendencias anticapitalistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcelo Pablito, dirigente del Sintusp defendi&#243; la participaci&#243;n en el debate program&#225;tico actual, abierto en el PSOL hacia su Congreso pues ser&#237;a un error poder opinar solo una vez que el programa hubiese sido aprobado. Diana Assun&#231;&#227;o, destac&#243; que el PSOL deber&#237;a estar abierto al MRT y a los sectores que defiendan ideas revolucionarias y quieran unir sus fuerzas para impedir que la crisis del PT sea capitalizada por derecha, pues esto ser&#237;a coherente con un partido organizado con libertad de tendencias que hasta el momento no plante&#243; l&#237;mites al ingreso de ning&#250;n sector.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al final de los debates, con solo dos votos en contra, el Congreso aprob&#243; la propuesta del MRT de constituirse como una tendencia interna del PSOL, al mismo tiempo que hizo un llamado a la direcci&#243;n de ese partido a rever la decisi&#243;n adoptada.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Congresso do MRT aprova proposta de entrada no PSOL</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Congresso-do-MRT-aprova-proposta-de-entrada-no-PSOL</link>
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		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
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		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Diante da crise do PT e para que esta crise n&#227;o seja capitalizada pela direita, &#233; preciso lutar por uma sa&#237;da classista e revolucion&#225;ria que possa dialogar com os trabalhadores e a juventude que come&#231;am a fazer experi&#234;ncia com esse governo e buscar alternativas.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/http-www-ft-ci-org-Movimento-Revolucionario-de-Trabalhadores-306" rel="tag"&gt; MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton9133-4ea92.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Diante da crise do PT e para que esta crise n&#227;o seja capitalizada pela direita, &#233; preciso lutar por uma sa&#237;da classista e revolucion&#225;ria que possa dialogar com os trabalhadores e a juventude que come&#231;am a fazer experi&#234;ncia com esse governo e buscar alternativas.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com 61 delegados eleitos, 35 deles pertencentes ao movimento oper&#225;rio e 29 delegadas mulheres, o &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br/I-Congresso-do-MRT&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;I Congresso do Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores&lt;/a&gt;, que impulsiona o portal Esquerda Di&#225;rio, secionou nos dias 17, 18 e 19 de julho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos principais debates do Congresso do MRT foram as perspectivas da esquerda brasileira frente &#227; crise do governo Dilma e PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um dos pontos de discuss&#227;o a mesa leu a seguinte carta enviada pelo Comit&#234; Central do MRT &#227; dire&#231;&#227;o do PSOL no dia 27 de maio:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;&lt;i&gt;Ligado &#227; desacelera&#231;&#227;o da economia chinesa e a tend&#234;ncia &#227; migra&#231;&#227;o de capitais estrangeiros para os Estados Unidos, observa-se um desgaste dos governos p&#243;s-neoliberais na Am&#233;rica Latina, ao mesmo tempo em que se observam crescentes processos de luta da classe trabalhadora e da juventude em distintos pa&#237;ses da regi&#227;o. Como vimos nas jornadas de junho de 2013 e na onda de greves no Brasil, nas quatro paralisa&#231;&#245;es nacionais contra o governo de Cristina Kirchner na Argentina, nas lutas estudantis e dos portu&#225;rios no Chile etc., emergem processos de luta de classes nos quais as aspira&#231;&#245;es geradas pelo gradualismo dos anos anteriores chocam-se com os limites estruturais de cada pa&#237;s; e as tentativas de retirar as conquistas enfrentam importantes processos de resist&#234;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pol&#237;tica de ajustes do segundo mandato de Dilma, o agravamento das tend&#234;ncias recessivas, o debilitamento das institui&#231;&#245;es do regime e em especial do PT em fun&#231;&#227;o dos esc&#226;ndalos de corrup&#231;&#227;o e as greves que v&#234;m atravessando o pa&#237;s localizam o Brasil como pa&#237;s mais inst&#225;vel e din&#226;mico dessas tend&#234;ncias que percorrem a Am&#233;rica Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, assim como em distintos pa&#237;ses vizinhos o desgaste dos governos p&#243;s-neoliberais vem sendo acompanhado pela recomposi&#231;&#227;o de tend&#234;ncias &#227; direita do espectro pol&#237;tico, no Brasil vemos a crise do PT desdobrar-se ao mesmo tempo em que o PSDB se fortalece. Assim, nas &#250;ltimas elei&#231;&#245;es, o debilitamento eleitoral do PT veio acompanhado de uma importante recomposi&#231;&#227;o eleitoral dos tucanos e de um fortalecimento da direita mais reacion&#225;ria no Congresso. Essa tend&#234;ncia eleitoral vem se expressando de forma ativa nos primeiros meses de 2015 atrav&#233;s dos atos de massas impulsionados pela direita e da tramita&#231;&#227;o de leis reacion&#225;rias como a do aumento da maioridade penal e a que aprofunda as terceiriza&#231;&#245;es, para al&#233;m das medidas de ajustes impulsionadas pelo pr&#243;prio governo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que o refluxo das manifesta&#231;&#245;es pelo impeachment de Dilma, e a necessidade do governo de negociar e camuflar as medidas de ajuste expressem a vig&#234;ncia da rela&#231;&#227;o de for&#231;as aberta em junho de 2013, n&#227;o est&#225; descartada a possibilidade de que, caso a classe trabalhadora e a juventude sejam derrotados nos processos de luta de classes em curso, a crise do PT termine sendo capitalizada pela direita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse marco, hoje consideramos que os 1,6 milh&#227;o de votos recebidos por Luciana Genro nas elei&#231;&#245;es de 2014 expressaram, ainda que de forma minorit&#225;ria, parte das aspira&#231;&#245;es progressistas dos trabalhadores e da juventude que protagonizaram as jornadas de junho de 2013 e as greves que v&#234;m atravessando o pa&#237;s. Essa tend&#234;ncia foi demonstrada pelo crescimento eleitoral que o PSOL teve em algumas das cidades de maior concentra&#231;&#227;o oper&#225;ria do pa&#237;s, nas quais o PT retrocedeu das posi&#231;&#245;es que historicamente ocupou, ainda que o PSDB tenha arrematado a maior parte desse decl&#237;nio. Consideramos que esse resultado eleitoral localiza o PSOL como um partido que pode expressar crescentemente parte importante das tend&#234;ncias de massas que se desenvolver&#227;o &#227; esquerda da crise do PT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em base a essa caracteriza&#231;&#227;o, e partindo de que o PSOL se define como um partido amplo com liberdade de tend&#234;ncias, e levando em considera&#231;&#227;o as diverg&#234;ncias que temos com cada uma das correntes que o comp&#245;e, abrimos no MRT (ex-LER-QI) um debate sobre a possibilidade de entrar no PSOL e, como corrente interna defender nossas ideias revolucion&#225;rias fazendo parte desse processo pol&#237;tico progressista que consideramos que ir&#225; atravessar o PSOL no pr&#243;ximo per&#237;odo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tendo em vista que o resultado desse debate vai ser definido de forma soberana em um Congresso da nossa organiza&#231;&#227;o que se realizar&#225; proximamente, perguntamos a voc&#234;s qual a possibilidade de que o MRT (ex-LER-QI) se constitua como uma tend&#234;ncia interna do PSOL&lt;/i&gt;&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lida a carta, a mesa de abertura relatou ao plen&#225;rio o conte&#250;do da resposta oficial da Executiva Nacional do PSOL em reuni&#227;o com representantes do Comit&#234; Central do MRT no dia 15 de julho. Companheiros da Insurg&#234;ncia, da A&#231;&#227;o Popular Socialista (APS) e do Movimento de Esquerda Socialista (MES), tend&#234;ncias internas do PSOL, informaram que antes de mar&#231;o/abril de 2016 seria imposs&#237;vel a entrada do MRT como mais uma tend&#234;ncia interna do PSOL, e que mesmo nesta data uma eventual entrada estar&#225; subordinada &#227; aceita&#231;&#227;o, por parte do MRT, do programa que o PSOL aprovar&#225; em seu Congresso que se realizar&#225; em dezembro de 2015. Os companheiros tamb&#233;m colocaram que, independente da resolu&#231;&#227;o final sobre a entrada ou n&#227;o do MRT no PSOL como tend&#234;ncia interna, o PSOL conceder&#225; sua legenda para que o MRT possa ter candidatos que expressem suas ideias nas elei&#231;&#245;es municipais de 2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; I Congresso do MRT foi presidido por Diana Assun&#231;&#227;o e teve mesa composta por Ma&#237;ra Machado, conselheira da subsede da APEOSP de Santo Andr&#233;; Francielton Bananeira, delegado sindical do Metr&#244; de S&#227;o Paulo; Iuri Tonelo, editor do portal Esquerda Di&#225;rio; Leandro Lanfredi, petroleiro do Rio de Janeiro; Carolina Cacau, do Centro Acad&#234;mico de Servi&#231;o Social da UERJ; Vilma Maria, trabalhadora do bandej&#227;o da USP e Mateus Torres, da Dire&#231;&#227;o do MRT&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ampla maioria dos delegados presentes considerou a posi&#231;&#227;o da dire&#231;&#227;o do PSOL incoerente com os ritmos acelerados da situa&#231;&#227;o pol&#237;tica no Brasil e a necessidade de construir urgentemente uma alternativa capaz de impedir que a crise do governo Dilma e do PT seja capitalizada pela direita. Distintos delegados consideraram tamb&#233;m que tal resposta &#233; contradit&#243;ria com a trajet&#243;ria do PSOL de se construir como um partido amplo, aberto a tend&#234;ncias anticapitalistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcelo Pablito, diretor do Sintusp, defendeu nossa participa&#231;&#227;o no debate program&#225;tico hoje aberto no PSOL para seu Congresso, pois seria ruim que pud&#233;ssemos opinar somente depois que o programa j&#225; tenha sido aprovado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leandro Lanfredi, petroleiro do Rio de Janeiro, afirmou que essa postura do PSOL n&#227;o ajuda a que possa ser feito abertamente aos olhos dos trabalhadores, das mulheres e da juventude um debate t&#227;o importante sobre qual o caminho a esquerda deve adotar para impedir que a crise do PT seja capitalizada pela direita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fl&#225;via Vale, professora de Minas Gerais, destacou que os &#234;xitos da Frente de Esquerda e dos Trabalhadores na Argentina (FIT, pela sigla em espanhol) mostram a viabilidade de uma estrat&#233;gia de independ&#234;ncia de classe e de enraizamento na classe oper&#225;ria para setores de massa. Por isso, esse deveria ser um projeto leg&#237;timo de ser debatido como alternativa aos projetos tipo Syriza na Gr&#233;cia ou o Podemos no Estado Espanhol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diana Assun&#231;&#227;o, tamb&#233;m diretora do Sintusp, ressaltou que o PSOL deveria estar aberto para o MRT e para todo e qualquer setor que defenda ideias revolucion&#225;rias e queira unir for&#231;as para impedir que a crise do PT seja capitalizada pela direita, pois isso seria o coerente para um partido organizado com liberdade de tend&#234;ncias e que at&#233; agora n&#227;o colocou limites para a entrada de nenhum setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao final dos debates, com apenas dois votos contr&#225;rios, o Congresso aprovou a proposta do MRT se constituir como uma tend&#234;ncia interna do PSOL, ao mesmo tempo em que fez um chamado &#227; dire&#231;&#227;o deste partido para que reveja sua decis&#227;o informada no dia 15 de julho.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Surge el Movimiento Revolucionario de Trabajadores de Brasil</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Surge-el-Movimiento-Revolucionario-de-Trabajadores-de-Brasil</link>
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		<dc:date>2015-04-14T17:14:29Z</dc:date>
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		<dc:creator> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil </dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject>Destacadas sidebar</dc:subject>
		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;El &#250;ltimo d&#237;a 12 de abril se fund&#243; en Brasil el MRT (Movimiento Revolucionario de Trabajadores), una nueva organizaci&#243;n que lucha por la revoluci&#243;n socialista, contra el sistema de explotaci&#243;n en el que vivimos actualmente en el capitalismo, y que busca una sociedad sin clases, sin opresiones ni violencia social, sin la soberan&#237;a del capital: una sociedad de fraternidad entre los trabajadores libremente asociados. Una sociedad comunista.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/http-www-ft-ci-org-Movimento-Revolucionario-de-Trabalhadores-306" rel="tag"&gt; MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores/ Movimiento Revolucionario de Trabajadores), de Brasil &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton9011-9d560.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Art&#237;culo publicado por Esquerda Di&#225;rio - &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.esquerdadiario.com.br&lt;/a&gt;&lt;br class='autobr' /&gt;
el 14 de abril de 2015&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;El &#250;ltimo d&#237;a 12 de abril se fund&#243; en Brasil el MRT (Movimiento Revolucionario de Trabajadores), una nueva organizaci&#243;n que lucha por la revoluci&#243;n socialista, contra el sistema de explotaci&#243;n en el que vivimos actualmente en el capitalismo, y que busca una sociedad sin clases, sin opresiones ni violencia social, sin la soberan&#237;a del capital: una sociedad de fraternidad entre los trabajadores libremente asociados. Una sociedad comunista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El MRT surgi&#243; a partir del Congreso de la Liga Estrategia Revolucionaria &#8211; Cuarta Internacional, que vot&#243; en su sesi&#243;n extraordinaria de su V Congreso el cambio de su nombre. Presidi&#243; el Congreso Marcelo Pablito Santos, dirigente del Sindicato de Trabajadores de la Universidad de San Pablo (Sintusp). El debate tuvo inicio con la apertura de Diana Assun&#231;&#227;o y Mateus Torres y cont&#243; con la presencia de de Val Lisboa, dirigente y fundador de LER-QI:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El Congreso tuvo como mesa honoraria la memoria de Leon Trotsky, los luchadores de la IV Internacional y el pueblo griego en lucha contra los ajustes. Tambi&#233;n comenz&#243; entre otras, con saludos a la huelga docente, principal lucha en curso en el pa&#237;s, y al camarada Ga&#235;tan, militante franc&#233;s que se encuentra amenazado de c&#225;rcel por haberse movilizado en Francia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El cambio en el nombre y la formaci&#243;n de una nueva organizaci&#243;n expresa un cambio decisivo: el fortalecimiento de la organizaci&#243;n con nuevos trabajadores, en la Universidad de San Pablo, en el metro de San Pablo, entre los profesores en huelga, en los correos, en bancarios, en las industrias y en muchos otros sectores, de otros estados como Rio de Janeiro y Minas Gerais, que forman parte activa de la discusi&#243;n congresual de LER-QI. Esta nueva composici&#243;n exige una nueva organizaci&#243;n, que corresponda a los objetivos y necesidades de la nueva etapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El cambio tambi&#233;n est&#225; relacionado con el enorme avance que la organizaci&#243;n pudo ofrecer a los trabajadores con el lanzamiento de Esquerda Di&#225;rio en Brasil, un instrumento latinoamericano de noticias e ideas que venimos impulsando internacionalmente con el objetivo de forjar las bases para el desarrollo de una alternativa pol&#237;tica, inicialmente en el caso de Brasil frente a la crisis del PT, y m&#225;s desarrollado en otros pa&#237;ses, como en Argentina, frente a la crisis del kirchnerismo. Un fuerte instrumento de opini&#243;n que ha llegado a centenares de miles, con la perspectiva de sobrepasar el mill&#243;n en los pr&#243;ximos meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El objetivo de crear un partido orientado hacia la revoluci&#243;n socialista, que parec&#237;a distante en d&#233;cadas pasadas, se reactualiza con toda fuerza en el mundo a partir de la gran crisis capitalista iniciada en 2008, y en Brasil, con las masivas jornadas de movilizaciones de junio de 2013, que llevaron las masas a las calles y cambiaron en pocas semanas la historia pol&#237;tica del pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se abri&#243; una nueva etapa en la lucha de los trabajadores y la juventud, que gener&#243; en 2014 la mayor oleada de huelgas obreras de las &#250;ltimas d&#233;cadas en el pa&#237;s y ya comenzaron a dar se&#241;ales a todos de la fuerza del verdadero sujeto de transformaci&#243;n social: la clase trabajadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo, estas luchas en la nueva etapa evidencian un importante l&#237;mite de los trabajadores en su lucha por la revoluci&#243;n social: la necesidad de crear un instrumento pol&#237;tico, un partido revolucionario que est&#233; verdaderamente enraizado en la clase y que tenga la capacidad de enfrentar el odio de las clases dominantes y las elites del pa&#237;s en la defensa de la poblaci&#243;n oprimida y el desarrollo de la revoluci&#243;n socialista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Creemos que un partido como ese deber&#237;a basarse en la interacci&#243;n verdadera de las ideas de la revoluci&#243;n social con la masa trabajadora. Algunos partidos de la izquierda internacional han crecido en su influencia, como el Syriza griego o el Podemos del Estado espa&#241;ol, siendo muy conocidos medi&#225;ticamente (por arriba) pero sin tener una verdadera militancia entre los trabajadores (por abajo). Este proyecto no puede estar a la altura de una revoluci&#243;n, sino de la ilusi&#243;n y de nuevas derrotas de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Una alternativa internacional que apunta hacia ese tipo de partido revolucionario que necesitamos ha surgido en Argentina, con la actuaci&#243;n del Partido de Trabajadores Socialistas (PTS) en el movimiento obrero y en la lucha de clases y la composici&#243;n del Frente de Izquierda y de los Trabajadores (FIT), un frente de organizaciones que reivindican la revoluci&#243;n socialista y han ofrecido una alternativa pol&#237;tica a los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este sentido, el movimiento se orienta hacia confluir con j&#243;venes y trabajadores que avanzan en el combate a la crisis capitalista en la perspectiva de construir u nPartido Revolucionario de los Trabajadores como soluci&#243;n clasista y revolucionaria a la crisis de direcci&#243;n en el movimiento obrero frente a la confirmaci&#243;n, para nosotros, del paso del PT al bando de los capitalistas y la impotencia de la izquierda existente, que a pesar de muchos a&#241;os actuando en sindicatos (como el PSTU) y en el parlamento (como el PSOL), fracasaron en construir para millones de trabajadores y j&#243;venes una alternativa revolucionaria al PT y al reformismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso consideramos que el nuevo momento de la clase obrera brasilera plantea el desaf&#237;o de organizar una unidad en la acci&#243;n con todos los sectores antigubernamentales y clasistas para frenar los ataques en curso, siendo esta la base para debatir el programa y la estrategia para la construcci&#243;n de un partido revolucionario de los trabajadores verdaderamente internacionalista, partiendo de las lecciones de la experiencia con el PT en Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al final del congreso, Esquerda Diario entrevist&#243; a Marcelo Pablito Santos, dirigente del Sintusp, que expres&#243; que &#8220;esta nueva organizaci&#243;n tiene el desaf&#237;o de luchar para que la tradici&#243;n de autoorganizaci&#243;n que existe entre los trabajadores de la USP se expanda hacia otros sectores y se desarrolle como una nueva tradici&#243;n en el movimiento obrero en todo el pa&#237;s&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francielton Bananeira, delegado sindical del metro de San Pablo, afirm&#243; que &#8220;la necesidad de extender a todo el pa&#237;s la batalla por un movimiento sindical no corporativo, como hacemos actualmente en el metro, ligando las luchas econ&#243;micas de este sector estrat&#233;gico con la lucha por la estatizaci&#243;n de los transportes bajo control de los trabajadores y usuario como forma de responder a lo que inicialmente fue la principal demanda de las jornadas de junio de 2013&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, Val Lisboa, hist&#243;rico militante obrero que particip&#243; de la fundaci&#243;n del PT, expres&#243; que &#8220;el MRT debe estar al servicio de construir un partido que saque hasta el final las lecciones de lo que fue la experiencia como PT, tarea que ni el PSOL ni el PSTU fueron capaces de realizar, ya que vienen mostrando su impotencia para expresar pol&#237;ticamente la oleada de luchas obreras que ha sacudido al pa&#237;s en los &#250;ltimos a&#241;os &#034;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Surge o Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores</title>
		<link>https://www.estrategiainternacional.org/Surge-o-Movimento-Revolucionario-de-Trabalhadores</link>
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		<dc:creator> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil </dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject>Destacadas sidebar</dc:subject>
		<dc:subject> MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;No &#250;ltimo dia 12 de abril, foi fundado no pa&#237;s o Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores (MRT), uma nova organiza&#231;&#227;o que luta pela revolu&#231;&#227;o socialista, contra o sistema de explora&#231;&#227;o que vivemos hoje no capitalismo e busca uma sociedade sem classes, sem opress&#245;es e viol&#234;ncia social, sem a soberania do capital: uma sociedade de fraternidade entre os trabalhadores livremente associados. Uma sociedade comunista.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.estrategiainternacional.org/http-www-ft-ci-org-Movimento-Revolucionario-de-Trabalhadores-306" rel="tag"&gt; MRT (Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores) do Brasil &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton9010-5f519.jpg?1694585640' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Artigo publicado por Esquerda Di&#225;rio - &lt;a href=&#034;http://www.esquerdadiario.com.br&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.esquerdadiario.com.br&lt;/a&gt;&lt;br class='autobr' /&gt;
em 14 de abril de 2015&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;No &#250;ltimo dia 12 de abril, foi fundado no pa&#237;s o Movimento Revolucion&#225;rio de Trabalhadores (MRT), uma nova organiza&#231;&#227;o que luta pela revolu&#231;&#227;o socialista, contra o sistema de explora&#231;&#227;o que vivemos hoje no capitalismo e busca uma sociedade sem classes, sem opress&#245;es e viol&#234;ncia social, sem a soberania do capital: uma sociedade de fraternidade entre os trabalhadores livremente associados. Uma sociedade comunista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O MRT surgiu a partir do Congresso da Liga Estrat&#233;gia Revolucion&#225;ria &#8211; Quarta Internacional, que votou em sess&#227;o extraordin&#225;ria do seu V Congresso a mudan&#231;a de seu nome. Quem presidiu o Congresso foi Pablito Santos, diretor do Sintusp. O debate teve in&#237;cio com abertura de Diana Assun&#231;&#227;o e Mateus Torres, e com a presen&#231;a de Val Lisboa, dirigente e fundador da LER-QI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Congresso teve como mesa honor&#225;ria a mem&#243;ria de Leon Trotsky, os lutadores da IV Internacional e o povo grego na luta contra os ajustes. Tamb&#233;m come&#231;ou, entre outras, com sauda&#231;&#245;es &#227; greve de professores (principal luta em curso no pa&#237;s) e ao camarada Ga&#235;tan, militante franc&#234;s que se encontra na amea&#231;a de ser preso por se mobilizar na Fran&#231;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A altera&#231;&#227;o de nome e forma&#231;&#227;o de uma nova organiza&#231;&#227;o expressa uma mudan&#231;a decisiva: o fortalecimento da organiza&#231;&#227;o com novos trabalhadores, na USP, no metr&#244; de S&#227;o Paulo, em professores em greve, nos correios, em banc&#225;rios, nas ind&#250;strias e em muitas outras categorias, de outros estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais, que foram parte ativa da discuss&#227;o congressual da LER-QI. Essa nova composi&#231;&#227;o exige uma nova organiza&#231;&#227;o, que corresponda aos objetivos e necessidades da nova etapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&#233;m disso, tem rela&#231;&#227;o com o enorme avan&#231;o que a organiza&#231;&#227;o pode oferecer aos trabalhadores com o lan&#231;amento do portal Esquerda Di&#225;rio no Brasil, um instrumento latino-americano de not&#237;cias e ideias que viemos impulsionando internacionalmente com o intuito de forjar as bases para o desenvolvimento de alternativa pol&#237;tica, inicialmente no caso nacional frente &#227; crise do PT e mais desenvolvido em outros pa&#237;ses, como na Argentina frente &#227; crise do kirchnerismo. Um forte instrumento de opini&#227;o que tem chegado a centenas de milhares (com perspectiva de ultrapassar a casa do milh&#227;o nos pr&#243;ximos meses).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo de criar um partido orientado para a revolu&#231;&#227;o socialista, que parecia distante em d&#233;cadas passadas, se reatualiza com toda for&#231;a no mundo a partir da grande crise capitalista iniciada em 2008 e, no nosso pa&#237;s, com as massivas jornadas de junho, que levaram massas &#225;s ruas e modificaram em poucas semanas a hist&#243;ria pol&#237;tica do pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abriu-se uma nova etapa da luta dos trabalhadores e a juventude, que gerou em 2014 a maior onda de greves oper&#225;rias das &#250;ltimas d&#233;cadas no pa&#237;s e j&#225; come&#231;aram a dar sinais para todos da for&#231;a do verdadeiro sujeito da transforma&#231;&#227;o social: a classe trabalhadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, essas lutas na nova etapa evidenciam um importante limite dos trabalhadores na sua luta pela revolu&#231;&#227;o social: a necessidade de criar um instrumento pol&#237;tico, um partido revolucion&#225;rio, que seja verdadeiramente enraizado na classe e que possa ter capacidade de enfrentar o &#243;dio das classes dominantes e as elites do pa&#237;s na defesa da popula&#231;&#227;o oprimida e o desenvolvimento da revolu&#231;&#227;o socialista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acreditamos que um partido como esse deveria se basear na intera&#231;&#227;o verdadeira das ideias da revolu&#231;&#227;o social com a massa trabalhadora. Alguns partidos na esquerda internacional t&#234;m crescido em sua influ&#234;ncia, como o Syriza grego ou Podemos espanhol, sendo muito conhecidos midiaticamente (por cima), mas sem ter uma milit&#226;ncia verdadeira entre os trabalhadores (por baixo). Esse projeto n&#227;o poder&#225; realmente estar &#227; altura de uma revolu&#231;&#227;o, mas sim da ilus&#227;o e de novas derrotas dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma alternativa internacional que aponta para esse tipo de partido revolucion&#225;rio que necessitamos tem surgido na Argentina, com a atua&#231;&#227;o do Partido de Trabalhadores Socialistas (PTS) no movimento oper&#225;rio e na luta de classes e a composi&#231;&#227;o da Frente de Esquerda dos Trabalhadores (FIT), uma frente de organiza&#231;&#245;es que reivindicam a revolu&#231;&#227;o socialista e tem oferecido uma alternativa pol&#237;tica aos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, o movimento se orienta para confluir com jovens e trabalhadores que avan&#231;am no combate &#227; crise capitalista na perspectiva de construir um Partido Revolucion&#225;rio dos Trabalhadores como solu&#231;&#227;o classista e revolucion&#225;ria &#227; crise de dire&#231;&#227;o no movimento oper&#225;rio diante da confirma&#231;&#227;o, para n&#243;s, da passagem do PT para o lado dos capitalistas e a impot&#234;ncia da esquerda existente, que, apesar de muitos anos atuando em sindicatos (como o PSTU) e no parlamento (como o PSOL), fracassou em constituir para milh&#245;es de trabalhadores e jovens uma alternativa revolucion&#225;ria ao PT e ao reformismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Justamente por isso consideramos que o novo momento da classe oper&#225;ria brasileira coloca o desafio de organizar uma unidade na a&#231;&#227;o com todos os setores anti-governistas e classistas para barrar os ataques em curso, sendo esta a base para debater o programa e a estrat&#233;gia para a constru&#231;&#227;o de um partido revolucion&#225;rio dos trabalhadores verdadeiramente internacionalista, partindo das li&#231;&#245;es da experi&#234;ncia com o PT em nosso pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao final do congresso, o Esquerda Di&#225;rio entrevistou Pablito Santos, diretor do Sintusp, que expressou que &#034;essa nova organiza&#231;&#227;o tem o desafio de lutar para que a tradi&#231;&#227;o de auto-organiza&#231;&#227;o que existe entre os trabalhadores da USP se expanda para outras categorias e de desenvolva como uma nova tradi&#231;&#227;o do movimento oper&#225;rio em todo o pa&#237;s&#034;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&#225; Francielton Bananeira, delegado sindical do metro de S&#227;o Paulo, afirmou que &#034;necessidade de estender em n&#237;vel nacional a batalha por um movimento sindical n&#227;o corporativo, como hoje fazemos no metr&#244; ligando as lutas econ&#244;micas dessa categoria estrat&#233;gica com a luta pela estatiza&#231;&#227;o dos transportes sob controle dos trabalhadores e usu&#225;rios como forma de responder ao que foi a principal demanda das jornadas de junho de 2013&#034;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, Val Lisboa, hist&#243;rico militante oper&#225;rio que participou da funda&#231;&#227;o do PT, expressou que &#034;o MRT deve estar a servi&#231;o de construir um partido que tire at&#233; o final as li&#231;&#245;es do que foi a experi&#234;ncia como PT, tarefa que nem o PSOL nem o PSTU foram capazes de realizar, j&#225; que v&#234;m mostrando sua impot&#234;ncia para expressar politicamente a onda de lutas oper&#225;rias que tem sacudido o pa&#237;s nos &#250;ltimos anos&#034;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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